Equipamentos utilizados por soldados.

Fonte:http://mundoestranho.abril.com.br/materia/que-equipamentos-um-soldado-carrega

Guerra portátil Fuzileiros americanos levam 30 kg de pura tecnologia bélica

CAPACETE

Os militares americanos usam na atualidade quatro modelos diferentes de capacete, todos feitos com várias camadas de kevlar. Desde de 2004, os fuzileiros recebem um modelo resistente a projéteis de 9 mm

BOLSA PARA REMÉDIOS

Aqui vão medicamentos de extrema urgência, incluindo poderosos anestésicos injetáveis – a maioria dos outros apetrechos para primeiros socorros vai com o paramédico que acompanha cada patrulha

PISTOLA

As forças americanas usam dois modelos de armas para combates mais próximos. Parte dos fuzileiros usa a pistola semi-automática Colt M1911 calibre 45, com alcance de 60 m. Outros usam a pistola Beretta 92S-1, com alcance de 50 m e 1 kg de peso, como a Colt

MEIAS

Manter os pés secos e limpos é indispensável para evitar micoses e feridas que impeçam o soldado de caminhar. Por isso, três pares de meias são incluídos na bagagem, sendo trocados uma vez ao dia e lavados com regularidade

COLETE

Feito de kevlar, uma fibra sintética ultra-resistente, é capaz de deter o impacto direto de um projétil de 9 mm, calibre da maioria das submetralhadoras e pistolas militares usadas pelos exércitos

FUZIL

A arma básica é o fuzil de assalto M-16. Desenhado em 1957, tem calibre 5,56 mm, alcance de 550 m, pesa em torno de 3 kg, é feito de plástico e liga de alumínio. Os modelos mais recentes podem receber um lançador de granadas montado sob o cano

FACA

Usada para cortar fios e cabos, pode ser adaptada ao cano do fuzil M-16, além de servir como punhal de combate, faca de campo e até como serra. A lâmina tem mais de 20 cm e a arma é usada em conjunto com outros modelos mais antigos de baioneta

MUNIÇÃO PARA MORTEIRO

Transportada junto com rádios e agasalhos na mochila maior, que resiste a cargas de quase 60 kg. Morteiros são armas simples, feitas apenas de uma base de metal e um cano que dispara projéteis explosivos capazes de espalhar estilhaços por grandes áreas

BOLSA PARA ÁGUA

Inicialmente usada por ciclistas de competição, a chamada camelbak é transportada nas costas, armazena quase 5 litros e tem um caninho plástico até a boca do soldado, que agora leva apenas um cantil na cintura – usado geralmente para reabastecer a camelbak

PONCHO

Feito de tecido impermeável camuflado, é usado sob chuva, como agasalho leve ou abrigo para dormir à noite. Suas aberturas laterais permitem que o soldado faça movimentos bruscos e rápidos e possa manejar armas com facilidade

BOLSAS PARA MUNIÇÃO

Munição nunca é demais. Por isso as bolsas no suspensório de um fuzileiro são desenhadas com capacidade para pelo menos três magazines de 30 cartuchos para fuzil M-16 ou dois magazines de 20 tiros para carabina M-4 ou ainda quatro pentes de munição para pistola

KIT LIMPA-ARMA

Usado para limpar e lubrificar fuzis, pistolas, submetralhadoras e carabinas – armas que podem emperrar por causa de poeira e umidade. Contém óleo mineral, grafite, flanela e escovinha para retirar resíduos de pólvora do cano

CHEM LIGHT

Do inglês “luz química”, são pequenos tubos plásticos (em torno de 15 cm de comprimento) que ao ser agitados produzem uma reação química, gerando luz de baixa intensidade em diversas cores para sinalização ou iluminação de emergência

TOLDO

Feito de plástico ou tecido impermeável em padrões variados de camuflagem (para selva, deserto ou neve), é usado como abrigo contra o sol e a chuva, além de servir para montar barracas e macas improvisadas

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Dados Técnicos e infomações de Pesca.

Informações variadas sobre pesca completa.

Tipos de nós e suas resistências.

Dias de Pesca mediante as luas e seus efeitos.

INFLUÊNCIA DA LUA NA PESCA

LUA NOVA – 1º dia Muito bom até às 08h 00
LUA NOVA – 2º dia Muito bom até às 08h 00
LUA NOVA – 3º dia Muito bom até às 14h 00
LUA NOVA – 4º dia Muito bom até às 15h 00
LUA NOVA – 5º dia Muito Bom até às 15h 00
LUA NOVA –  6º dia Mau
LUA NOVA – 7º dia Razoável das 10h às 15h
QUARTO CRESCENTE – 1º dia Bom de manhã  Sofrível à tarde
QUARTO CRESCENTE – 2º dia Bom de manhã  Razoável à tarde
QUARTO CRESCENTE – 3º dia Sofrível
QUARTO CRESCENTE – 4º dia Sofrível
QUARTO CRESCENTE – 5º dia Sofrível
QUARTO CRESCENTE – 6º dia Muito bom das 14h 00 até à noite
QUARTO CRESCENTE – 7º dia Razoável todo o dia
LUA CHEIA – 1º dia Sofrível todo o dia
LUA CHEIA – 2º dia Mau todo o dia
LUA CHEIA – 3º dia Muito mau todo o dia
LUA CHEIA – 4º dia Razoável todo o dia
LUA CHEIA – 5º dia Bom de manhã – sofrível à tarde
LUA CHEIA – 6º dia Bom de manhã – sofrível à tarde
LUA CHEIA – 7º dia Razoável todo o dia
QUARTO MINGUANTE 1º dia Bom depois das 13h 00
QUARTO MINGUANTE 2º dia Razoável à tarde
QUARTO MINGUANTE 3º dia Bom depois das 15h 00
QUARTO MINGUANTE 4º dia Sofrível depois das 16h 00
QUARTO MINGUANTE 5º dia Bom à tarde
QUARTO MINGUANTE 6º dia Razoável à tarde
QUARTO MINGUANTE 7º dia Razoável à tarde

Água doce

ESPÉCIE

ÉPOCA

ISCAS

ANZOL

Acará Ano todo Minhoca, bichinho, macarrão 12/16
Bagre Ano todo Minhoca, fígado, lambari 12a 2
Carpa Verão Massa, minhoca 8a 2
Chimboré Verão Minhoca, milho verde 10-14
Curimbatá Verão Massa 10-12
Dourado Verão Colher, tuvira, lambari, rã 1/0-4/0
Lambari Ano todo Minhoca, massa, queijo, siri, bichinho 14-18
Jaú Ano todo Minhocuçu, miúdos de frango, peixe 5/0-10/0
Mandiúva Ano todo Minhoca, lambari 8 a 2
Pacú Verão Massa, milho cozido, mandioca 1/0-4/0
Pintado Ano todo Minhocuçu, peixe, rã 3/0-7/0
Piracanjuba Verão Lambari, massa, mandioca, milho verde 6-2
Pirambeba Ano todo Minhoca, fígado 8-4
Surubim Ano todo Minhoca, rã, minhocuçu 3/0-7/0
Tilápia Ano todo Minhoca, milho verde, capim, bichinho. 10-16

Água salgada

ESPÉCIE

ÉPOCA

ISCAS

ANZOL

Anchova Verão Sardinha 2 a 1/0
Bagre Ano todo Sardinha, camarão, lula 12a 2/0
Cação Verão Sardinha, cavalinha 2/0a 7/0
Caranha Verão Sardinha 1/0 a 7/0
Cavala Ano todo Artificial, colher 2 a 3/0
Corcoroca Ano todo Camarão, sardinha mariscos 8 a 12
Corvina Ano todo Tatuí, camarão 8 a 1/0
Espada Ano todo Sardinha 1/0 a 3/0
Gualhudo Verão Camarão, sarnambi 10 a 14
Garoupa Ano todo Sardinha 1/0 a 6/0
Linguado Ano todo Camarão 8 a 12
Arraia Ano todo Sardinha, camarão 1/0 a 5/0
Pampo Verão Camarão, sarnambi, tatuí 6 a 1/0
Pescadinha Ano todo Camarão, tatuí 8 a 2
Robalo Verão Camarão 8 a 2/0
Sargo Ano todo Caranguejo, mariscos 2 a 1/0
Sernambiquara Ano todo Camarão, tatuí, sarnambi 1/0 a 3/0
Xaréo Ano todo Sardinha, camarão 1/0 a 3/0

TIPOS DE LINHAS

DIÂMETRO

DA LINHA

RESISTÊNCIA

(Em média)

Mm

Kg

Lb

0,20

2,7

6

0,25

4,2

8

0,30

5,3

12

0,35

6,8

15

0,40

9,1

20

0,45

11,6

25

O,50

15,0

32

0,60

19,9

42

Fonte: Pesca Brasil.

Tipos de varas.

Fonte: http://www.brasilpescarias.com.br/equipamentos/3/varas.aspx

O aparecimento das varas de pesca resultou da necessidade de ampliar o raio de ação do braço do pescador.

A princípio, qualquer pedaço de madeira razoavelmente reto era utilizado, o bambu, por ser oco, flexível e reto, logo entrou em uso, e é até utilizado em grande escala em todo o mundo.

Por volta do séc. XVIII, surgiram na Europa varas de pesca de madeira sólida feitas com uma ou mais seções. As madeiras mais usadas eram provenientes da América do Sul, lancewood e greenheart. Todavia, apesar de fortes, elas apresentam inconvenientes, como peso demasiado e tendência a empenamento.

Em 1801, Snart, em sua obra Pratical observations on angling in the river Trent (Observações práticas sobre a pesca no rio Trent), mencionou pela primeira vez a vara feita de lascas de bambu colada uma às outras (built cane).

Estas varas, depois confeccionadas com seis tiras de perfil hexagonal, estiveram em uso até 1948, quando o panorama da manufatura de varas de pesca sofreu radical mudança com a aparecimento da fibra de vidro. Impregnado de resina sintética, esse material substitui por completo as varas metálicas (aço, ligas de cobre etc.), muito usadas no período 1920- 1947, e, em grande parte, o bambu.

Imune ao calor, frio, apodrecimento, corrosão pela água salgada, umidade, esse material apresenta grande facilidade de recuperação da forma, mesmo depois de curvo durante muito tempo. Entretanto, as varas de built cane, delicado trabalho de artesanato, de preço elevado, continuam contando com a preferência dos especialistas de pesca com mosca.

Existe uma infinita variedade de varas à venda nas lojas especializadas que vão desde a tradicional vara de bambu até as produzidas a partir de fibras e mistura de fibras como as de carbono e grafite e outros materiais, como o kevlar, por exemplo, e estão cada dia mais leves e resistentes.

Quando for adquirir uma vara deve-se ter em mente o tipo de pescaria que costuma praticar, ou seja, o tamanho do peixe, se pesca embarcado, de barranco ou praia, se necessita executar arremessos longos, os tipos de iscas utilizadas, se usa molinete, carretilha ou nenhum dos dois etc.

Se costuma pescar de barranco em pequenos rios onde os peixes maiores (acima de 700g) são raridade, pode muito bem usar varas caipiras (de bambu) ou varas telescópicas lisas tomando apenas o cuidado de dimensionar a linha um pouco acima do recomendado.

Não sendo o caso, pode-se optar por varas equipadas com molinetes ou carretilhas. Algumas pessoas desconhecem mas existe uma diferença entre as varas recomendadas para molinetes e aquelas usadas para carretilhas.

Varas Telescópicas:

Escolher uma vara telescópica não é tarefa fácil. Mais difícil ainda é ser bem atendido quando um dos gomos ou a ponteira destas varas quebram. É claro que elas não entraram no mercado com o preço baixo que custam para durarem a vida toda, mas o mínimo que nós pescadores devemos exigir é a garantia do produto comprado. O critério do consumidor é que vai definir a qualidade dos materiais oferecidos, assim como a qualidade das lojas e do atendimento.

As varas telescópicas, como toda vara, devem ser leves e resistentes. Para chegar a alta leveza e resistência, existem vários fatores que devem ser analisados nas varas.

