SEGURANÇA ” Como agir em um INCÊNDIO, sua vida em questão “.

Segurança em Incêndios – Prevenção de Incêndio

Prevenção de Incêndios

Não fume 30 minutos antes do final do trabalho.
Não use cestos de lixo como cinzeiros.
Não jogue pontas de cigarro pela janela, nem as deixe sobre armários, mesas, prateleiras, etc.
Respeite as proibições de fumar e acender fósforos em locais sinalizados.
Evite o acúmulo de lixo em locais não apropriados.
Coloque os materiais de limpeza em recipientes próprios e identificados.
Mantenha desobstruídas as áreas de escape e não deixe, mesmo que provisoriamente, materiais nas escadas e nos corredores.
Não deixe os equipamentos elétricos ligados após sua utilização. Desconecte-os da tomada.
Não cubra fios elétricos com o tapete.
Ao utilizar materiais inflamáveis, faça-o em quantidade mínimas, armazenando-os sempre na posição vertical e na embalagem original.
Não utilize chama ou aparelho de solda perto de materiais inflamáveis.
Não improvise instalações elétricas, nem efetue consertos em tomadas e interruptores sem que esteja familiarizado com isso.
Não sobrecarregue as instalações elétricas com a utilização do plugue T (benjamim).
Verifique, antes de sair do trabalho, se os equipamentos elétricos estão desligados.
Observe as normas de segurança ao manipular produtos inflamáveis ou explosivos.
Mantenha os materiais inflamáveis em locais resguardados e à prova de fogo.

Classes de Incêndio

Os materiais combustíveis têm características diferentes e, portanto, queimam de modos diferentes. Conforme o tipo de material, existem quatro classes de incêndio.

Classe A – incêndio em materiais sólidos, como madeira, papel, tecido, etc.
Esses materiais apresentam duas propriedades:
Deixam resíduos quando queimados (brasas, cinzas, carvão).
Queimam em superfícies e em profundidade

Classe B – incêndio em líquidos inflamáveis, como óleo, gasolina, querosene, etc.
Esses materiais apresentam duas propriedades:
Não deixam resíduos quando queimados.
Queimam somente em superfície.

Classe C – incêndio em equipamentos elétricos energizados, como máquinas elétricas, quadros de força, etc. Ao ser desligado o circuito elétrico, o incêndio passa a ser de classe A.

Classe D – incêndio em metais que inflamam facilmente, como potássio, alumínio em pó, etc.

Métodos de Extinção do Fogo

A maioria dos incêndios começa com um pequeno foco, fácil de debelar. Conheça os métodos de extinção do fogo e ajude os bombeiros a evitar que um incêndio se transforme numa catástrofe.

Em todo incêndio ocorre um reação de combustão, envolvendo três elementos:
o combustível, o comburente e o calor. Os métodos de extinção do fogo consistem em “atacar” cada um desses elementos.

Retirada do material

Trata-se de retirar do local o material (combustível) que está pegando fogo e também outros materiais que estejam próximos às chamas.

Abafamento

Trata-se de eliminar o oxigênio (comburente) da reação, por meio do abafamento do fogo.

Resfriamento

Trata-se de diminuir a temperatura (calor) do material em chamas.

Extintores

Para ajudar no combate de pequenos focos de incêndio, foram criados os extintores.

Atenção: há vários tipos de extintores de incêndio, cada um contendo uma substância diferente e servindo para diferentes classes de incêndio. Vamos conhecê-los.

Extintor com água pressurizada

É indicado para incêndios de classe A (madeira, papel, tecido, materiais sólidos em geral). A água age por resfriamento e abafamento, dependendo da maneira como é aplicada.

Extintor com gás carbônico

Indicado para incêndios de classe C (equipamento elétrico energizado), por não ser condutor de eletricidade. Pode ser usado também em incêndios de classes A e B.

Extintor com pó químico seco

Indicado para incêndio de classe B (líquido inflamáveis). Age por abafamento. Pode ser usado também em incêndios de classes A e C.

Extintor com pó químico especial

Indicado para incêndios de classe D (metais inflamáveis). Age por abafamento. Não use água
Em fogo de classe C (material elétrico energizado), porque a água é boa condutora de eletricidade, podendo aumentar o incêndio.
Em produtos químicos, tais como pó de alumínio, magnésio, carbonato de potássio, pois com a água reagem de forma violenta.

