Dados Técnicos e infomações de Pesca.

Informações variadas sobre pesca completa.

Tipos de nós e suas resistências.

Dias de Pesca mediante as luas e seus efeitos.

INFLUÊNCIA DA LUA NA PESCA

LUA NOVA – 1º dia Muito bom até às 08h 00
LUA NOVA – 2º dia Muito bom até às 08h 00
LUA NOVA – 3º dia Muito bom até às 14h 00
LUA NOVA – 4º dia Muito bom até às 15h 00
LUA NOVA – 5º dia Muito Bom até às 15h 00
LUA NOVA –  6º dia Mau
LUA NOVA – 7º dia Razoável das 10h às 15h
QUARTO CRESCENTE – 1º dia Bom de manhã  Sofrível à tarde
QUARTO CRESCENTE – 2º dia Bom de manhã  Razoável à tarde
QUARTO CRESCENTE – 3º dia Sofrível
QUARTO CRESCENTE – 4º dia Sofrível
QUARTO CRESCENTE – 5º dia Sofrível
QUARTO CRESCENTE – 6º dia Muito bom das 14h 00 até à noite
QUARTO CRESCENTE – 7º dia Razoável todo o dia
LUA CHEIA – 1º dia Sofrível todo o dia
LUA CHEIA – 2º dia Mau todo o dia
LUA CHEIA – 3º dia Muito mau todo o dia
LUA CHEIA – 4º dia Razoável todo o dia
LUA CHEIA – 5º dia Bom de manhã – sofrível à tarde
LUA CHEIA – 6º dia Bom de manhã – sofrível à tarde
LUA CHEIA – 7º dia Razoável todo o dia
QUARTO MINGUANTE 1º dia Bom depois das 13h 00
QUARTO MINGUANTE 2º dia Razoável à tarde
QUARTO MINGUANTE 3º dia Bom depois das 15h 00
QUARTO MINGUANTE 4º dia Sofrível depois das 16h 00
QUARTO MINGUANTE 5º dia Bom à tarde
QUARTO MINGUANTE 6º dia Razoável à tarde
QUARTO MINGUANTE 7º dia Razoável à tarde

Água doce

ESPÉCIE

ÉPOCA

ISCAS

ANZOL

Acará Ano todo Minhoca, bichinho, macarrão 12/16
Bagre Ano todo Minhoca, fígado, lambari 12a 2
Carpa Verão Massa, minhoca 8a 2
Chimboré Verão Minhoca, milho verde 10-14
Curimbatá Verão Massa 10-12
Dourado Verão Colher, tuvira, lambari, rã 1/0-4/0
Lambari Ano todo Minhoca, massa, queijo, siri, bichinho 14-18
Jaú Ano todo Minhocuçu, miúdos de frango, peixe 5/0-10/0
Mandiúva Ano todo Minhoca, lambari 8 a 2
Pacú Verão Massa, milho cozido, mandioca 1/0-4/0
Pintado Ano todo Minhocuçu, peixe, rã 3/0-7/0
Piracanjuba Verão Lambari, massa, mandioca, milho verde 6-2
Pirambeba Ano todo Minhoca, fígado 8-4
Surubim Ano todo Minhoca, rã, minhocuçu 3/0-7/0
Tilápia Ano todo Minhoca, milho verde, capim, bichinho. 10-16

Água salgada

ESPÉCIE

ÉPOCA

ISCAS

ANZOL

Anchova Verão Sardinha 2 a 1/0
Bagre Ano todo Sardinha, camarão, lula 12a 2/0
Cação Verão Sardinha, cavalinha 2/0a 7/0
Caranha Verão Sardinha 1/0 a 7/0
Cavala Ano todo Artificial, colher 2 a 3/0
Corcoroca Ano todo Camarão, sardinha mariscos 8 a 12
Corvina Ano todo Tatuí, camarão 8 a 1/0
Espada Ano todo Sardinha 1/0 a 3/0
Gualhudo Verão Camarão, sarnambi 10 a 14
Garoupa Ano todo Sardinha 1/0 a 6/0
Linguado Ano todo Camarão 8 a 12
Arraia Ano todo Sardinha, camarão 1/0 a 5/0
Pampo Verão Camarão, sarnambi, tatuí 6 a 1/0
Pescadinha Ano todo Camarão, tatuí 8 a 2
Robalo Verão Camarão 8 a 2/0
Sargo Ano todo Caranguejo, mariscos 2 a 1/0
Sernambiquara Ano todo Camarão, tatuí, sarnambi 1/0 a 3/0
Xaréo Ano todo Sardinha, camarão 1/0 a 3/0