O peso das varas pode variar de acordo com o material de que ela é feita e espessura dos tubos, os materiais usados são carbono e fibra de vidro que podem ser puros ou misturados entre si em diversas proporções, são os chamados mix carbon.

As varas de carbono são super leves e bem rígidas, conseqüentemente, mais frágeis. São varas que exigem grande cuidado não só por serem mais fáceis de quebrar, mas também, por serem sempre muito caras. Caso você encontre uma vara telescópica que se diz feita de carbono com preços baixos, desconfie. Algumas varas possuem uma fina camada de carbono no fundo da vara para aparentar ser totalmente de carbono, mas se analisarmos o tubo todo verificaremos que são inteiras de fibra.

As varas de fibra de vidro são bem mais baratas que as de carbono, mas são um pouco mais pesadas e flexíveis, o que as torna mais resistentes a pancadas e envergaduras bruscas.

Já as varas de mix carbon que variam de 20% a 80%, possuem preços bons e a resistência das varas de fibra, dependendo da proporção da mistura podem ser até mais resistentes. O seu peso varia de acordo com a mistura do material com o qual são produzidas.

Tendo essas informações você pode escolher a vara ideal para cada tipo de pesca. Por exemplo, uma pescaria onde você precisa ficar o tempo todo com a vara na mão, vale a pena usar uma vara de carbono já se for utilizar suportes de vara, deve preferir varas de fibra ou de mix carbon que são mais resistentes e flexíveis.

Além do material, a espessura dos tubos também influencia no peso e na resistência da vara. Muitos fabricantes utilizam tubos super finos para baratear o custo e fazer uma vara super leve, mas ela se torna muito frágil. Imagine-se em uma pescaria capturando espécies de aproximadamente 0,5 kg e, de repente, você fisga uma corvina de bom porte ou uma anchova, que são peixes que dão um forte puxão quando fisgados. Com certeza, se você estiver utilizando uma dessas varas “baratas” ela não suportará e aí você perderá o peixe e a vara, porque, certamente, nenhuma vara desse tipo tem garantia alguma.
Antes de fechar as varas devemos sempre limpá-las com um pano úmido, pois qualquer tipo de sujeira que entrar entre os tubos pode riscar a pintura e até as fibras, prejudicando a sua resistência.

Muitas vezes, puxamos demais os gomos da vara e na hora de fechá-las eles não se soltam. Normalmente quando isso acontece, forçamos os tubos para fechá-los até quebrar um deles. Nesta situação devemos tirar a tampa do fundo da vara e colocá-la na posição vertical com o fundo para baixo em um lugar bem duro e liso, como um piso de pedra ou uma mesa de madeira, levantar o gomo preso e arremessá-lo contra o chão com toques secos até que se soltem. Se isso não resolver, jogue água quente entre os tubos e repita o processo, aí, com certeza, eles irão se soltar.

Varas de molinete:

Possui passadores maiores e instalados mais distantes uns dos outros, pois a linha sai pelo lado e espiralada e este tipo de montagem diminui o atrito com a linha evitando o desgaste. Não possui gatilho e a melhor posição de trabalho é mantendo o equipamento para baixo.

Varas de carretilha:

Como a linha sai pela frente e sem torcer, os passadores são menores e mais perto uns dos outros. Possui o gatilho pois a carretilha não tem a haste como no molinete e a posição mais adequada para trabalhar o equipamento é com a carretilha e passadores para cima e o gatilho para baixo.

Características:

Resistência:

A resistência de um caniço é medida internacionalmente em libras. Estas resistência é uma forma utilizada para medir e expressar a dureza de uma determinada ação.

Ação:

Indica o ponto em que a vara começa a vergar sob uma dada força. Desta forma podemos definir se o equipamento é de ação rápida, moderada ou lenta. Assim sendo caniços com a mesma resistência podem ter diferentes ações.

Poder ou força:

Essa referência determina a capacidade de forçada linha em que as varas suportam trabalhar os pesos de arremessos.

Capacidade de peso e resistência de linhas:

Essa referência determina a capacidade mínima e máxima da linha com que pode trabalhar. A mínima especifica qual a linha mais fraca que pode ser utilizada sem o risco de quebrar a vara. Por exemplo, em varas médias (médium), para linhas de 10 a 14 libras, não se deve colocar na carretilha ou molinete linhas abaixo de 10 libras (4,05kg). Isso corresponde aproximadamente às linhas de 0,30mm a 0,35mm.

As variações entre as medidas dos diâmetros (em frações de milímetros) e a libragem (em libras) se devem a produtos com a mesma espessura, mas resistências diferentes. Linhas mais resistentes que o máximo indicado na vara podem partir caso um peixe grande for fisgado. Para efeito de cálculos, uma libra (1libra) = 453,59 gramas. Para o exemplo acima, multiplica-se 14lbs x 0,45359kg = 6,3kg.

Escolha da sua vara de pesca:

Os fabricantes usam hoje diferentes matérias-primas para fazer varas. As ligas de carbono permitem que elas sejam cada vez mais leves e resistentes.

Todas as pesquisas para chegar a esses resultados são feitas para oferecer mais comodidade e menos esforço aos consumidores. Aqueles que pescam dias inteiros com equipamentos mais leves, percebem isto. Entretanto, além de proporcionar leveza, eles precisam garantir resistência para resistir às lutas com grandes peixes.

Depois das conhecidas varas de bambu, muitas vezes preparadas pelos próprios pescadores, surgiram as de fibra de vidro maciças, que oferecem resistência, mas não muita sensibilidade, além de serem pesadas. Em seguida, elas passaram a ser feitas ocas e, também, essa matéria-prima foi primeiro misturado a poliéster e, depois, ao carbono.
As mais modernas têm, na composição, tipos de carbono de alta tecnologia, denominados IM6, IM7, IM8, HM, etc. Os blanks são os corpos das varas e a maioria têm processo de fabricação extremamente técnicos e de precisão.

Melhor opção:

Com certeza, as varas são dos mais importantes componentes do equipamento e, combinados com linhas corretas, reduzem riscos de praticar o esporte. Quem já não passou pela difícil situação de encarar uma variedade de varas, de todos os tamanhos, libragens e materiais e, principalmente a variedade de preços em uma loja? Em geral, quanto mais caras, mais podem oferecer.
A leveza, o conforto e a resistência estão entre as principais vantagens. Entretanto, é incorreto acreditar que as baratas e comuns não oferecem bons resultados. Para quem usa iscas artificiais, porém, quanto mais leve for o conjunto, menos cansa. Como exemplo, em um só dia de pesca, pode-se arremessar mais de 600 vezes. Imagine isso com os pesados molinetes ou carretilhas, vara maciça e cabo de madeira?

O primeiro item a escolher no planejamento é a vara. Logo em seguida, vem a opção de linha (que tem de ser compatível). No passo seguinte, observe que, no ponto das varas próximo ao cabo onde se prende a carretilha ou molinete, marcações determinando a linha ideal. Caso a vara seja, por exemplo, uma que comporte linha de 12 a 20 libras, indica-se uma linha de 17 libras (7,7kg), com diâmetro aproximadamente 0,28mm.

Essa escolha dá maiores garantias de não forçar a vara. Nesse caso, a opção pode recair sobre uma linha de 20 libras, porém, no caso da linha de 17 libras, a vara abaixo do seu limite. Ao escolher uma linha com resistência menor do que a da vara, os perigos de quebrar recaem na linha, produto mais barato.

As varas são formadas pelos cabos (grips ou handles) e pelos corpos (blanks), os tubos principais. Os americanos denominam a ponta mais grossa dos blanks, os pés, de butt (traseiro) e outra extremidade do blank de tip (ponta). Os demais componentes chamam-se passadores ou guias (guide) e ponteiras (tip top).

Cada um dos diferentes tipos de cabo existentes foram desenvolvidos para pescarias diferentes ou acessórios agregados:

– Ultraleves (ultralights): são utilizados em varas da mesma categoria. Têm como principal características que o molinete se encaixa diretamente na cortiça através de dois deslizantes (sliding rings). Comprimento entre 8″ e 10″.

– Pistola (pistol grip): normalmente podem ser empunhados por uma só mão, sendo mais utilizados com iscas artificiais. Sua utilidade é muito relativa e seu peso maior que os outros tipos de comprimentos maiores. Não permitem bom balanceamento da vara e ergonomicamente não é funcional. As indústrias de varas o estão desatualizando gradativamente.

Retos (tigger): Variam de comprimento entre 7″e 15″ e os melhores são anatomicamente preparados. Atualmente são os tipos mais utilizados pelas indústrias, em dimensões e materiais variados. Dividem-se em leves e médios (light e medium), para carretilhas e molinetes com comprimentos que variam de 6″ a 8″.

Pitching: Entre 8″ e 10″ servem para varas de molinetes acima de 6,5 pés.

Steelhead: Acima de 13″, para molinetes ou carretilhas em varas acima de 7 pés.

Flipping: Entre 9″ e 11″, para carretilhas em varas de 6,5 pés.

Musky: Acima de 10″, longo e cilíndrico, para carretilhas, em varas de 6,5 pés e 25 libras.

Comprimento:

Como o nome já explica, é a medida do cabo à ponteira. Essa classificação tem relação direta com as distâncias em que se pretende lançar iscas.
De forma geral, quanto mais compridas forem, mais longe se pode arremessar. Porém, fatores como ações das varas, pesos das iscas a arremessar, espessura das linhas e qualidade das carretilhas e molinetes, entre outros, podem criar pequenas contradições em relação a essa característica.
Em geral, elas têm os comprimentos especificados em pés e polegadas (não em metros). Essas medidas registradas nos blanks.

Pesos de arremesso:

As varas possuem limites mínimos e máximos quanto aos pesos de iscas que suportam ou arremessam. Com iscas mais leves que as indicadas fica difícil lançar. No caso de mais pesadas, a vara pode partir no arremesso.

Os valores referentes a pesos de arremesso, vêm expressos em onça (Oz). Cada onça equivale a 28,35 gramas.

Você pode entender pelo exemplo em que a indicação diz lure (isca em inglês) 1/8 onça – 3/8 onça. Isso significa que essa vara arremessa iscas de um oitavo de onça a três oitavos de onça, ou seja, 3,54 gramas a 10,63 gramas.

Classificações

As varas foram classificadas quanto aos comprimentos, pesos de arremesso, poder ou força, capacidade de peso e resistência das linhas e ações. Em seguida veremos ações:

– Ultra lights (UL) ultraleves:
Comportam linhas de até 6lbs (2,7kg) e iscas de até 6g (1/32 a 3/16 onças). Excelente para pesca de lambaris, pequenas tilápias, trutas, escrivões, manjubas, saicangas e peixes de pequeno porte.

– Lights (L) leves:
Devem ser usadas com linhas de 6lbs (2,7kg) até 12lbs (5,4kg) e iscas de 4g a 11g (1/4 a 3/4 onça). Excelente para pesca de peixes como tilápias, matrinchãs, tabaranas, robaletes, pequeno black bass e betaras.

– Médium (M) médias:
Para linhas de 10lbs (4,5kg) a 14lbs (6,4kg) e iscas de 7g a 21g (1/4 a 7/4 onças). Excelente para peixes do porte como robalos, black bass, traíras, sargos, piraputangas, carpas, pequenos tucunarés e pacus.

– Heavy (H) pesadas:
Voltadas a linhas de 16lbs (7,2kg) a 30lbs (13,6kg) e iscas de 11g a 28g (3/8 a 1 onça). Excelentes varas para pesca de peixes com o porte de jaús, pirararas, meros, badejos, grandes garoupas, grandes pintados, dourados do mar, pirarucus e cações.

– Musky:
O nome de um peixe barra pesada dos EUA, que são peixes ultra pesados. Especiais para linhas acima de 35lbs (15,9kg) e iscas de 40g a 300g. Excelente para peixes do tipo como atuns, piraibas, grandes jaús e meros.