Recomendações

Aprenda a usar os extintores de incêndio.
Conheça os locais onde estão instalados os extintores e outros equipamentos de proteção contra fogo.
Nunca obstrua o acesso aos extintores ou hidrantes.
Não retire lacres, etiquetas ou selos colocados no corpo dos extintores.
Não mexa nos extintores de incêndio e hidrantes, a menos que seja necessária a sua utilização ou revisão periódica.

Plano de Abandono de Edifícios

Nunca use o elevador para sair de um prédio onde há um incêndio.

O abandono de um edifício em chamas deve ser feito pelas escadas, com calma, sem afobamentos.
Se um incêndio ocorrer em seu escritório ou apartamento, saia imediatamente.
Muitas pessoas morrem por não acreditarem que um incêndio pode se alastrar com rapidez.

Se você ficar preso em meio à fumaça, respire pelo nariz, em rápidas inalações.
Se possível, molhe um lenço e utilize-o como máscara improvisada.
Procure rastejar para a saída, pois o ar é sempre melhor junto ao chão .

Use as escadas – nunca o elevador. Um incêndio razoável pode determinar o corte de energia para os elevadores.
Feche todas as portas que ficarem atrás de você, assim retardará a propagação do fogo.

Se você ficar preso em uma sala cheia de fumaça, fique junto ao piso, onde o ar é sempre melhor. Se possível, fique perto de uma janela, de onde poderá chamar por socorro.

Toque a porta com sua mão. Se estiver quente, não abra. Se estiver fria, faça este teste: abra vagarosamente e fique atrás da porta.
Se sentir calor ou pressão vindo através da abertura, mantenha-a fechada.
Se você não puder sair, mantenha-se atrás de uma porta fechada. Qualquer porta serve como couraça.
Procure um lugar perto de janelas, e abra-as em cima e embaixo. Calor e fumaça devem sair por cima. Você poderá respirar pela abertura inferior.

Procure conhecer o equipamento de combate à incêndio para utilizá-lo com eficiência em caso de emergência.
Um prédio pode lhe dar várias opções de salvamento. Conheça-as previamente.

NÂO salte do prédio. Muitas pessoas morrem sem imaginar que o socorro pode chegar em poucos minutos.

Se houver pânico na saída principal, mantenha-se afastado da multidão. Procure outra saída.
Uma vez que você tenha conseguido escapar, NÃO RETORNE.

Ao constatar um princípio de incêndio, ligue imediatamente para o Corpo de Bombeiros (fone 193).

Forneça informações precisas:

Nome correto do local onde está ocorrendo o incêndio.
Número do telefone de onde se está falando.
Nome completo de quem está falando.
Relato do que está acontecendo.
Em seguida, desligue o telefone e aguarde a chamada de confirmação do local.

Plano de Emergência

O condomínio de todo edifício comercial ou residencial deve ter um plano de emergência para abandono do prédio em caso de incêndio.
Converse com o síndico e com os seus colegas ou vizinhos sobre a elaboração do plano de emergência.
Reúna os que estiverem interessados, e mão à obra!
Peça orientação do Corpo de Bombeiros para elaborar o plano e estabelecer as tarefas de cada um numa situação de incêndio.

Um plano de emergência deve conter:

procedimentos do supervisor;
procedimentos da brigada de incêndio;
procedimentos dos ocupantes do prédio;
planta do edifício;
localização do equipamento de combate a incêndio;
localização das vias de fuga;
ponto de reunião fora do edifício.

Quando o plano estiver pronto, providencie:
comunicação do conteúdo do plano a todos os ocupantes do edifício;
sinalização das instalações (saídas, extintores, etc.);
treinamento de abandono do edifício;
um bombeiro poderá auxiliá-lo nesta tarefa.

Vazamento de Gás – Como Proceder em casos de Emergência

Vazamento de gás “sem fogo”

Feche o registro de gás. Afaste as pessoas de local.
Não acione interruptores de eletricidade.
Desligue a chave geral de eletricidade somente se ela estiver fora da residência.
Não fume nem acenda fósforos ou isqueiros.
Se ocorrer em ambiente fechado, abra portas e janelas.
Entre em contato com a empresa distribuidora de gás e, em casos mais graves, com o Corpo de Bombeiros.

