Sobrevivencialismo.

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http://sobrevivencialismo.com/

 

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Camuflagem, como funciona essa Técnica?

Técnicas militares de camuflagem

http://www.ehow.com.br/tecnicas-militares-camuflagem-info_29965/

A camuflagem é mais do que uma estampa de roupa. Ela é um componente importantíssimo das operações táticas militares. O exército possui cinco técnicas básicas no campo de camuflagem, cobertura e esconderijo: esconder, camuflar, disfarçar, alterar e distrair.

Esconder

Nas operações militares, esconder é a técnica de proteger um alvo dos sensores do inimigo. O soldado esconde seu corpo atrás de uma barreira, como uma pedra, árvore ou obstáculo feito pelo homem, para ficar fora da vista dos sensores do inimigo. Idealmente, todas as operações militares devem ser feitas às escondidas, o que requer dos soldados o uso efetivo do terreno para limitar a visibilidade. A técnica de esconder inclui as seguintes habilidades: enterro de minas, posicionamento de veículos embaixo de árvores, disposição de equipamento militar em locais estratégicos e uso de obscurantes (como, por exemplo, a fumaça).

 

Camuflar

A camuflagem é uma técnica de alterar a aparência de um alvo para que ele se misture com o ambiente ao seu redor. O tipo mais óbvio de camuflagem é usar uniformes com estampa camuflada, que reduzem a visibilidade. Existem vários tipos diferentes dessas estampas que funcionam em diferentes tipos de campos de combate, como florestas densas, regiões rochosas e desertos. Para obter uma boa camuflagem, os soldados e estrategistas consideram fatores como a forma, a textura, a cor, o tamanho do alvo e o desenho do fundo e do terreno.

 

Disfarçar

O disfarce é a aplicação de materiais em um alvo para iludir e confundir o inimigo. A aparência de um alvo é modificada para que fique parecido com alguma coisa mais ou menos importante. Por exemplo, um grande armazém pode assumir o disfarce de várias unidades menores. Alternativamente, um lançador de mísseis pode ser disfarçado como um caminhão de cargas.

 

Alterar

A alteração é uma tática de combate que distorce ou erradica os formatos originais do alvo para oferecer proteção a ele. Como exemplo, redes de camuflagem podem ser colocadas sobre partes de um alvo para alterar seu formato, sua estampa e sua cor originais.

 

Distrair

A distração é a tática de empregar um chamariz para distrair a atenção de um alvo. Os chamarizes são elaborados para fazer o inimigo acreditar que o alvo foi localizado. Normalmente, eles atraem o fogo inimigo, enquanto que os alvos reais são ignorados. Distrações bem planejadas aumentam significativamente a chance de sobrevivência.

http://www.mundointeressante.com.br/2014/01/10-tipos-de-camuflagem-que-poderiam-te.html

10 tipos de camuflagem de caçadores que poderiam te surpreender a qualquer momento

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http://mundomilitar.wordpress.com/category/padroes-camuflados/

Esse SITE é nota 10 vale conferir

OD

Usado extensivamente pelos soldados americanos durante a Segunda Guerra Mundial, e também na Guerra do Vietnam. Muitos tanques e outros veículos foram também pintados nesta cor. Não sendo muito eficaz, foi mais tarde trocado pelo Tiger Stripe e pelo Woodland.

Este tipo de verde é ainda hoje usado, mais ou menos na sua forma original (a nível de cor), especialmente em ambiente urbanos/artificiais por equipas S.W.A.T. e também pelos Navy S.E.A.L. Usado também em equipamento táctico para poder ser usado em conjunção com outros padrões e manter alguma coerência no factor de camuflagem (por exemplo: joelheiras OD com B.D.U. Woodland). Assim, torna-se uma cor económica no que toca a custos com equipamento. Este tipo de “padrão” também passa simplesmente por ser de cor verde-escuro, de uma tonalidade neutra para não se destacar muito das cores existentes no ambiente circundante.

Eficaz em: Floresta / Selva
Relativamente eficaz em: Urbano
Pouco eficaz em: Deserto

  BLACK

Usado preferencialmente por equipas anti-terrorismo tais como a S.W.A.T., as S.A.S. e o G.I.G.N. O preferido para operações nocturnas ou em ambientes de luminosidade reduzida. Para estas situações é comum existir a troca do preto para o azul.

A cor preta também é usada, curiosamente, pelo aspecto sinistro e pelo factor psicológico que causa nos opositores. É também a cor mais neutra que existe em material táctico, pelo que a máxima “o preto fica bem com tudo” também é aplicável neste ramo. Contudo, mesmo para ambientes nocturnos, não é a melhor das camuflagens.
Eficaz em: Urbano / Nocturno
Pouco eficaz em: Deserto / Selva / Floresta

   WOODLAND

  O padrão Woodland foi introduzido em 1981 para substituir o OD. Adoptado por vários países como Bósnia, Israel, Espanha e muitos outros e obviamente pelos EUA, os quais estão agora a substitui-lo pelo ACU (All-Terrain). Intensivamente usado pelos EUA nos últimos anos, tanto no ramo do Exército (Incluindo Forças Especiais, SEALs, etc.) como na Marinha. Este é composto por 4 cores: verde, castanho-escuro e claro, e preto. As manchas são de dimensão média. Actualmente é um padrão em degeneração, vindo a ser substituido pelos padrões digitais mais eficazes.