Elementos Essenciais do Combatente

Elementos Essenciais do Combate

A análise da batalha terá de ser feita à luz de referências que nos permitam identificar os elementos presentes, caracterizá-los e utilizá-los como termo de comparação dos meios de coação militar empregues num dado momento e lugar, em tempos cronológicos e/ou lugares diferentes. As referências que podemos adoptar não podem ser escolhidas ao acaso; devem representar o grupo sociopolítico que cria a força militar em análise, os seus recursos materiais e infraestruturas e a forma como os utilizam. Assim, podem ser definidas um conjunto de referências que, para além de nos oferecerem uma via inicial de análise de um acontecimento num dado momento e num dado espaço geográfico, permitem-nos ter uma visão mais clara da evolução do campo de batalha a par da evolução sociopolítica e técnica. Definem-se portanto os Elementos Essenciais do Combate (EEC) que evoluíram ao longo da História: o Homem, o Fogo, o Choque, o Movimento e a Protecção
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Os Elementos Essenciais do Combate

O Homem

O Homem que aparece no campo de batalha é o elemento essencial do combate que utiliza os outros elementos essenciais do combate. É o comandante e o soldado. É o produto de um sistema social e político que determina o seu papel na organização criada (mesmo que temporariamente) para utilização dos meios de violência. As suas motivações e capacidades variam com o meio social e político de origem. É o elemento primordial de toda a acção militar. A sua acção, tal como a dos outros elementos essenciais do combate, visa atingir os objectivos que foram definidos pelo poder político.

O Homem

O Homem é certamente o elemento essencial do combate mais complexo e mais difícil de analisar. A sociedade humana evolui permanentemente. Evolui nas técnicas, nas instituições sociais e nas ideias. A vida do homem em sociedade é profunda e perpétuamente dinâmica. No entanto, não evolui da mesma forma em todas as regiões do mundo e esse facto determina a diversidade de culturas. Esta diversidade produz diferentes meios sociais e políticos e, por isso mesmo, diferentes aparelhos militares. Isto não é verdade apenas para as épocas antigas em que se confrontavam, por exemplo, as bem organizadas legiões romanas com os grupos mais ou menos heterogéneos de bárbaros. Apesar da globalização mantêm-se muitas diferenças e sendo esta uma época em que a técnica circula com grande facilidade, a diferença crucial está principalmente no Homem.

Mas existiu sempre, e persiste ainda, uma diferença por vezes muito grande entre os homens que integram uma mesma força militar. A História mostra-nos que as sociedades igualitárias são uma utopia. A hierarquia militar traduz por norma a estrutura social de onde saem os mais altos e os mais baixos postos. O sistema feudal é o melhor exemplo deste facto mas também, se observarmos o que se passava no século XVIII, encontraremos uma classe de oficiais superiores quase integralmente oriundos da nobreza enquanto, de acordo com a opinião do ministro da guerra francês Saint-Germain, ao referir-se aos soldados, os exércitos devem inevitavelmente ser compostos pela escória da nação ... Mesmo hoje, longe destas situações extremas, registam-se diferenças que determinam diferentes motivações e capacidades e, por vezes, conflitos dentro da própria hierarquia.

A análise do Homem enquanto EEC, inserido na estrutura militar, não pode, pelo que acabamos de ver, ser inteiramente compreendida se nos limitarmos ao enunciado estatutário ou regulamentar das suas funções, ao relacionamento institucional entre os seus membros, transversal ou hierarquicamente. Para compreender inteiramente este EEC é preciso referenciá-lo não apenas cronológica e geograficamente à luz das doutrinas militares, mas também socialmente.

O Fogo

O Fogo

o EEC Fogo significa que se pode atingir o adversário a alguma distância. Originalmente é simbolizado pela pedra que o homem primitivo utilizava como projéctil. Foi de tal forma notável a evolução deste elemento, especialmente a partir da utilização da pólvora, que hoje é considerado um elemento preponderante. O elemento fogo esteve presente no campo de batalha sempre que o combatente utilizava uma funda, um dardo, um arco, uma besta, um mosquete ou uma espingarda automática. Mas este EEC não se traduz apenas nas armas individuais. As balistas e as catapultas, as bombardas, os canhões, os obuses ou os morteiros são armas manejada por equipas de homens. No topo desta evolução técnica, os mísseis e as armas nucleares, as armas químicas e as biológicas, dão-nos uma ideia da importância que este elemento adquiriu no campo de batalha moderno.

O Choque

O Choque

O mais rudimentar elemento que pode simbolizar o choque é a própria mão que agride o adversário. O machado (inicialmente em pedra, depois de metal), a espada, a alabarda ou a baioneta proporcionam a utilização do elemento choque. O combate corpo-a-corpo é a consequência da utilização deste EEC. Se o combatente que utiliza uma arma que lhe confere poder de choque o faz montado num cavalo, como aconteceu em muitas épocas mas especialmente na Idade Média, a montada confere-lhe maior poder de choque. Um carro de combate moderno, para além do seu notável poder de fogo, não deixa de ser temido pela sua grande capacidade de choque, especialmente sobre a infantaria.

O Movimento

O Movimento

Inicialmente, o movimento teve um papel pouco relevante na batalha. Era utilizado para deslocar os combatentes para o campo de batalha e aí simplesmente permitir que as forças adversárias fossem colocadas à distância de poderem utilizar as suas armas (de fogo ou de choque). A evolução da técnica e do aparelho militar conduziram à utilização do movimento para colocar as tropas numa posição mais vantajosa, redistribuí-las para obter superioridade num dado ponto, contornar as posições inimigas e ameaçar a sua linha de comunicações, em suma, manobrar. A aplicação do movimento para manobrar as forças no campo de batalha foi utilizada com mais intensidade desde Frederico II da Prússia e especialmente por Napoleão. No entanto, na Primeira Guerra Mundial, o início da campanha na frente ocidental traduziu-se por elevado grau de movimento mas o EEC fogo, que com a metralhadora tinha já atingido uma importância muito grande, obrigou durante muito tempo a manter a frente numa linha quase estática.

A Protecção

A Protecção Individual

O combatente utiliza dois tipos de protecção: individual e colectiva. A protecção individual é a que o combatente utiliza para evitar ou atenuar os efeitos do choque ou do fogo empregue pelo adversário: um escudo, uma couraça para proteger o peito ou as costas, um elmo ou um capacete para proteger a cabeça. Nos tempos mais modernos, continuam a utilizar-se capacetes – agora fabricados com materiais mais sofisticados, tal como se utilizavam os elmos há mil anos atrás; utilizam-se coletes à prova de bala como se utilizavam couraças. Mas há novas necessidades e novos meios de protecção no campo de batalha: os elementos de protecção NBQ (nuclear, biológica e química) que vão dos fatos completos às simples máscaras anti-gás.

A Protecção Colectiva

A protecção colectiva, ao contrário da individual, é fixa, isto é, com carácter permanente. Assim eram os castelos, as muralhas que protegiam as cidades ou as trincheiras construídas na Primeira Guerra Mundial. A sua extensão determina a dimensão do grupo ou do território a proteger. Para além dos numerosos castelos existentes em Portugal e por toda a Europa e Ásia, das numerosas fortalezas e outras infraestruturas mais modernas construídas por todo o mundo, a protecção colectiva adquire um campo mais vasto de utilização com a blindagem de veículos, helicópteros e outros meios aéreos e navais. Nos tempos modernos, a protecção colectiva, sem abandonar as infra-estruturas, deslocou-se mais para os sistemas de armas (Viatura blindada de transporte de pessoal, carro de combate, etc.).

Protecção colectiva

A influência da técnica nos EEC

A técnica teve sempre grande influência na forma como se organizaram e actuaram as forças militares. Basta pensar no que eram as batalhas antes e depois do desenvolvimento das armas de fogo ou na diferença entre uma batalha na Guerra dos Cem Anos ou na Segunda Guerra Mundial. Apesar dos elementos comuns que poderão ser encontrados nos conceitos de manobra – veja-se a Batalha de Canas e o Plano Schlieffen – as diferenças técnicas são imensas.

Projecto de Leonardo da Vinci

Paulatinamente o choque foi cedendo lugar ao fogo. Sempre coexistiram mas quando a maior parte do combate era travado numa luta corpo-a-corpo por guerreiros armados de espadas ou machados, dominava o choque. O emprego de arcos e bestas constituía apenas uma pequena parte, embora importante, do confronto. A utilização da pólvora e o desenvolvimento da metalurgia possibilitaram que as armas de fogo começassem a ter um papel preponderante no campo de batalha. Desenvolveram-se armas individuais (ex: espingarda) e armas colectivas (ex: obus) mas mesmo quando o soldado actual utiliza a espingarda automática mais moderna não deixa de ter uma baioneta.

A utilização do movimento foi significativamente alterada, por duas razões de natureza muito diferente, especialmente durante o século XIX. Uma primeira razão tem a ver com o conceito de emprego das forças. Foi o caso da relevância da manobra e da estratégia militar de acção indirecta seguida por Napoleão. Uma segunda razão tem a ver com a Revolução Industrial que, com o desenvolvimento do caminho de ferro, possibilitou o rápido movimento de grande volume de homens e materiais. Mais tarde, o motor de combustão veio acrescentar novas possibilidades em terra (viaturas de transporte de pessoas e carga, carro de combate), no mar (navios a vapor, mais tarde a diesel; submarinos) e no ar (aviões).

O que a técnica fez ao projecto de Leonardo da Vinci

A evolução da protecção individual acompanhou também a evolução técnica. O escudo, utilizado desde a Pré-História, evoluiu da madeira e couro para o metal. As protecções utilizadas sobre o corpo evoluíram no mesmo sentido e o desenvolvimento de novos materiais permitiu que as armaduras não fossem pura e simplesmente eliminadas do campo de batalha. Elas existem agora sob a designação vulgar de coletes à prova de bala que são feitos de fibras sintéticas. A protecção colectiva evoluiu no mesmo sentido pois é fácil de identificar a diferença no grau de protecção oferecido pelas muralhas de um castelo medieval, por uma fortaleza projectada por Vauban ou pela fortificações da Linha Maginot. Nesta apreciação não se coloca a dimensão da obra pois a Muralha da China, cuja construção foi iniciada no século III a.C., é bem mais extensa que, por exemplo as Linhas de Torres Vedras ou a Muralha do Atlântico.A blindagem do carro de combate é uma protecção colectiva que, ao contrário das anteriores, se pode movimentar.

Estes são os elementos utilizados pelo Homem, também ele um elemento essencial do combate. O Homem presente no campo de batalha é o elemento que adquiriu uma cultura, expectativas e motivações que ganharam forma na sociedade que o produziu, isto é, na sociedade que produziu os elementos essenciais ao combate – fogo, choque, movimento e protecção – que ele utiliza e com características adequadas ao tempo e lugar respectivos. Não é possível caracterizar o EEC Homem sem caracterizar, do ponto de vista técnico, a sua sociedade de origem. Desde que as primeiras comunidades humanas da Idade da Pedra fabricaram os primeiros instrumentos que utilizaram na guerra, a tecnologia e os produtos por si produzidos estiveram sempre presentes no campo de batalha.

Não só os objectivos mas também os recursos são definidos pelo Poder Político. Essa definição assenta em premissas políticas e técnicas. Ambas permitem definir as doutrinas tácticas e logísticas a aplicar e a organização que as Forças Armadas devem adoptar para o combate. Num patamar mais elevado, a técnica continua a ter grande influência nas doutrinas estratégicas e na organização da Nação para a guerra.

A interdependência dos EEC

Cada um dos EEC não evolui por si só. Pondo de parte a relação entre o elemento Homem e os restantes EEC, que se revela principalmente em termos de utilização, podemos afirmar que cada elemento influenciou os demais.

Ao predomínio inicial do choque seguiu-se um crescimento exponencial do fogo. Estes elementos sempre coexistiram e na evolução que conduziu à supremacia do Fogo assistimos ao ponto de viragem no século XVIII, quando o mosquete e a boca de fogo de artilharia sofrem melhoramentos consideráveis e se tornam nos meios que vão ser utilizados nas Guerras Napoleónicas. A História ensina-nos, portanto, que perante um EEC fogo cada vez mais eficaz, o choque deixa de ser considerado por certos autores como elemento do combate significativo.