TIPOS DE LINHAS

DIÂMETRO

DA LINHA

RESISTÊNCIA

(Em média)

Mm

Kg

Lb

0,20

2,7

6

0,25

4,2

8

0,30

5,3

12

0,35

6,8

15

0,40

9,1

20

0,45

11,6

25

O,50

15,0

32

0,60

19,9

42

Fonte: Pesca Brasil.

Tipos de varas.

Fonte: http://www.brasilpescarias.com.br/equipamentos/3/varas.aspx

O aparecimento das varas de pesca resultou da necessidade de ampliar o raio de ação do braço do pescador.

A princípio, qualquer pedaço de madeira razoavelmente reto era utilizado, o bambu, por ser oco, flexível e reto, logo entrou em uso, e é até utilizado em grande escala em todo o mundo.

Por volta do séc. XVIII, surgiram na Europa varas de pesca de madeira sólida feitas com uma ou mais seções. As madeiras mais usadas eram provenientes da América do Sul, lancewood e greenheart. Todavia, apesar de fortes, elas apresentam inconvenientes, como peso demasiado e tendência a empenamento.

Em 1801, Snart, em sua obra Pratical observations on angling in the river Trent (Observações práticas sobre a pesca no rio Trent), mencionou pela primeira vez a vara feita de lascas de bambu colada uma às outras (built cane).

Estas varas, depois confeccionadas com seis tiras de perfil hexagonal, estiveram em uso até 1948, quando o panorama da manufatura de varas de pesca sofreu radical mudança com a aparecimento da fibra de vidro. Impregnado de resina sintética, esse material substitui por completo as varas metálicas (aço, ligas de cobre etc.), muito usadas no período 1920- 1947, e, em grande parte, o bambu.

Imune ao calor, frio, apodrecimento, corrosão pela água salgada, umidade, esse material apresenta grande facilidade de recuperação da forma, mesmo depois de curvo durante muito tempo. Entretanto, as varas de built cane, delicado trabalho de artesanato, de preço elevado, continuam contando com a preferência dos especialistas de pesca com mosca.

Existe uma infinita variedade de varas à venda nas lojas especializadas que vão desde a tradicional vara de bambu até as produzidas a partir de fibras e mistura de fibras como as de carbono e grafite e outros materiais, como o kevlar, por exemplo, e estão cada dia mais leves e resistentes.

Quando for adquirir uma vara deve-se ter em mente o tipo de pescaria que costuma praticar, ou seja, o tamanho do peixe, se pesca embarcado, de barranco ou praia, se necessita executar arremessos longos, os tipos de iscas utilizadas, se usa molinete, carretilha ou nenhum dos dois etc.

Se costuma pescar de barranco em pequenos rios onde os peixes maiores (acima de 700g) são raridade, pode muito bem usar varas caipiras (de bambu) ou varas telescópicas lisas tomando apenas o cuidado de dimensionar a linha um pouco acima do recomendado.

Não sendo o caso, pode-se optar por varas equipadas com molinetes ou carretilhas. Algumas pessoas desconhecem mas existe uma diferença entre as varas recomendadas para molinetes e aquelas usadas para carretilhas.

Varas Telescópicas:

Escolher uma vara telescópica não é tarefa fácil. Mais difícil ainda é ser bem atendido quando um dos gomos ou a ponteira destas varas quebram. É claro que elas não entraram no mercado com o preço baixo que custam para durarem a vida toda, mas o mínimo que nós pescadores devemos exigir é a garantia do produto comprado. O critério do consumidor é que vai definir a qualidade dos materiais oferecidos, assim como a qualidade das lojas e do atendimento.