Eficaz em: Floresta
Relativamente eficaz em: Urbano / Montanha / Selva
Pouco eficaz em: Deserto

URBAN

  Composto por 4 cores: Branco, Preto, Cinzento-escuro e claro. Tem a mesma mancha e resolução do Woodland pois é baseado neste já conhecido padrão. As suas cores de elevado contraste e na base dos cinzentos destinam-o para ambientes urbanos. Pouco empregue no mundo pelas forças militares estando actualmente em fora de uso. Contudo, o padrão prevalece famoso para civis que o utilizam em roupa estilo street-wear.

Eficaz em: Urbano
Pouco eficaz em: Deserto / Floresta / Selva / Montanha

  FLECKTARN

As origens do “Flecktarn” estendem-se até aos tempos da Segunda Guerra Mundial, onde um padrão camuflado semelhante ao actual foi experimentado pelas unidades das SS. Em 1976 foram a concurso vários camuflados na Alemanha, para substituir as fardas cinzentas que antes possuíam. O padrão aprovado foi o Flecktarn (“Fleck”: ponto ou borrão; “Tarnung” camuflagem), mas este só foi introduzido em massa em 1990.

Este é ainda o actual camuflado do exercido Alemão. Usado também na Áustria, e na Força Aérea Belga durante os anos 90. Este camuflado é composto por um fundo verde-claro não muito abundante, coberto depois em quantidade pelos tais borrões ou pontos de cor verde-escuro, e depois em menos quantidade, de cor preta, verde amarelado e cor-de-laranja.

Eficaz em: Floresta
Relativamente eficaz em: Selva / Montanha
Pouco eficaz em: Deserto / Urbano

  DAN

Usado essencialmente pelo Exército do Reino da Dinamarca, o Dan M84, é muito semelhante ao Flecktarn, mas com apenas 3 cores. Usado também noutros países na parte Norte da Europa. Este é identificado por um fundo verde-claro pouco visível, sendo depois predominantemente verde-escuro, com partes pretas. Funciona muito bem em florestas cuja predominância de verdes supera em larga escala os castanhos.

Eficaz em: Floresta / Selva
Pouco eficaz em: Deserto / Urbano / Montanha

  DPM

Tendo por base o “Denison Smock” usados pelos Pára-quedistas do Exército Britânico nos anos 40, o DPM foi desenvolvido nos anos 60. Ao longo dos anos foi remodelado a nível dos tecidos que o compunham, e complementado com um capuz. Em 1984 a cor castanha sofreu um escurecimento, em 1990 ganhou novas formas, e de 1994 para cima foi trocado o castanho-claro (“tan”), por um castanho alaranjado. Existe uma versão para o Deserto em apenas 2 cores, usada em grande quantidade nos confrontos dos últimos anos no Médio Oriente, por parte do Exército Britânico.

Este foi também adoptado por vários países tais como Holanda e Portugal entre muitos outros. O DPM consiste num fundo castanho-claro pouco abundante, depois coberto largamente por verde-escuro e castanho em quantidade praticamente iguais, completo por pequenas áreas pretas. A disposição das cores deste padrão assemelha-se a pinceladas, especialmente se formos a ter em conta o padrão em que se baseia, o Denison Smock, o qual era inicialmente pintado à mão.

Eficaz em: Floresta / Selva
Relativamente eficaz em: Montanha
Pouco eficaz em: Deserto / Urbano

  US TIGER STRIPE

Desenvolvido para as Forças Especiais do Exército Americano durante a Guerra do Vietnam por volta de 1965, este padrão era destinado a ser usado na selva, sendo o padrão em si concebido para ser usado a distâncias curtas (cerca de 45m). Este é uma adaptação de um outro padrão Britânico desenvolvido nos anos 50. O nome é proveniente das largas manchas pretas que o padrão possui, assemelhando-se às listas de um tigre, e daí: “Tiger Stripe”.

Usado ainda actualmente em vários núcleos de forças especiais do Exército Americano, tal como nos SAS. Sendo composto essencialmente por preto e verde, estas cores estão dispostas como que rasgões. Nas áreas verdes podemos encontrar espaços castanhos circundados por um castanho muito claro.

Eficaz em: Selva
Relativamente eficaz em: Floresta
Pouco eficaz em: Montanha / Deserto / Urbano

  DESERT 3 COLOR

Esta variante do padrão Desert veio substituir o descontinuado, mas talvez mais mediático, Desert de 6 cores com as “pepitas de chocolate”, um padrão feito erroneamente tendo em conta os cenários onde iriam ser utilizados. O Desert de 3 cores veio-se provar como sendo muito mais eficaz.