Enquanto o choque predominou, o movimento foi utilizado fundamentalmente para deslocar os combatentes para o campo de batalha e aí para aproximar ambas as forças em presença á distância do choque. Mais tarde o movimento é utilizado a nível estratégico e a nível táctico como plataforma de transporte do fogo e do choque, para deslocar as forças para pontos seleccionados em que podem obter vantagem sobre o inimigo. Nas épocas de Frederico II da Prússia e Napoleão, o movimento das forças, só por si, chega a resolver situações de combate, […].

Quando entramos no século XX, com a Primeira Guerra Mundial, estes três EEC, fogo, choque e movimento, estão presentes no campo de batalha: um grande poder de fogo conseguido pelas metralhadoras e pela utilização intensa da artilharia, um combate corpo-a-corpo (choque) quando se ultrapassava a barreira do fogo, e a grande movimentação de tropas. O poder de fogo, no entanto, prevaleceu sobre o choque e impediu a utilização do movimento e, durante cerca de quatro anos, a frente ocidental da guerra não teve alterações significativas. Daqui para a frente, no entanto, passou a haver tendência para considerar como EEC apenas o fogo e o movimento. Se a blindagem do carro de combate lhe confere poder de choque, essa é uma consequência acidental da intenção de aumentar a protecção.

O Fogo em Movimento sobre uma plataforma que confere Protecção e Choque.

A protecção individual evoluiu com o desenvolvimento, primeiro, do poder de choque, depois, do poder de fogo. Ao maior poder de choque correspondeu uma maior protecção individual. O cavaleiro medieval, ou já da Idade Moderna, simboliza bem essa protecção que se manteve útil no início da utilização do fogo. No entanto, quando aumentou a eficácia das armas de fogo e a protecção se mostrou insuficiente, apenas persistiu a que era considerada necessária contra o choque ainda presente no combate, como foi o caso, por exemplo, dos couraceiros. A protecção individual do soldado de infantaria no século XIX era nula e no século XX teria sido reduzida ao capacete se as armas químicas não obrigassem a novas medidas (máscara anti-gás). A renovação da protecção individual nos tempos actuais (colete à prova de balas) deve-se, não à maior influência do fogo ou do choque mas do EEC homem. A cultura adquirida no mundo ocidental, ou onde a sua influência possa ter chegado, conduziu a que não se aceite tão facilmente como noutras épocas a perda de vidas humanas em combate.

A protecção colectiva evoluiu de forma idêntica. Às muralhas altas dos castelos, concebidas para dificultar a escalada e o combate corpo a corpo, sucederam-se as muralhas mais baixas e mais fortes, capazes de oferecer maior resistência ao crescente fogo da artilharia. Quando este assumiu um poder de grande destruição, do século XX em diante, alteraram-se as estruturas das fortificações por forma a oferecerem ainda mais resistência (Linha Maginot, Muralha do Atlântico). A possibilidade de emprego de armas nucleares, mais do que um aumento da protecção colectiva em estruturas fixas, obrigou à dispersão das forças e, consequentemente, à maior utilização do movimento. Este movimento, necessário para evitar a formação de alvos remuneradores, utiliza viaturas com protecção colectiva cada vez mais sofisticada e protecção individual adequada ao fogo considerado na sua nova vertente NBQ. No entanto, o soldado que ali é transportado e utiliza uma arma automática cada vez mais leve continua a dispor de uma baioneta.

Plantas Tóxicas, cuidados a serem tomados.

Plantas Tóxicas.

Fonte da Informação:http://www.achetudoeregiao.com.br/arvores/plantas_toxicas.htm

 COPO DE LEITE

Família: Araceae.

Nome científico: Zantedeschia aethiopica Spreng.

Nome popular: copo-de-leite

Parte tóxica: todas as partes da planta

Princípio Ativo: Oxalato de Cálcio

Quadro Clínico: Irritante mecânico por ingestão e contato (ráfides).
Dor em queimação, eritema e edema (inchaço) de lábios, língua, palato e faringe.
Sialorréia, disfagia, asfixia.
Cólicas abdominais, náuseas, vômitos e diarréia.
Contato ocular: irritação intensa com congestão, edema, fotofobia. Lacrimejamento.

Tratamento: Evitar lavagem gástrica ou êmese.
Tratamento sintomático: Demulcentes (leite, clara de ovo, azeite de oliva,
bochechos com hidróxido de alumínio),
Analgésicos e antiespasmódicos.Anti-histamínicos. Corticóides em casos graves.
Contato ocular: Lavagem demorada com água corrente, colírios antissépticos. Oftalmologista.

COMIGO-NINGUÉM-PODE

Família: Araceae.

Nome científico: Dieffenbachia picta Schott.

Nome popular: aninga-do-Pará.

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio Ativo: Oxalato de Cálcio

Quadro Clínico: Irritante mecânico por ingestão e contato (ráfides).
Dor em queimação, eritema e edema (inchaço) de lábios, língua, palato e faringe.
Sialorréia, disfagia, asfixia.
Cólicas abdominais, náuseas, vômitos e diarréia.
Contato ocular: irritação intensa com congestão, edema, fotofobia. Lacrimejamento.

Tratamento: Evitar lavagem gástrica ou êmese.
Tratamento sintomático: Demulcentes (leite, clara de ovo, azeite de oliva,
bochechos com hidróxido de alumínio),
Analgésicos e antiespasmódicos.Anti-histamínicos. Corticóides em casos graves.
Contato ocular: Lavagem demorada com água corrente, colírios antissépticos. Oftalmologista.

TINHORÃO

Família: Araceae
.
Nome científico: Caladium bicolor Vent.

Nome popular: tajá, taiá, caládio.

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio Ativo: Oxalato de Cálcio

Quadro Clínico: Irritante mecânico por ingestão e contato (ráfides).
Dor em queimação, eritema e edema (inchaço) de lábios, língua, palato e faringe.
Sialorréia, disfagia, asfixia.
Cólicas abdominais, náuseas, vômitos e diarréia.
Contato ocular: irritação intensa com congestão, edema, fotofobia. Lacrimejamento.

Tratamento: Evitar lavagem gástrica ou êmese.
Tratamento sintomático: Demulcentes (leite, clara de ovo, azeite de oliva,
bochechos com hidróxido de alumínio),
Analgésicos e antiespasmódicos.Anti-histamínicos. Corticóides em casos graves.
Contato ocular: Lavagem demorada com água corrente, colírios antissépticos. Oftalmologista.

TAIOBA-BRAVA

Família: Araceae.

Nome científico: Colocasia antiquorum Schott.

Nome popular: cocó, taió, tajá.

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio Ativo: Oxalato de Cálcio

Quadro Clínico: Irritante mecânico por ingestão e contato (ráfides).
Dor em queimação, eritema e edema (inchaço) de lábios, língua, palato e faringe.
Sialorréia, disfagia, asfixia.
Cólicas abdominais, náuseas, vômitos e diarréia.
Contato ocular: irritação intensa com congestão, edema, fotofobia. Lacrimejamento.

Tratamento: Evitar lavagem gástrica ou êmese.
Tratamento sintomático: Demulcentes (leite, clara de ovo, azeite de oliva,
bochechos com hidróxido de alumínio),
Analgésicos e antiespasmódicos.Anti-histamínicos. Corticóides em casos graves.
Contato ocular: Lavagem demorada com água corrente, colírios antissépticos. Oftalmologista.

BANANA DE MACACO

Família: Annonaceae

Nome científico: Rollinia leptopetala R.E.Fr.

Nome popular: Araticum, Ata-brava, Banana-de-macaco, Bananinha, Bananinha-de-macaco, Bananinha-de-quemquem, Fruta-de-macaco, Pereiro

Parte tóxica : todas as partes da planta.

Princípio Ativo: Oxalato de Cálcio

Quadro Clínico: Irritante mecânico por ingestão e contato (ráfides).
Dor em queimação, eritema e edema (inchaço) de lábios, língua, palato e faringe.
Sialorréia, disfagia, asfixia.
Cólicas abdominais, náuseas, vômitos e diarréia.
Contato ocular: irritação intensa com congestão, edema, fotofobia. Lacrimejamento.

Tratamento: Evitar lavagem gástrica ou êmese.
Tratamento sintomático: Demulcentes (leite, clara de ovo, azeite de oliva,
bochechos com hidróxido de alumínio),
Analgésicos e antiespasmódicos.Anti-histamínicos. Corticóides em casos graves.
Contato ocular: Lavagem demorada com água corrente, colírios antissépticos. Oftalmologista.

COROA-DE-CRISTO

Família: Euphorbiaceae.

Nome científico: Euphorbia milii L.

Nome popular: coroa-de-cristo.

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio ativo:  Látex Irritante

Quadro Clínico: Irritação de pele e mucosas com hiperemia ou vesículas e bolhas; pústulas, prurido, dor em queimação.
Ingestão: lesão irritativa, sialorréia, disfagia, edema de lábios e língua, dor em queimação, náuseas, vômitos.
Contato ocular: Conjuntivite (processos inflamatórios), lesões de córnea.

Tratamento: Lesões de pele: cuidados higiênicos, lavagem com permanganato de potássio 1:10.000, pomadas decorticóides, anti-histamínicos VO
.Ingestão: Evitar esvaziamento gástrico.Analgésicos e antiespasmódicos. Protetores de mucosa (leite, óleo de oliva).
Casos graves: corticóides.Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, avaliação oftalmológica.

BICO-DE-PAPAGAIO

Família: Euphorbiaceae.

Nome científico: Euphorbia pulcherrima Willd.

Nome popular: rabo-de-arara, papagaio.

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio ativo:  Látex Irritante

Quadro Clínico: Irritação de pele e mucosas com hiperemia ou vesículas e bolhas; pústulas, prurido, dor em queimação.
Ingestão: lesão irritativa, sialorréia, disfagia, edema de lábios e língua, dor em queimação, náuseas, vômitos.
Contato ocular: Conjuntivite (processos inflamatórios), lesões de córnea.

Tratamento: Lesões de pele: cuidados higiênicos, lavagem com permanganato de potássio 1:10.000, pomadas decorticóides, anti-histamínicos VO
.Ingestão: Evitar esvaziamento gástrico.Analgésicos e antiespasmódicos. Protetores de mucosa (leite, óleo de oliva).
Casos graves: corticóides.Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, avaliação oftalmológica.

AVELÓS

Família: Euphorbiaceae.

Nome científico: Euphorbia tirucalli L.

Nome popular: graveto-do-cão, figueira-do-diabo, dedo-do-diabo, pau-pelado, árvore de São Sebastião.

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio ativo:  Látex Irritante

Quadro Clínico: Irritação de pele e mucosas com hiperemia ou vesículas e bolhas; pústulas, prurido, dor em queimação.
Ingestão: lesão irritativa, sialorréia, disfagia, edema de lábios e língua, dor em queimação, náuseas, vômitos.
Contato ocular: Conjuntivite (processos inflamatórios), lesões de córnea.

Tratamento: Lesões de pele: cuidados higiênicos, lavagem com permanganato de potássio 1:10.000, pomadas decorticóides, anti-histamínicos VO
.Ingestão: Evitar esvaziamento gástrico.Analgésicos e antiespasmódicos. Protetores de mucosa (leite, óleo de oliva).
Casos graves: corticóides.Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, avaliação oftalmológica.


PARTE B

PINHÃO-ROXO

Família: Euphorbiaceae.

Nome científico: Jatropha curcas L.

Nome popular: pinhão-de-purga, pinhão-paraguaio, pinhão-bravo, pinhão, pião, pião-roxo, mamoninho, purgante-de-cavalo.

Parte tóxica: folhas e frutos.

Princípio Ativo: Toxalbumina (curcina)

Quadro Clínico:
Ingesta: ação irritativa do trato gastrointestinal, dor abdominal, náuseas, vômitos, cólicas intensas, diarréia às vezes sanguinolenta.Hipotensão, dispnéia, arritmia, parada cardíaca. Evolução para desidratação grave, choque, distúrbios hidroeletrolíticos, torpor, hiporreflexia, coma. Pode ocorrer insuficiência renal.
Contato: látex, pelos e espinhos: irritante de pele e mucosas.

Tratamento: Antiespasmódicos, antieméticos, eventualmente antidiarréicos. Correção precoce dos distúrbios hidroeletrolíticos
Lesões de pele: soluções antissépticas, analgésicos, anti-histamínicos. Casos graves: corticóides.