Vazamento de gás “com fogo”

Se possível, feche o registro de gás. Afaste as pessoas do local.
Desligue a chave geral da eletricidade.
Retire do local os materiais combustíveis que puder.
Chame o Corpo de Bombeiros.

FONTE: http://www.fazfacil.com.br/lazer/seguranca_incendio.html

O que fazer em caso de incêndio

Independente de onde você estiver é sempre bom dar uma olhada aos arredores para saber os locais de possíveis saídas se acontecer um incêndio, mesmo parecendo besteira é necessário e indicado pelo corpo de bombeiros, é bom saber de antemão para ficar mais esperto a qualquer coisa, não necessariamente um fogo, mas também brigas ou qualquer forma de tumulto. Depois disso se estiver num aposentado da casa ou escritório com porta fechada e notar que há algum cheiro de queimado ao redor, se houver fogo com certeza logo começara a entrar fumaça pelas arestas da porta, toque a mão à porta para ver se ela está quente se estiver não abra a porta, pois o fogo pode invadir o local em que você está se não estiver quente aí pode abrir a porta devagar e dar uma olhada para ver de onde vem a fumaça, se abrir a porta e vier uma cortina de fogo e fumaça para cima de você feche-a rapidamente, agora se não houver fogo saia em direção a sua rota normal.
Se apenas for uma fumaça pode se abaixar e sair engatinhando ou de outra maneira que esteja próximo ao chão, isso porque a fumaça do fogo pode ser mais perigosa do que o próprio fogo, e como os dois tendem a subir ficando no chão estará protegido.
Depois de ter se saído do local do incêndio não retorne mesmo que for para buscar alguém que esteja preso, seu primeiro passo é chamar os bombeiros para que eles resgatem a pessoa ou o animal que está dentro da casa, não tente ligar para o bombeiro de dentro do local, mas sim fora dela.
Se você não consegue sair pode e deve fazer o uso de celulares ou telefone fixo para chamar o bombeiro mantenha-se em um canto protegido e que seja visível para a hora que os bombeiros entrarem na casa. Se tiver uma janela por perto mesmo que não de para você passar, poderá gritar por socorro, ela e também ajudará você a respirar, tape a boca e nariz com um lençol ou alguma peça de roupa para se proteger da eventual fumaça.
Se a sua roupa pegar fogo seja em casa ou num acidente qualquer não corra, pois isso pode ascender o fogo com mais velocidade, o certo é cobrir o rosto com as mãos e rolar de um lado para o outro até que o fogo cesse totalmente.

FONTE: http://www.dicasgratisbrasil.com/o-que-fazer-em-caso-de-incendio/

OS MALES DOS FUMOS (FUMAÇA E GASES TÓXICOS) RESULTANTES DE INCÊNDIOS

A inalação de fumaça e gases tóxicos é a principal causa de lesões em vítimas em incêndios. As três principais conseqüências na inalação de fumaça de incêndios são: queimaduras das vias respiratórias, asfixia e irritação pulmonar.

Queimaduras das vias respiratórias
As lesões decorrentes de queimaduras nas vias respiratórias normalmente ocorrem nas áreas nasais e região da faringe (árvore tráqueo-brônquica). Isso é conseqüência da elevada dissipação do calor nas áreas iniciais dessas vias. Experimentos em animais demonstram que as vias respiratórias resfriam o ar quente inalado, fazendo com que ao atingir os pulmões, esteja a temperaturas menos elevadas. Os experimentos demonstraram que no caso da inalação de ar à temperatura de 142oC, ao atingir o pulmão, encontrava-se resfriado à temperatura de 38oC. No caso de elevada umidade, a capacidade de absorção de calor é reduzida, fazendo com que o ar atinja os pulmões a temperaturas mais elevadas.

Lesões associadas ao pulmão, com inalação de ar quente, podem levar a uma hiperventilação mais acentuada. Se o limite da reserva respiratória for excedido, há rápida transformação da acidose em alcalose, com hipoxemia grave e necessidade de ventilação mecânica.

Asfixia
A asfixia em um incêndio é causada por um conjunto de fatores. No local do incêndio, o processo de combustão consome oxigênio, fazendo com que sua concentração atinja níveis de até 10-13%, baixos para o ser humano.