As varas telescópicas, como toda vara, devem ser leves e resistentes. Para chegar a alta leveza e resistência, existem vários fatores que devem ser analisados nas varas.

O peso das varas pode variar de acordo com o material de que ela é feita e espessura dos tubos, os materiais usados são carbono e fibra de vidro que podem ser puros ou misturados entre si em diversas proporções, são os chamados mix carbon.

As varas de carbono são super leves e bem rígidas, conseqüentemente, mais frágeis. São varas que exigem grande cuidado não só por serem mais fáceis de quebrar, mas também, por serem sempre muito caras. Caso você encontre uma vara telescópica que se diz feita de carbono com preços baixos, desconfie. Algumas varas possuem uma fina camada de carbono no fundo da vara para aparentar ser totalmente de carbono, mas se analisarmos o tubo todo verificaremos que são inteiras de fibra.

As varas de fibra de vidro são bem mais baratas que as de carbono, mas são um pouco mais pesadas e flexíveis, o que as torna mais resistentes a pancadas e envergaduras bruscas.

Já as varas de mix carbon que variam de 20% a 80%, possuem preços bons e a resistência das varas de fibra, dependendo da proporção da mistura podem ser até mais resistentes. O seu peso varia de acordo com a mistura do material com o qual são produzidas.

Tendo essas informações você pode escolher a vara ideal para cada tipo de pesca. Por exemplo, uma pescaria onde você precisa ficar o tempo todo com a vara na mão, vale a pena usar uma vara de carbono já se for utilizar suportes de vara, deve preferir varas de fibra ou de mix carbon que são mais resistentes e flexíveis.

Além do material, a espessura dos tubos também influencia no peso e na resistência da vara. Muitos fabricantes utilizam tubos super finos para baratear o custo e fazer uma vara super leve, mas ela se torna muito frágil. Imagine-se em uma pescaria capturando espécies de aproximadamente 0,5 kg e, de repente, você fisga uma corvina de bom porte ou uma anchova, que são peixes que dão um forte puxão quando fisgados. Com certeza, se você estiver utilizando uma dessas varas “baratas” ela não suportará e aí você perderá o peixe e a vara, porque, certamente, nenhuma vara desse tipo tem garantia alguma.
Antes de fechar as varas devemos sempre limpá-las com um pano úmido, pois qualquer tipo de sujeira que entrar entre os tubos pode riscar a pintura e até as fibras, prejudicando a sua resistência.

Muitas vezes, puxamos demais os gomos da vara e na hora de fechá-las eles não se soltam. Normalmente quando isso acontece, forçamos os tubos para fechá-los até quebrar um deles. Nesta situação devemos tirar a tampa do fundo da vara e colocá-la na posição vertical com o fundo para baixo em um lugar bem duro e liso, como um piso de pedra ou uma mesa de madeira, levantar o gomo preso e arremessá-lo contra o chão com toques secos até que se soltem. Se isso não resolver, jogue água quente entre os tubos e repita o processo, aí, com certeza, eles irão se soltar.

Varas de molinete:

Possui passadores maiores e instalados mais distantes uns dos outros, pois a linha sai pelo lado e espiralada e este tipo de montagem diminui o atrito com a linha evitando o desgaste. Não possui gatilho e a melhor posição de trabalho é mantendo o equipamento para baixo.

Varas de carretilha:

Como a linha sai pela frente e sem torcer, os passadores são menores e mais perto uns dos outros. Possui o gatilho pois a carretilha não tem a haste como no molinete e a posição mais adequada para trabalhar o equipamento é com a carretilha e passadores para cima e o gatilho para baixo.

Características:

Resistência:

A resistência de um caniço é medida internacionalmente em libras. Estas resistência é uma forma utilizada para medir e expressar a dureza de uma determinada ação.

Ação:

Indica o ponto em que a vara começa a vergar sob uma dada força. Desta forma podemos definir se o equipamento é de ação rápida, moderada ou lenta. Assim sendo caniços com a mesma resistência podem ter diferentes ações.

Poder ou força:

Essa referência determina a capacidade de forçada linha em que as varas suportam trabalhar os pesos de arremessos.