MAMONA

Família: Euphorbiaceae.

Nome científico: Ricinus communis L.

Nome popular: carrapateira, rícino, mamoeira, palma-de-cristo, carrapato.

Parte tóxica: sementes.

Princípio Ativo: Toxalbumina (ricina)

Quadro Clínico:
Ingesta: ação irritativa do trato gastrointestinal, dor abdominal, náuseas, vômitos, cólicas intensas, diarréia às vezes sanguinolenta.Hipotensão, dispnéia, arritmia, parada cardíaca. Evolução para desidratação grave, choque, distúrbios hidroeletrolíticos, torpor, hiporreflexia, coma. Pode ocorrer insuficiência renal.
Contato: látex, pelos e espinhos: irritante de pele e mucosas.

Tratamento: Antiespasmódicos, antieméticos, eventualmente antidiarréicos. Correção precoce dos distúrbios hidroeletrolíticos
Lesões de pele: soluções antissépticas, analgésicos, anti-histamínicos. Casos graves: corticóides.

SAIA-BRANCA

Família: Solanaceae.

Nome científico: Datura suaveolens L.

Nome popular: trombeta, trombeta-de-anjo, trombeteira, cartucheira, zabumba.

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio ativo: alcalóides beladonados (atropina, escopolamina e hioscina).

Quadro Clínico: Início rápido: náuseas e vômitos.
Quadro semelhante à intoxicação poratropina: pele quente, seca e avermelhada, rubor facial, mucosas secas, taquicardia, midríase, agitação psicomotora, febre, distúrbios de comportamento, alucinações e delírios, vasodilatação periférica.
Nos casos graves: depressão neurológica e coma, distúrbios cardiovasculares, respiratórios e óbito. 

Tratamento: Esvaziamento gástrico com lavagem gástrica (em tempo útil) com água, permanganato de potássio ou ácido tânico a 4%.
Tratamento de suporte/sintomático.
Tratar hipertermia com medidas físicas.
Evitar sedativos nos casos mais graves. 

SAIA ROXA

Família:

Nome científico: Datura metel

Nome popular: Saia roxa

Parte tóxica: Semente

Princípio Ativo: Alcalóide daturina

Quadro Clínico: Início rápido: náuseas e vômitos.
Quadro semelhante à intoxicação poratropina: pele quente, seca e avermelhada, rubor facial, mucosas secas, taquicardia, midríase, agitação psicomotora, febre, distúrbios de comportamento, alucinações e delírios, vasodilatação periférica.
Nos casos graves: depressão neurológica e coma, distúrbios cardiovasculares, respiratórios e óbito. 

Tratamento: Esvaziamento gástrico com lavagem gástrica (em tempo útil) com água, permanganato de potássio ou ácido tânico a 4%.
Tratamento de suporte/sintomático.
Tratar hipertermia com medidas físicas.
Evitar sedativos nos casos mais graves.

ESTRAMÔNIO

Família: Solanaceae

Nome científico: Datura stramonium L.

Nome popular: Zabumba, Mata zombando, Figueira do inferno

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio ativo: Plantas Beladonadas

Quadro Clínico: Início rápido: náuseas e vômitos.
Quadro semelhante à intoxicação poratropina: pele quente, seca e avermelhada, rubor facial, mucosas secas, taquicardia, midríase, agitação psicomotora, febre, distúrbios de comportamento, alucinações e delírios, vasodilatação periférica.
Nos casos graves: depressão neurológica e coma, distúrbios cardiovasculares, respiratórios e óbito. 

Tratamento: Esvaziamento gástrico com lavagem gástrica (em tempo útil) com água, permanganato de potássio ou ácido tânico a 4%.
Tratamento de suporte/sintomático.
Tratar hipertermia com medidas físicas.
Evitar sedativos nos casos mais graves. 

LÍRIO

Família: Meliaceae

Nome científico: Melia azedarach L.

Nome popular: Lilás ou lírio da índia, cinamomo, lírio ou lilás da china, lírio ou lilás do Japão, jasmim-de-caiena, jasmim-de-cachorro, jasmim-de-soldado, árvore-santa, loureiro-grego, Santa Bárbara.

Parte tóxica: frutos e chá das folhas.

Princípio ativo: saponinas e alcalóides neurotóxicos (azaridina).

Quadro Clínico: Início rápido: náuseas e vômitos.
Quadro semelhante à intoxicação poratropina: pele quente, seca e avermelhada, rubor facial, mucosas secas, taquicardia, midríase, agitação psicomotora, febre, distúrbios de comportamento, alucinações e delírios, vasodilatação periférica.
Nos casos graves: depressão neurológica e coma, distúrbios cardiovasculares, respiratórios e óbito.

Tratamento: Esvaziamento gástrico com lavagem gástrica (em tempo útil) com água, permanganato de potássio ou ácido tânico a 4%.
Tratamento de suporte/sintomático.
Tratar hipertermia com medidas físicas.
Evitar sedativos nos casos mais graves. 

PARTE C

CHAPÉU-DE-NAPOLEÃO

Família: Apocynaceae.

Nome científico: Thevetia peruviana Schum.

Nome popular: jorro-jorro, bolsa-de-pastor.

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio Ativo: Glicosídeos Cardiotóxicos

Quadro Clínico: Quadro semelhante à intoxicação por digitálicos.
Ingestão:dor/queimação, sialorréia, náuseas, vômitos, cólicas abdominais,diarréia.
Manifestações neurológicas com cefaléia, tonturas, confusão mental e distúrbios visuais.
Distúrbios cardiovasculares: arritmias, bradicardia, hipotensão.
Contato ocular: fotofobia, congestão conjuntival, lacrimejamento. 

Tratamento: Tratamento de suporte, com atenção especial aos distúrbios hidroeletrolíticos.
Antiarrítmicos habituais nos distúrbios de ritmo.
Antiespasmódicos, antieméticos, protetores de mucosa e adsorventes intestinais.
Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, analgésicos e avaliação oftalmológica.

OFICIAL DE SALA 

Familia : Asclepiadaceae

Nome Cientifico: Asclepias curassavica L.

Nome Popular: Paina-de-sapo, oficial-de-sala, cega-olhos, erva-de-paina, margaridinha, imbira-de-sapo, erva de rato falsa

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio Ativo: Glicosídeos Cardiotóxicos

Quadro Clínico: Quadro semelhante à intoxicação por digitálicos.
Ingestão:dor/queimação, sialorréia, náuseas, vômitos, cólicas abdominais,diarréia.
Manifestações neurológicas com cefaléia, tonturas, confusão mental e distúrbios visuais.
Distúrbios cardiovasculares: arritmias, bradicardia, hipotensão.
Contato ocular: fotofobia, congestão conjuntival, lacrimejamento. 

Tratamento: Tratamento de suporte, com atenção especial aos distúrbios hidroeletrolíticos.
Antiarrítmicos habituais nos distúrbios de ritmo.
Antiespasmódicos, antieméticos, protetores de mucosa e adsorventes intestinais.
Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, analgésicos e avaliação oftalmológica.

ESPIRRADEIRA

Família: Apocynaceae.

Nome científico: Nerium oleander L.

Nome popular: oleandro, louro rosa.

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio Ativo: Glicosídeos Cardiotóxicos

Quadro Clínico: Quadro semelhante à intoxicação por digitálicos.
Ingestão:dor/queimação, sialorréia, náuseas, vômitos, cólicas abdominais,diarréia.
Manifestações neurológicas com cefaléia, tonturas, confusão mental e distúrbios visuais.
Distúrbios cardiovasculares: arritmias, bradicardia, hipotensão.
Contato ocular: fotofobia, congestão conjuntival, lacrimejamento. 

Tratamento: Tratamento de suporte, com atenção especial aos distúrbios hidroeletrolíticos.
Antiarrítmicos habituais nos distúrbios de ritmo.
Antiespasmódicos, antieméticos, protetores de mucosa e adsorventes intestinais.
Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, analgésicos e avaliação oftalmológica.

DEDALEIRA

Família: Scrophulariaceae

Nome científico: Digitalis purpúrea L.

Nome popular: Dedaleira, digital

Parte tóxica: Folha e Flor

Princípio Ativo: Glicosídeos Cardiotóxicos

Quadro Clínico: Quadro semelhante à intoxicação por digitálicos.
Ingestão:dor/queimação, sialorréia, náuseas, vômitos, cólicas abdominais,diarréia.
Manifestações neurológicas com cefaléia, tonturas, confusão mental e distúrbios visuais.
Distúrbios cardiovasculares: arritmias, bradicardia, hipotensão.
Contato ocular: fotofobia, congestão conjuntival, lacrimejamento. 

Tratamento: Tratamento de suporte, com atenção especial aos distúrbios hidroeletrolíticos.
Antiarrítmicos habituais nos distúrbios de ritmo.
Antiespasmódicos, antieméticos, protetores de mucosa e adsorventes intestinais.
Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, analgésicos e avaliação oftalmológica.

MANDIOCA-BRAVA

Família: Euphorbiaceae.

Nome científico: Manihot utilissima Pohl. (Manihot esculenta ranz).

Nome popular: mandioca, maniva.

Parte tóxica: raiz e folhas.

Princípio Ativo: Glicosídios Cianogênicos

Quadro Clínico: Liberam ácido cianídrico causando anóxia celular. Distúrbios gastrointestinais: náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia, acidose metabólica, hálito de amêndoas amargas.
Distúrbios neurológicos: sonolência, torpor,convulsões e coma.
Crise típica: opistótono, trismas e midríase.
Distúrbios respiratórios: dispnéia, apnéia, secreções, cianose, distúrbios cárdiocirculatórios.
Hipotensão na fase final. Sangue vermelho rutilante.

Tratamento: Tratamento precoce. Exames laboratoriais para detecção de tiocianatos na saliva ou cianeto no sangue.
Nitrito de Amila por via inalatória 30seg a cada 2min: formação de cianometahemoglobina (atóxica).
Nitrito de Sódio 3% – 10ml EV (adultos), se neces. tratar com Azul de Metileno + Vit C.
Hipossulfito de Sódio 25% – 25 a 50ml EV (adultos), 1ml/Kg (crianças).
Dão origem a tiocianatos.O2.Hidroxicobalamina 15000mcg EV-formação de ciano-Cobalamina (atóxica). Esvaziamento gástrico. 

Coração de Negro ou Pessegueiro Bravo

Família: Rosaceae
.
Nome científico: Prunus sphaerocarpa SW

Nome popular: pessegueiro bravo, marmeleiro bravo.

Partes tóxicas: frutas e sementes.

Princípio Ativo: Glicosídios Cianogênicos

Quadro Clínico: Liberam ácido cianídrico causando anóxia celular. Distúrbios gastrointestinais: náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia, acidose metabólica, hálito de amêndoas amargas.
Distúrbios neurológicos: sonolência, torpor,convulsões e coma.
Crise típica: opistótono, trismas e midríase.
Distúrbios respiratórios: dispnéia, apnéia, secreções, cianose, distúrbios cárdiocirculatórios.
Hipotensão na fase final. Sangue vermelho rutilante.

Tratamento: Tratamento precoce. Exames laboratoriais para detecção de tiocianatos na saliva ou cianeto no sangue.
Nitrito de Amila por via inalatória 30seg a cada 2min: formação de cianometahemoglobina (atóxica).
Nitrito de Sódio 3% – 10ml EV (adultos), se neces. tratar com Azul de Metileno + Vit C.
Hipossulfito de Sódio 25% – 25 a 50ml EV (adultos), 1ml/Kg (crianças).
Dão origem a tiocianatos.O2.Hidroxicobalamina 15000mcg EV-formação de ciano-Cobalamina (atóxica). Esvaziamento gástrico. 

BROTO DE BAMBU

Princípio Ativo: Glicosídios Cianogênicos

Quadro Clínico: Liberam ácido cianídrico causando anóxia celular. Distúrbios gastrointestinais: náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia, acidose metabólica, hálito de amêndoas amargas.
Distúrbios neurológicos: sonolência, torpor,convulsões e coma.
Crise típica: opistótono, trismas e midríase.
Distúrbios respiratórios: dispnéia, apnéia, secreções, cianose, distúrbios cárdiocirculatórios.
Hipotensão na fase final. Sangue vermelho rutilante.