Outro fator é a existência de gases tóxicos, como o monóxido de carbono (CO). O monóxido de carbono exerce sua ação de asfixiante químico ao reduzir a capacidade da hemoglobina de transportar o oxigênio, uma vez que possui afinidade de fixação 210 a 300 vezes maior do que a do oxigênio, formando a Carboxihemoglobina (COHb). Esta afinidade pode ser medida pelo número de moles de oxigênio, necessário para cada mole de CO, a fim de manter igual saturação da hemoglobina.

A contaminação por monóxido de carbono ocasiona uma anemia hipóxica. A quantidade de oxigênio disponível no sangue não só é baixa durante a exposição ao CO, como também ocorre uma redução na quantidade do oxigênio liberado nos tecidos.

Desta forma, ambos os mecanismos contribuem para baixar efetivamente a concentração de oxigênio nos tecidos, criando a situação de hipóxia tecidual.

CORRELAÇÃO ENTRE A CONCENTRAÇÃO ATMOSFÉRICA DE CO, A PORCENTAGEM DE COHb NO SANGUE E A SINTOMATOLOGIA PRINCIPAL
CONCENTRAÇÃO DE CO NO AR (ppm)
% DE COHb NO SANGUE, APÓS O EQUILÍBRIO

SINTOMALOGIA PRINCIPAL

50
07
Cefaléia  discreta
100
12
Cefaléia moderada e tontura
250
25
Cefaléia interna, tontura, confusão mental
500
45
Náusea, vômitos, choque
1.000
60
Coma
10.000
90
Morte em 5 minutos

Devem ainda ser considerados vários fatores relacionados com a maior ou menor suscetibilidade dos expostos. Assim, teriam maior probabilidade de intoxicação portadores de distúrbios circulatórios, cardiopatas, anêmicos, pulmonares crônicos, e situações que aceleram o metabolismo: atividade física, temperatura elevada, pressão atmosférica baixa, grande umidade ambiental e hipertireoidismo.

Há ainda em incêndios, a ocorrência de cianeto (CN) em diversas formas, sendo a mais comum o cianeto de hidrogênio (HCN) na forma de gás. Entre os riscos relacionados com estes produtos, conhecem-se várias lesões de pele (pápulas, exantema escarlatiforme, etc.) e das mucosas (irritação, ulceração da mucosa nasal e até perfuração do septo). Como efeitos crônicos são, ocasionalmente, referidos sintomas de fraqueza nas pernas e braços, cefaléias intensas e tireoidopatias.

No entanto, a principal característica deste grupo de produtos é a propriedade tóxica do íon cianeto (CN), em inibir os enzimas da cadeia respiratória. Existem relacionadas cerca de 42 reações enzimáticas que seriam inibidas pelo cianeto. Sua ação mais importante, no entanto, é a inibição da citocromoxidase, impedindo a utilização do oxigênio pelas células. Ou seja, apesar do oxigênio continuar sendo conduzido pela hemoglobina da hemácia, não ocorrerá sua liberação e conseqüente aproveitamento a nível tecidual, resultando em morte por asfixia.

Irritação pulmonar
Os gases irritantes são corrosivos, podem causar irritação e inflamação das superfícies das vias respiratórias e também podem causar irritação ou lesão nos olhos e na pele. Inflamações das vias respiratórias podem resultar em edema pulmonar. Em casos mais sérios, isto pode efetivamente fechar o trato respiratório, enchendo os alvéolos com fluidos, interferindo seriamente na troca dos gases entre o ar nos pulmões e o sangue nos capilares pulmonares.

Exemplos de irritantes gasosos do ar que afetam as porções superiores do trato respiratório incluem amônia, acroleína, gás clorídrico, gás fluorídrico, trióxido de enxofre, formaldeído e ácido acético. Irritantes gasosos que afetam ambas as partes do trato respiratório, superior e inferior, incluem dióxido de enxofre, iodo, bromo, cloro, flúor, ozônio e tricloreto de fósforo. Gases irritantes que afetam principalmente as partes inferiores do trato respiratório são: tricloreto de arsênico, dióxido de nitrogênio e fosgênio.

FONTE: http://www.mercoshipping.com.br/fumos.html

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