Capacidade de peso e resistência de linhas:

Essa referência determina a capacidade mínima e máxima da linha com que pode trabalhar. A mínima especifica qual a linha mais fraca que pode ser utilizada sem o risco de quebrar a vara. Por exemplo, em varas médias (médium), para linhas de 10 a 14 libras, não se deve colocar na carretilha ou molinete linhas abaixo de 10 libras (4,05kg). Isso corresponde aproximadamente às linhas de 0,30mm a 0,35mm.

As variações entre as medidas dos diâmetros (em frações de milímetros) e a libragem (em libras) se devem a produtos com a mesma espessura, mas resistências diferentes. Linhas mais resistentes que o máximo indicado na vara podem partir caso um peixe grande for fisgado. Para efeito de cálculos, uma libra (1libra) = 453,59 gramas. Para o exemplo acima, multiplica-se 14lbs x 0,45359kg = 6,3kg.

Escolha da sua vara de pesca:

Os fabricantes usam hoje diferentes matérias-primas para fazer varas. As ligas de carbono permitem que elas sejam cada vez mais leves e resistentes.

Todas as pesquisas para chegar a esses resultados são feitas para oferecer mais comodidade e menos esforço aos consumidores. Aqueles que pescam dias inteiros com equipamentos mais leves, percebem isto. Entretanto, além de proporcionar leveza, eles precisam garantir resistência para resistir às lutas com grandes peixes.

Depois das conhecidas varas de bambu, muitas vezes preparadas pelos próprios pescadores, surgiram as de fibra de vidro maciças, que oferecem resistência, mas não muita sensibilidade, além de serem pesadas. Em seguida, elas passaram a ser feitas ocas e, também, essa matéria-prima foi primeiro misturado a poliéster e, depois, ao carbono.
As mais modernas têm, na composição, tipos de carbono de alta tecnologia, denominados IM6, IM7, IM8, HM, etc. Os blanks são os corpos das varas e a maioria têm processo de fabricação extremamente técnicos e de precisão.

Melhor opção:

Com certeza, as varas são dos mais importantes componentes do equipamento e, combinados com linhas corretas, reduzem riscos de praticar o esporte. Quem já não passou pela difícil situação de encarar uma variedade de varas, de todos os tamanhos, libragens e materiais e, principalmente a variedade de preços em uma loja? Em geral, quanto mais caras, mais podem oferecer.
A leveza, o conforto e a resistência estão entre as principais vantagens. Entretanto, é incorreto acreditar que as baratas e comuns não oferecem bons resultados. Para quem usa iscas artificiais, porém, quanto mais leve for o conjunto, menos cansa. Como exemplo, em um só dia de pesca, pode-se arremessar mais de 600 vezes. Imagine isso com os pesados molinetes ou carretilhas, vara maciça e cabo de madeira?

O primeiro item a escolher no planejamento é a vara. Logo em seguida, vem a opção de linha (que tem de ser compatível). No passo seguinte, observe que, no ponto das varas próximo ao cabo onde se prende a carretilha ou molinete, marcações determinando a linha ideal. Caso a vara seja, por exemplo, uma que comporte linha de 12 a 20 libras, indica-se uma linha de 17 libras (7,7kg), com diâmetro aproximadamente 0,28mm.

Essa escolha dá maiores garantias de não forçar a vara. Nesse caso, a opção pode recair sobre uma linha de 20 libras, porém, no caso da linha de 17 libras, a vara abaixo do seu limite. Ao escolher uma linha com resistência menor do que a da vara, os perigos de quebrar recaem na linha, produto mais barato.

As varas são formadas pelos cabos (grips ou handles) e pelos corpos (blanks), os tubos principais. Os americanos denominam a ponta mais grossa dos blanks, os pés, de butt (traseiro) e outra extremidade do blank de tip (ponta). Os demais componentes chamam-se passadores ou guias (guide) e ponteiras (tip top).

Cada um dos diferentes tipos de cabo existentes foram desenvolvidos para pescarias diferentes ou acessórios agregados:

– Ultraleves (ultralights): são utilizados em varas da mesma categoria. Têm como principal características que o molinete se encaixa diretamente na cortiça através de dois deslizantes (sliding rings). Comprimento entre 8″ e 10″.