Tratamento: Tratamento precoce. Exames laboratoriais para detecção de tiocianatos na saliva ou cianeto no sangue.
Nitrito de Amila por via inalatória 30seg a cada 2min: formação de cianometahemoglobina (atóxica).
Nitrito de Sódio 3% – 10ml EV (adultos), se neces. tratar com Azul de Metileno + Vit C.
Hipossulfito de Sódio 25% – 25 a 50ml EV (adultos), 1ml/Kg (crianças).
Dão origem a tiocianatos.O2.Hidroxicobalamina 15000mcg EV-formação de ciano-Cobalamina (atóxica). Esvaziamento gástrico. 

PARTE D

GIESTA

Família: Leguminosae (Fabaceae)

Nome científico: Cytisus Scoparius 

Nome Popular : Giesta.

Parte tóxica: Folha, Caule e Flor.

Princípio Ativo: Alcalóides não Atropínicos 

Quadro Clínico: Predominam sintomas gastrointestinais: náuseas, cólicas abdominais e diarréia.
Distúrbios hidroeletrolíticos. Raramente torpor e discreta confusão mental.

Tratamento: Esvaziamento gástrico (muitas vezes não é necessário lavagem gástrica). Antiespasmódico, antiemético.Manter o estado de hidratação. Tratamento sintomático.

JOÁ

Família:

Nome científico:

Nome Popular : Joá.

Parte tóxica: Fruto e Semente.

Princípio Ativo: Alcalóides não Atropínicos 

Quadro Clínico: Predominam sintomas gastrointestinais: náuseas, cólicas abdominais e diarréia.
Distúrbios hidroeletrolíticos. Raramente torpor e discreta confusão mental, sintomas de intoxicação atropínica e às vezes obstrução intestinal.
Torpor, astenia e prostração. Quadro simula abdômen agudo.

Tratamento: Esvaziamento gástrico (muitas vezes não é necessário lavagem gástrica).Antiespasmódico, antiemético.Manter o estado de hidratação.No quadro obstrutivo por Joá: clister à base de soro fisiológico.Tratamento sintomático.

ESPORINHA

Família: Ranunculaceae

Nome científico: Delphinium spp

Nome Popular : Esporinha

Parte tóxica: Semente

Princípio Ativo: Alcalóides não Atropínicos (Alcalóide delfina)

Quadro Clínico: Predominam sintomas gastrointestinais: náuseas, cólicas abdominais e diarréia.
Distúrbios hidroeletrolíticos. Raramente torpor e discreta confusão mental.

Tratamento: Esvaziamento gástrico (muitas vezes não é necessário lavagem gástrica).Antiespasmódico, antiemético.Manter o estado de hidratação.No quadro obstrutivo por Joá: clister à base de soro fisiológico.Tratamento sintomático.

FLOR DAS ALMAS

Família: Asteraceae

Nome científico: Senecio spp.

Nome popular: maria-mole, tasneirinha, flor das almas.

Princípio Ativo: Alcalóides não Atropínicos 

Quadro Clínico: Predominam sintomas gastrointestinais: náuseas, cólicas abdominais e diarréia.
Distúrbios hidroeletrolíticos. Raramente torpor e discreta confusão mental.
Principalmente crônica pode causar doença hepática com evolução para cirrose ou S. Budd-Chiari.

Tratamento: Esvaziamento gástrico (muitas vezes não é necessário lavagem gástrica).Antiespasmódico, antiemético.Manter o estado de hidratação.No quadro obstrutivo por Joá: clister à base de soro fisiológico.Tratamento sintomático.

Plantas: Cogumelos não comestíveis: Várias famílias e gênero: Amanita sp, Boletus sp, Clavaria sp e outros

Princípio Ativo: Cogumelos

Quadro Clínico: (pp. Síndromes) Síndrome Gastrointestinal: náuseas, vômitos, desconforto e dores abdominais e diarréia.
Aparecimento em 1 a 3 h.
Distúrbios hidroeletrolíticos e circulatórios.
Síndrome Muscarínica: Período de incubação geralmente de 1 hora. Cefaléia, vômitos, cólicas abdominais, sudorese intensa. Visão borrada, miose, salivação, broncoespasmo, lacrimejamento, rinorréia. Bradicardia, tremores, tonturas, hipotensão arterial, choque. 

Tratamento: Síndrome gastrointestinal: sintomático, antiemético, antiespasmódico, correção dos distúrbios hidroeletrolíticos. Observar paciente por 2-3 dias.
Síndrome muscarínica: Atropina. Medidas sintomáticas e de suporte. 

OUTRAS PLANTAS TÓXICAS

URTIGA

Família: Urticaceae.

Nome científico: Fleurya aestuans L.

Nome popular: urtiga-brava, urtigão, cansanção.

Parte tóxica: pêlos do caule e folhas.

Princípio ativo: histamina, acetilcolina, serotonina.

Sintomas: o contato causa dor imediata devido ao efeito irritativo, com inflamação, vermelhidão cutânea, bolhas e coceira.

AROEIRA

Família: Anacardiaceae.

Nome científico: Lithraea brasiliens March.

Nome popular: pau-de-bugre, coração-de-bugre, aroeirinha preta, aroeira-do-mato, aroeira-brava.

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio ativo: os conhecidos são os óleos voláteis, felandreno, carvacrol e pineno.

Sintomas: o contato ou, possivelmente, a proximidade provoca reação dérmica local (bolhas, vermelhidão e coceira), que persiste por vários dias; a ingestão pode provocar manifestações gastrointestinais.

MEDIDAS PREVENTIVAS
1 – Mantenha as plantas venenosas fora do alcance das crianças.

2 – Conheça as plantas venenosas existentes em sua casa e arredores pelo nome e características.

3 – Ensine as crianças a não colocar plantas na boca e não utilizá-las como brinquedos (fazer comidinhas, tirar leite, etc.).

4 – Não prepare remédios ou chás caseiros com plantas sem orientação médica.

5 – Não coma folhas, frutos e raízes desconhecidas. Lembre-se de que não há regras ou testes seguros para distinguir as plantas comestíveis das venenosas. Nem sempre o cozimento elimina a toxicidade da planta.

6 – Tome cuidado ao podar as plantas que liberam látex provocando irritação na pele e principalmente nos olhos; evite deixar os galhos em qualquer local onde possam vir a ser manuseados por crianças; quando estiver lidando com plantas venenosas use luvas e lave bem as mãos após esta atividade.

7 – Em caso de acidente, procure imediatamente orientação médica e guarde a planta para identificação.

8 – Em caso de dúvida ligue para o Centro de Intoxicação de sua região.

SEGURANÇA ” Como agir em um INCÊNDIO, sua vida em questão “.

Segurança em Incêndios – Prevenção de Incêndio

Prevenção de Incêndios

Não fume 30 minutos antes do final do trabalho.
Não use cestos de lixo como cinzeiros.
Não jogue pontas de cigarro pela janela, nem as deixe sobre armários, mesas, prateleiras, etc.
Respeite as proibições de fumar e acender fósforos em locais sinalizados.
Evite o acúmulo de lixo em locais não apropriados.
Coloque os materiais de limpeza em recipientes próprios e identificados.
Mantenha desobstruídas as áreas de escape e não deixe, mesmo que provisoriamente, materiais nas escadas e nos corredores.
Não deixe os equipamentos elétricos ligados após sua utilização. Desconecte-os da tomada.
Não cubra fios elétricos com o tapete.
Ao utilizar materiais inflamáveis, faça-o em quantidade mínimas, armazenando-os sempre na posição vertical e na embalagem original.
Não utilize chama ou aparelho de solda perto de materiais inflamáveis.
Não improvise instalações elétricas, nem efetue consertos em tomadas e interruptores sem que esteja familiarizado com isso.
Não sobrecarregue as instalações elétricas com a utilização do plugue T (benjamim).
Verifique, antes de sair do trabalho, se os equipamentos elétricos estão desligados.
Observe as normas de segurança ao manipular produtos inflamáveis ou explosivos.
Mantenha os materiais inflamáveis em locais resguardados e à prova de fogo.

Classes de Incêndio

Os materiais combustíveis têm características diferentes e, portanto, queimam de modos diferentes. Conforme o tipo de material, existem quatro classes de incêndio.

Classe A – incêndio em materiais sólidos, como madeira, papel, tecido, etc.
Esses materiais apresentam duas propriedades:
Deixam resíduos quando queimados (brasas, cinzas, carvão).
Queimam em superfícies e em profundidade

Classe B – incêndio em líquidos inflamáveis, como óleo, gasolina, querosene, etc.
Esses materiais apresentam duas propriedades:
Não deixam resíduos quando queimados.
Queimam somente em superfície.

Classe C – incêndio em equipamentos elétricos energizados, como máquinas elétricas, quadros de força, etc. Ao ser desligado o circuito elétrico, o incêndio passa a ser de classe A.

Classe D – incêndio em metais que inflamam facilmente, como potássio, alumínio em pó, etc.

Métodos de Extinção do Fogo

A maioria dos incêndios começa com um pequeno foco, fácil de debelar. Conheça os métodos de extinção do fogo e ajude os bombeiros a evitar que um incêndio se transforme numa catástrofe.

Em todo incêndio ocorre um reação de combustão, envolvendo três elementos:
o combustível, o comburente e o calor. Os métodos de extinção do fogo consistem em “atacar” cada um desses elementos.

Retirada do material

Trata-se de retirar do local o material (combustível) que está pegando fogo e também outros materiais que estejam próximos às chamas.

Abafamento

Trata-se de eliminar o oxigênio (comburente) da reação, por meio do abafamento do fogo.

Resfriamento

Trata-se de diminuir a temperatura (calor) do material em chamas.

Extintores

Para ajudar no combate de pequenos focos de incêndio, foram criados os extintores.

Atenção: há vários tipos de extintores de incêndio, cada um contendo uma substância diferente e servindo para diferentes classes de incêndio. Vamos conhecê-los.

Extintor com água pressurizada

É indicado para incêndios de classe A (madeira, papel, tecido, materiais sólidos em geral). A água age por resfriamento e abafamento, dependendo da maneira como é aplicada.

Extintor com gás carbônico

Indicado para incêndios de classe C (equipamento elétrico energizado), por não ser condutor de eletricidade. Pode ser usado também em incêndios de classes A e B.

Extintor com pó químico seco

Indicado para incêndio de classe B (líquido inflamáveis). Age por abafamento. Pode ser usado também em incêndios de classes A e C.

Extintor com pó químico especial

Indicado para incêndios de classe D (metais inflamáveis). Age por abafamento. Não use água
Em fogo de classe C (material elétrico energizado), porque a água é boa condutora de eletricidade, podendo aumentar o incêndio.
Em produtos químicos, tais como pó de alumínio, magnésio, carbonato de potássio, pois com a água reagem de forma violenta.

Recomendações

Aprenda a usar os extintores de incêndio.
Conheça os locais onde estão instalados os extintores e outros equipamentos de proteção contra fogo.
Nunca obstrua o acesso aos extintores ou hidrantes.
Não retire lacres, etiquetas ou selos colocados no corpo dos extintores.
Não mexa nos extintores de incêndio e hidrantes, a menos que seja necessária a sua utilização ou revisão periódica.

Plano de Abandono de Edifícios

Nunca use o elevador para sair de um prédio onde há um incêndio.

O abandono de um edifício em chamas deve ser feito pelas escadas, com calma, sem afobamentos.
Se um incêndio ocorrer em seu escritório ou apartamento, saia imediatamente.
Muitas pessoas morrem por não acreditarem que um incêndio pode se alastrar com rapidez.

Se você ficar preso em meio à fumaça, respire pelo nariz, em rápidas inalações.
Se possível, molhe um lenço e utilize-o como máscara improvisada.
Procure rastejar para a saída, pois o ar é sempre melhor junto ao chão .

Use as escadas – nunca o elevador. Um incêndio razoável pode determinar o corte de energia para os elevadores.
Feche todas as portas que ficarem atrás de você, assim retardará a propagação do fogo.