– Pistola (pistol grip): normalmente podem ser empunhados por uma só mão, sendo mais utilizados com iscas artificiais. Sua utilidade é muito relativa e seu peso maior que os outros tipos de comprimentos maiores. Não permitem bom balanceamento da vara e ergonomicamente não é funcional. As indústrias de varas o estão desatualizando gradativamente.

Retos (tigger): Variam de comprimento entre 7″e 15″ e os melhores são anatomicamente preparados. Atualmente são os tipos mais utilizados pelas indústrias, em dimensões e materiais variados. Dividem-se em leves e médios (light e medium), para carretilhas e molinetes com comprimentos que variam de 6″ a 8″.

Pitching: Entre 8″ e 10″ servem para varas de molinetes acima de 6,5 pés.

Steelhead: Acima de 13″, para molinetes ou carretilhas em varas acima de 7 pés.

Flipping: Entre 9″ e 11″, para carretilhas em varas de 6,5 pés.

Musky: Acima de 10″, longo e cilíndrico, para carretilhas, em varas de 6,5 pés e 25 libras.

Comprimento:

Como o nome já explica, é a medida do cabo à ponteira. Essa classificação tem relação direta com as distâncias em que se pretende lançar iscas.
De forma geral, quanto mais compridas forem, mais longe se pode arremessar. Porém, fatores como ações das varas, pesos das iscas a arremessar, espessura das linhas e qualidade das carretilhas e molinetes, entre outros, podem criar pequenas contradições em relação a essa característica.
Em geral, elas têm os comprimentos especificados em pés e polegadas (não em metros). Essas medidas registradas nos blanks.

Pesos de arremesso:

As varas possuem limites mínimos e máximos quanto aos pesos de iscas que suportam ou arremessam. Com iscas mais leves que as indicadas fica difícil lançar. No caso de mais pesadas, a vara pode partir no arremesso.

Os valores referentes a pesos de arremesso, vêm expressos em onça (Oz). Cada onça equivale a 28,35 gramas.

Você pode entender pelo exemplo em que a indicação diz lure (isca em inglês) 1/8 onça – 3/8 onça. Isso significa que essa vara arremessa iscas de um oitavo de onça a três oitavos de onça, ou seja, 3,54 gramas a 10,63 gramas.

Classificações

As varas foram classificadas quanto aos comprimentos, pesos de arremesso, poder ou força, capacidade de peso e resistência das linhas e ações. Em seguida veremos ações:

– Ultra lights (UL) ultraleves:
Comportam linhas de até 6lbs (2,7kg) e iscas de até 6g (1/32 a 3/16 onças). Excelente para pesca de lambaris, pequenas tilápias, trutas, escrivões, manjubas, saicangas e peixes de pequeno porte.

– Lights (L) leves:
Devem ser usadas com linhas de 6lbs (2,7kg) até 12lbs (5,4kg) e iscas de 4g a 11g (1/4 a 3/4 onça). Excelente para pesca de peixes como tilápias, matrinchãs, tabaranas, robaletes, pequeno black bass e betaras.

– Médium (M) médias:
Para linhas de 10lbs (4,5kg) a 14lbs (6,4kg) e iscas de 7g a 21g (1/4 a 7/4 onças). Excelente para peixes do porte como robalos, black bass, traíras, sargos, piraputangas, carpas, pequenos tucunarés e pacus.

– Heavy (H) pesadas:
Voltadas a linhas de 16lbs (7,2kg) a 30lbs (13,6kg) e iscas de 11g a 28g (3/8 a 1 onça). Excelentes varas para pesca de peixes com o porte de jaús, pirararas, meros, badejos, grandes garoupas, grandes pintados, dourados do mar, pirarucus e cações.

– Musky:
O nome de um peixe barra pesada dos EUA, que são peixes ultra pesados. Especiais para linhas acima de 35lbs (15,9kg) e iscas de 40g a 300g. Excelente para peixes do tipo como atuns, piraibas, grandes jaús e meros.

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3 Responses to Dados Técnicos e infomações de Pesca.

  1. Adilson says:

    muito bom !!!!!

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