Se você ficar preso em uma sala cheia de fumaça, fique junto ao piso, onde o ar é sempre melhor. Se possível, fique perto de uma janela, de onde poderá chamar por socorro.

Toque a porta com sua mão. Se estiver quente, não abra. Se estiver fria, faça este teste: abra vagarosamente e fique atrás da porta.
Se sentir calor ou pressão vindo através da abertura, mantenha-a fechada.
Se você não puder sair, mantenha-se atrás de uma porta fechada. Qualquer porta serve como couraça.
Procure um lugar perto de janelas, e abra-as em cima e embaixo. Calor e fumaça devem sair por cima. Você poderá respirar pela abertura inferior.

Procure conhecer o equipamento de combate à incêndio para utilizá-lo com eficiência em caso de emergência.
Um prédio pode lhe dar várias opções de salvamento. Conheça-as previamente.

NÂO salte do prédio. Muitas pessoas morrem sem imaginar que o socorro pode chegar em poucos minutos.

Se houver pânico na saída principal, mantenha-se afastado da multidão. Procure outra saída.
Uma vez que você tenha conseguido escapar, NÃO RETORNE.

Ao constatar um princípio de incêndio, ligue imediatamente para o Corpo de Bombeiros (fone 193).

Forneça informações precisas:

Nome correto do local onde está ocorrendo o incêndio.
Número do telefone de onde se está falando.
Nome completo de quem está falando.
Relato do que está acontecendo.
Em seguida, desligue o telefone e aguarde a chamada de confirmação do local.

Plano de Emergência

O condomínio de todo edifício comercial ou residencial deve ter um plano de emergência para abandono do prédio em caso de incêndio.
Converse com o síndico e com os seus colegas ou vizinhos sobre a elaboração do plano de emergência.
Reúna os que estiverem interessados, e mão à obra!
Peça orientação do Corpo de Bombeiros para elaborar o plano e estabelecer as tarefas de cada um numa situação de incêndio.

Um plano de emergência deve conter:

procedimentos do supervisor;
procedimentos da brigada de incêndio;
procedimentos dos ocupantes do prédio;
planta do edifício;
localização do equipamento de combate a incêndio;
localização das vias de fuga;
ponto de reunião fora do edifício.

Quando o plano estiver pronto, providencie:
comunicação do conteúdo do plano a todos os ocupantes do edifício;
sinalização das instalações (saídas, extintores, etc.);
treinamento de abandono do edifício;
um bombeiro poderá auxiliá-lo nesta tarefa.

Vazamento de Gás – Como Proceder em casos de Emergência

Vazamento de gás “sem fogo”

Feche o registro de gás. Afaste as pessoas de local.
Não acione interruptores de eletricidade.
Desligue a chave geral de eletricidade somente se ela estiver fora da residência.
Não fume nem acenda fósforos ou isqueiros.
Se ocorrer em ambiente fechado, abra portas e janelas.
Entre em contato com a empresa distribuidora de gás e, em casos mais graves, com o Corpo de Bombeiros.

Vazamento de gás “com fogo”

Se possível, feche o registro de gás. Afaste as pessoas do local.
Desligue a chave geral da eletricidade.
Retire do local os materiais combustíveis que puder.
Chame o Corpo de Bombeiros.

FONTE: http://www.fazfacil.com.br/lazer/seguranca_incendio.html

O que fazer em caso de incêndio

Independente de onde você estiver é sempre bom dar uma olhada aos arredores para saber os locais de possíveis saídas se acontecer um incêndio, mesmo parecendo besteira é necessário e indicado pelo corpo de bombeiros, é bom saber de antemão para ficar mais esperto a qualquer coisa, não necessariamente um fogo, mas também brigas ou qualquer forma de tumulto. Depois disso se estiver num aposentado da casa ou escritório com porta fechada e notar que há algum cheiro de queimado ao redor, se houver fogo com certeza logo começara a entrar fumaça pelas arestas da porta, toque a mão à porta para ver se ela está quente se estiver não abra a porta, pois o fogo pode invadir o local em que você está se não estiver quente aí pode abrir a porta devagar e dar uma olhada para ver de onde vem a fumaça, se abrir a porta e vier uma cortina de fogo e fumaça para cima de você feche-a rapidamente, agora se não houver fogo saia em direção a sua rota normal.
Se apenas for uma fumaça pode se abaixar e sair engatinhando ou de outra maneira que esteja próximo ao chão, isso porque a fumaça do fogo pode ser mais perigosa do que o próprio fogo, e como os dois tendem a subir ficando no chão estará protegido.
Depois de ter se saído do local do incêndio não retorne mesmo que for para buscar alguém que esteja preso, seu primeiro passo é chamar os bombeiros para que eles resgatem a pessoa ou o animal que está dentro da casa, não tente ligar para o bombeiro de dentro do local, mas sim fora dela.
Se você não consegue sair pode e deve fazer o uso de celulares ou telefone fixo para chamar o bombeiro mantenha-se em um canto protegido e que seja visível para a hora que os bombeiros entrarem na casa. Se tiver uma janela por perto mesmo que não de para você passar, poderá gritar por socorro, ela e também ajudará você a respirar, tape a boca e nariz com um lençol ou alguma peça de roupa para se proteger da eventual fumaça.
Se a sua roupa pegar fogo seja em casa ou num acidente qualquer não corra, pois isso pode ascender o fogo com mais velocidade, o certo é cobrir o rosto com as mãos e rolar de um lado para o outro até que o fogo cesse totalmente.

FONTE: http://www.dicasgratisbrasil.com/o-que-fazer-em-caso-de-incendio/

OS MALES DOS FUMOS (FUMAÇA E GASES TÓXICOS) RESULTANTES DE INCÊNDIOS

A inalação de fumaça e gases tóxicos é a principal causa de lesões em vítimas em incêndios. As três principais conseqüências na inalação de fumaça de incêndios são: queimaduras das vias respiratórias, asfixia e irritação pulmonar.

Queimaduras das vias respiratórias
As lesões decorrentes de queimaduras nas vias respiratórias normalmente ocorrem nas áreas nasais e região da faringe (árvore tráqueo-brônquica). Isso é conseqüência da elevada dissipação do calor nas áreas iniciais dessas vias. Experimentos em animais demonstram que as vias respiratórias resfriam o ar quente inalado, fazendo com que ao atingir os pulmões, esteja a temperaturas menos elevadas. Os experimentos demonstraram que no caso da inalação de ar à temperatura de 142oC, ao atingir o pulmão, encontrava-se resfriado à temperatura de 38oC. No caso de elevada umidade, a capacidade de absorção de calor é reduzida, fazendo com que o ar atinja os pulmões a temperaturas mais elevadas.

Lesões associadas ao pulmão, com inalação de ar quente, podem levar a uma hiperventilação mais acentuada. Se o limite da reserva respiratória for excedido, há rápida transformação da acidose em alcalose, com hipoxemia grave e necessidade de ventilação mecânica.

Asfixia
A asfixia em um incêndio é causada por um conjunto de fatores. No local do incêndio, o processo de combustão consome oxigênio, fazendo com que sua concentração atinja níveis de até 10-13%, baixos para o ser humano.

Outro fator é a existência de gases tóxicos, como o monóxido de carbono (CO). O monóxido de carbono exerce sua ação de asfixiante químico ao reduzir a capacidade da hemoglobina de transportar o oxigênio, uma vez que possui afinidade de fixação 210 a 300 vezes maior do que a do oxigênio, formando a Carboxihemoglobina (COHb). Esta afinidade pode ser medida pelo número de moles de oxigênio, necessário para cada mole de CO, a fim de manter igual saturação da hemoglobina.

A contaminação por monóxido de carbono ocasiona uma anemia hipóxica. A quantidade de oxigênio disponível no sangue não só é baixa durante a exposição ao CO, como também ocorre uma redução na quantidade do oxigênio liberado nos tecidos.

Desta forma, ambos os mecanismos contribuem para baixar efetivamente a concentração de oxigênio nos tecidos, criando a situação de hipóxia tecidual.

CORRELAÇÃO ENTRE A CONCENTRAÇÃO ATMOSFÉRICA DE CO, A PORCENTAGEM DE COHb NO SANGUE E A SINTOMATOLOGIA PRINCIPAL
CONCENTRAÇÃO DE CO NO AR (ppm)
% DE COHb NO SANGUE, APÓS O EQUILÍBRIO

SINTOMALOGIA PRINCIPAL

50
07
Cefaléia  discreta
100
12
Cefaléia moderada e tontura
250
25
Cefaléia interna, tontura, confusão mental
500
45
Náusea, vômitos, choque
1.000
60
Coma
10.000
90
Morte em 5 minutos

Devem ainda ser considerados vários fatores relacionados com a maior ou menor suscetibilidade dos expostos. Assim, teriam maior probabilidade de intoxicação portadores de distúrbios circulatórios, cardiopatas, anêmicos, pulmonares crônicos, e situações que aceleram o metabolismo: atividade física, temperatura elevada, pressão atmosférica baixa, grande umidade ambiental e hipertireoidismo.

Há ainda em incêndios, a ocorrência de cianeto (CN) em diversas formas, sendo a mais comum o cianeto de hidrogênio (HCN) na forma de gás. Entre os riscos relacionados com estes produtos, conhecem-se várias lesões de pele (pápulas, exantema escarlatiforme, etc.) e das mucosas (irritação, ulceração da mucosa nasal e até perfuração do septo). Como efeitos crônicos são, ocasionalmente, referidos sintomas de fraqueza nas pernas e braços, cefaléias intensas e tireoidopatias.

No entanto, a principal característica deste grupo de produtos é a propriedade tóxica do íon cianeto (CN), em inibir os enzimas da cadeia respiratória. Existem relacionadas cerca de 42 reações enzimáticas que seriam inibidas pelo cianeto. Sua ação mais importante, no entanto, é a inibição da citocromoxidase, impedindo a utilização do oxigênio pelas células. Ou seja, apesar do oxigênio continuar sendo conduzido pela hemoglobina da hemácia, não ocorrerá sua liberação e conseqüente aproveitamento a nível tecidual, resultando em morte por asfixia.

Irritação pulmonar
Os gases irritantes são corrosivos, podem causar irritação e inflamação das superfícies das vias respiratórias e também podem causar irritação ou lesão nos olhos e na pele. Inflamações das vias respiratórias podem resultar em edema pulmonar. Em casos mais sérios, isto pode efetivamente fechar o trato respiratório, enchendo os alvéolos com fluidos, interferindo seriamente na troca dos gases entre o ar nos pulmões e o sangue nos capilares pulmonares.

Exemplos de irritantes gasosos do ar que afetam as porções superiores do trato respiratório incluem amônia, acroleína, gás clorídrico, gás fluorídrico, trióxido de enxofre, formaldeído e ácido acético. Irritantes gasosos que afetam ambas as partes do trato respiratório, superior e inferior, incluem dióxido de enxofre, iodo, bromo, cloro, flúor, ozônio e tricloreto de fósforo. Gases irritantes que afetam principalmente as partes inferiores do trato respiratório são: tricloreto de arsênico, dióxido de nitrogênio e fosgênio.

FONTE: http://www.mercoshipping.com.br/fumos.html

Armadilhas para combater inimigo e caça.

Olá pessoal segue orientações de preparo de armadilhas  no meio da selva para matar ou ferir o inimigo e para caça, peço bastante atenção nos detalhes e na engenharia dos projetos pois podem ser aplicados em diversas frentes, o principio de acionamento mecânico de todos e praticamente o mesmo.

Essa matéria é d+ vale conferir.

Lembrando que o intuito é de aprendizagem para aplicarmos em caso de extrema nescessidade, o blog não se responsabiliza por danos alheios.

Segue link de acesso:

http://www.youtube.com/watch?v=UCduvLp-rCo&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=sNhB4pNqAzA

http://www.youtube.com/watch?v=mqXECBSOqtI&feature=relmfu

http://www.youtube.com/watch?v=H9lRlodrOdQ&feature=related

No youtube tem uma dezenas destes e só conferir. valeu

Sobrevivência na Selva como SABER SE É COMESTÍVEL. ” O que comer “?

Aos amigos do blog aquele abraço, segue mais uma novidade como venho dizendo há bastante tempo meu interesse é reunir em um único lugar informações de sobrevivência, informações que estão disseminadas na internet, nada melhor que reunir tudo em um só local hoje segue um post sobre Selva o que comer? Segue dicas de mega especialistas em sobrevivência.

Link BY http://tripcamp.blogspot.com.br/2011/01/sobrevivencia-na-selva.html

SOBREVIVENCIA NA SELVA

COMO TESTAR SE UMA PLANTA É COMESTIVÉL

Épocas drásticas pedem medidas drásticas. Se você um dia ficar perdido no mato por muitos dias sem comida, você vai ter que achar um meio de se alimentar. Se estiver preparado e conhecer a área, você não vai ter problemas em encontar plantas comestíveis, mas no pior cenário, no qual você não vai conseguir saber se uma planta é segura, siga estas regras para testar a planta.

1. Evite ter que usar este artigo planejando. Algumas plantas são letais, e mesmo ao seguir estas regras com perfeição, sempre existe uma chance de que uma planta lhe deixe mal. Prepare-se para as saídas de campo aprendendo sobre a fauna e a flora local, e leve um livro de taxonomia para identificar plantas. Mesmo se não estiver preparado e não puder encontrar comida segura lembre-se que dependendo so seu nível de atividade, o corpo humano pode passar dias sem comida, e é melhor estar com fome do que envenenado.

2. Encontre uma planta que exista em abundância. Você não quer ter que testar a planta se não existir o bastante para comer.

3. Não beba ou coma nada exceto água pura por oito horas antes do teste. Se tiver que usar este método, este passo é inevitável.

4. Separe a planta em partes. Algumas plantas têm partes comestíveis e partes venenosas. Para testar se a planta é comestível, você na verdade só quer testar se uma parte (folha, raiz ou caule) é comestível.

5. Descubra se a planta tem veneno de contato. Uma planta deste tipo causa irritação só de encostar na pele. Esfregue a parte da planta no interior (o lado mais sensível) do cotovelo ou pulso. Esmague a planta, de modo a deixar a seiva tocar a pele, e deixe ali por 15 minutos. Se o local se alterar nas próximas 8 horas, não continue o teste com esta parte da planta.

6. Prepare uma pequena porção da planta. Algumas plantas só são venenosas cruas, e é uma boa idéia cozinhar a planta que está testando, se isto for possível. Se não puder cozinhar a planta, ou prever que não será possível cozinhá-la no futuro, teste ela crua.

7. Segure um pedaço pequeno da parte cozida contra um lábio por 3 minutos. Não coloque dentro da boca. Se sentir alguma reação, uma queimação ou coceira, pare os testes.

8. Coloque outra porção na língua. Segure na língua sem mastigar por 15 minutos. Se sentir algo, pare os testes.

9. Mastigue a planta e segure-a na boca por 15 minutos. Mastigue bem, e não engula. Pare os testes se sentir algo.

10. Engula.

11. Espere oito horas. Não coma ou beba nada durante este período exceto água pura. Se se sentir mal, enjoado, provoque vômito imediatamente, e beba bastante água. Se tiver carvão ativo, tome ele junto com a água. Pare os testes se tiver qualquer reação adversa.

12. Coma 1/4 de xícara da mesma planta preparada do mesmo modo. É importante usar a mesma parte da mesma planta, e preparar do mesmo modo que usou na amostra inicial.

13. Espere 8 horas. Não ingira nada exceto água pura. Provoque vômito imediatamente se se sentir mal. Se nenhuma reação ocorrer, você pode considerar somente que aquela parte da planta é comestível, e só se preparada do jeito que usou no teste.

14. Comece um novo teste se a parte escolhida falhou.
◦Se a primeira planta tiver falhado já no teste de contato, você pode imediatamente testar uma outra planta no seu outro braço, ou atrás do joelho.
◦Se a planta causou uma reação antes de ser engolida, espere até que os efeitos tenham passado antes de testar outra planta.
◦Se a reação aconteceu depois de ingerir, espere até que os sintomas tenham passado.
◦Apesar de poder haver outras partes da mesma planta que sejam comestíveis, é preferível testar outra planta do que continuar na mesma.

MODO ALTERNATIVO

Se estiver em uma situação na qual tenha acesso a outras fontes de comida (segura), você pode incorporar este teste na sua dieta gradualmente, separando-o em 3 estágios, e usando suas 8 horas de sono como as 8 horas de preparação para o teste. Você só deve tentar se estiver em uma situação de sobrevivência (ou seja, sua comida está acabando, e você precisa testar outra fonte de alimento) ou se não conseguir encontrar informações para um tipo de planta e está disposto a correr os riscos (envenenamento e talvez morte) envolvidos.

1.Acorde e faça o teste de contato. Após 8 horas, faça uma refeição normal (não da planta sob teste).

2.Na próxima manhã, complete o teste engolindo um pequeno pedaço. Após oito horas, se você estiver vivo e bem, coma uma refeição normal novamente.

3.Coma a amostra completa (1/4 de xícara) da planta na terceira manhã. Após oito horas, celebre a adição de uma nova planta comestível no seu cardápio selvagem comendo uma boa refeição.

4.Não desrespeite os outros passos, as dicas e os avisos; este método alternativo serve somente para evitar as 24 horas de jejum, e permite que você teste novas plantas sem passar fome por mais de 16 horas por dia, e somente 8 horas no dia final, se 1/4 de xícara desta comida puder lhe alimentar.

DICAS
•As regras deste artigo, especialmente nos Avisos, pode deixar de fora algumas plantas comestíveis, mas os avisos estão ali para lhe ajudar a evitar as plantas venenosas mais comuns.
•Frutinhas agregadas como a amora e a framboesa sempre são seguras para comer (apesar de que, nos lugares em que elas são consideradas pragas, pode haver pesticida nelas).
•Sempre cozinhe as partes subterrâneas de plantas, para matar bactérias e fungos.
•Descasque frutas tropicais maduras e as coma cruas. Se tiver que comer uma fruta verde, cozinhe antes. Siga todos os outros testes com estas frutas a não ser que saiba que ela é comestível.

AVISO

•Em geral, evite plantas espinhosas. Se uma planta tiver as frutinhas agregadas, estas são seguras.
•Evite cogumelos e outros fungos. Existem muitos fungos comestíveis, mas a maioria é letal, e se não for um conhecedor de fungos, é muito difícil dizer qual é qual mesmo depois de ter testado.
•Evite plantas com folhas lustrosas.
•Evite plantas com frutinhas amarelas ou brancas.
•Evite plantas com flores no formato de guarda-chuva.
•Evite plantas com seiva leitosa.
•Não presuma que uma planta que é comestível cozida é comestível crua.
•Não presuma que uma planta é comestível só porque você viu animais comendo ela.
•Após ter determinado que uma planta é comestível, tome cuidado para colher sempre a mesma planta. Várias plantas são parecidas.
•Testar plantas pode ser perigoso. Só faça isto se estiver em uma situação de emergência.

Link BY http://www.comofazertudo.com.br/sa%C3%BAde-e-boa-forma/como-testar-se-uma-planta-%C3%A9-comest%C3%ADvel

Como testar se uma planta é comestível

Por: Alfonso Almeida

Ao caminhar ou explorar uma floresta, há muitas plantas que atraem sua atenção e parecem comestíveis. Em casos extremos, pode até ser essencial para sua sobrevivência comer plantas encontradas na natureza. Se você precisar testar uma planta para determinar se ela é comestível, siga estes passos. Eles podem salvar sua vida.

  1. Faça sua lição de casa. Tome algumas precauções antes de iniciar caminhadas ou acampar em uma nova área. Leia sobre as plantas venenosas locais para saber quais você deve evitar com certeza. Qualquer bom andarilho deve ser capaz de reconhecer uma hera venenosa e um carvalho. Saiba mais sobre outras plantas venenosas locais em um livro botânico da área.
  2. Evite plantas com seiva e bordas pegajosas. A maioria das plantas com seiva serve para abelhas e insetos, não para seres humanos. Seivas e substâncias pegajosas podem indicar uma secreção venenosa, sendo melhor evitá-las.
  3. Não arrisque com o perigo. Há vários indicadores de plantas venenosas. Tenha-os em mente ao tentar identificar plantas comestíveis. A seguinte lista contém os indicadores de plantas que devem ser evitadas:
    • Espinhos
    • Folhas brilhantes, reluzentes
    • Cogumelos (alguns são comestíveis, mas a maioria não são)
    • Flores em forma de guarda-chuva
    • Bagas brancas ou amarelas
    • Seiva ou óleos leitosos ou amarelados
    • Cheiro de amêndoas ou sabão
    • Folhas em grupos de três
  1. Prove. Corte as folhas ou o caule de uma planta. Procure por uma substância clara, fibrosa. Então, pegue um pequeno pedaço da planta e coloque na boca. Mastigue o pedaço por alguns minutos sem engolir. Preste atenção a qualquer gosto azedo, formigamento, dormência ou ardência que você possa sentir. Se algum destes ocorrer, cuspa o pedaço imediatamente. Se não houver efeitos adversos após cinco ou dez minutos, então engula o pedaço.
  2. Pausa para processar. Após decidir engolir uma planta, você assume o risco. Não continue a comer mais da mesma planta. Em vez disso, espere pelo menos meia hora antes de tentar comer mais. Seu organismo pode precisar de tempo para processar antes que você possa ter certeza de que a planta não é venenosa.

Link BY http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-saber-se-uma-fruta-no-mato-e-comestivel

Como saber se uma fruta no mato é comestível?

A melhor dica é observar o comportamento dos animais selvagens. “O que eles consomem pode ser aproveitado pelo homem”, diz o coronel Marcos Carias de Oliveira, ex-instrutor do Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs) do Exército brasileiro. A dúvida sobre um fruto desconhecido pode pintar num simples passeio ecológico ou numa situação extrema, quando a decisão de comê-lo ou não é uma questão de sobrevivência. Na primeira hipótese, talvez o melhor conselho seja não arriscar. É que, apesar de existirem pequenos truques para identificar o que é ou não comestível, a lista de exceções à regra é grande. Algumas raízes, por exemplo, podem ser ingeridas sem problema quando cozidas, mas são venenosas quando cruas. Já certas frutas que são deliciosas quando maduras se transformam em um prato indigesto se colhidas antes do tempo. “O fruto da mangaba quando verde é venenoso e impróprio para o consumo, causando intoxicações que podem levar à morte”, diz o engenheiro agrônomo Carlos Ruggiero, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Jaboticabal (SP). Ou seja, as dicas do infográfico desta página até ajudam, mas não são infalíveis. Por isso, para colocá-las em prática, só mesmo num momento limite e não por simples curiosidade.

Pavor à primeira mordida Diante de frutos e vegetais desconhecidos, siga as pistas deixadas por animais

FIQUE LONGE DO “CAL”

A sigla CAL quer dizer “Cabeludo, Amargo e Leitoso”. Se o fruto em questão tiver essas três características somadas, nem pense em comê-lo. Porém, a existência de apenas uma ou duas dessas características não impede o consumo — o kiwi, por exemplo, tem a casca “cabeluda” e o mamão pode soltar uma espécie de leite

SABOR APROVADO

Procure frutos grandes que estejam bicados por pássaros ou mordidos por animais. Os peritos em sobrevivência na selva garantem que 90% do que os animais comem também pode ser consumido pelos humanos

NO RASTRO DO ALMOÇO

Seguir pagadas de pequenos animais é uma boa tática. Ela podem levar até árvores e plantas frutíferas. Ao chegar perto delas e olhar para o alto, provavemente você irá encontrar frutos mordidos pelos animais

A RAIZ DO PROBLEMA

Muitas raízes e brotos subterrâneos podem ser consumidos crus, como o rabanete e a cenoura. Se você achar um vegetal conhecido, tudo bem comê-lo in natura. Mas, se pintar a dúvida se uma raiz ou broto é comestível, é melhor cozinhá-lo. O inhame bravo, por exemplo, é venenoso cru, mas cozido não.