Este padrão acabou por ver mais acção nestes últimos anos na Operação “Iraqi Freedom” do que durante os anos para os quais foi inicialmente desenvolvido, sob a forma de 3 cores. Espera agora substituição pelos mais recentes e considerados mais eficazes, padrões digitais. Apresentando menos 3 cores do que o antigo Desert de 6 cores, este passa simplesmente por uma base castanho claro (“Tan”), manchas grande de um verde pálido de tom claro com sombreados de castanho-escuro.

Eficaz em: Deserto
Relativamente eficaz em: Montanha
Pouco eficaz em: Montanha / Deserto / Urbano

  MARPAT WOODLAND

  Desenvolvido pelo Corpo de Fuzileiros dos EUA, o MARPAT (MARine Disruptive PATtern) não é necessariamente um conceito novo. Já o Flecktarn alemão troca as manchas grandes de cores por pequenos pontos. O modo como foi desenvolvido faz com que o olho humano reaja aos pixéis de modo a que não note nenhuma margem de mudança de cor (presente nos típicos camuflados de manchas de diferentes cores) e que desta maneira o camuflado não se destaque como um padrão isolado inserido na natureza mas sim que não se destaque de forma alguma, e assim sendo, se integre melhor.

O MARPAT, como faz parte do nome, foi desenvolvido pela Marinha norte-americana e é usado pela mesma, nas duas formas que o compõe actualmente, o Woodland e o Desert. Está planeado também o seu uso fora dos Fuzileiros, sobre outro esquema de cores conhecido como o “Navy Working Uniform” (ou Farda de Trabalho da Marinha).

Esta variante Woodland é composta por uma grelha de pixéis verde-escuros e castanho-alaranjados, com porções pretas e uma quantidade ainda menor de verde-claro.

Eficaz em: Floresta / Selva
Relativamente eficaz em: Montanha
Pouco eficaz em: Deserto / Urbano

  MARPAT DESERT

  Desenvolvido pelo Corpo de Fuzileiros dos EUA, o MARPAT (MARine Disruptive PATtern) não é necessariamente um conceito novo. Já o Flecktarn alemão troca as manchas grande de cores por pequenos pontos. O modo como foi desenvolvido faz com que o olho humano reaja aos pixéis de modo a que não note nenhuma margem de mudança de cor (presente nos típicos camuflados de manchas de diferentes cores) e que desta maneira o camuflado não se destaque como um padrão isolado inserido na natureza mas sim que não se destaque de forma alguma, e assim sendo, se integre melhor.

O MARPAT, como faz parte do nome, foi desenvolvido pela Marinha norte-americana e é usado pela mesma, nas duas formas que o compõe actualmente, o Woodland e o Desert. Está planeado também o seu uso fora dos Fuzileiros, sobre outro esquema de cores conhecido como o “Navy Working Uniform” (ou Farda de Trabalho da Marinha). Esta variante Desert é composta por uma grelha de pixéis castanho claro (“Tan”) em maior quantidade, sendo depois completo por 3 tons de castanho mais escuros, sendo o grau de escurecimento do tom de castanho inversamente proporcional à sua abundância no padrão, ou seja, o tom de castanho mais escuro neste padrão irá ser o que existe em menos quantidade.

Eficaz em: Deserto
Relativamente eficaz em: Montanha
Pouco eficaz em: Floresta / Selva / Urbano

  ARPAT ALL-TERRAIN

  O ACU (“Army Combat Uniform”) foi desenvolvido para substituir o BDU (em uso desde 1981). Não mudando só o padrão em si, esta farda foi feita a pensar nos soldados, e por esta mesma razão desenvolvida à volta da opinião dos mesmos. Em relação ao BDU, sofreu diversas alterações a nível da disposição de bolsos (que se encontravam anteriormente em posições ineficazes, especialmente quando se usava um colete táctico por cima), ao nível do corte da farda em si de modo a restringir os movimentos o mínimo possível, ao nível de conforto foram criadas fundas para inserir protecções para os cotovelos e joelhos, e ao nível de segurança foram implementados visores infra-vermelhos para reflectirem a posição aos visores nocturnos de modo a evitar fogo amigo ou detecção de forças amigáveis em más condições de visibilidade. De um modo geral veio a eliminar muitos erros ou falhas presentes nos antigos BDU’s Woodland.

Este está actualmente a ser implementado no Exército Americano, e virá brevemente a tomar o lugar de padrão base, tal como os MARPAT na Marinha.

O nome ARPAT (Army Pattern) “All-Terrain” deste padrão não vem por acaso. As cores presentes neste padrão “digital” caminham no sentido de fazer com que este seja eficaz num máximo número de cenários. Possuem um fundo beije tipo Tan, e zonas cinzento esverdeado de densidades diferentes, uma mais clara que a outra para inserir algum factor de profundidade de campo retirada pela ausência de preto neste padrão. Este misto de 3 cores faz com que seja relativamente eficaz nos 3 principais cenários de combate, embora seja essencialmente um padrão de combate urbano. Quanto ao tipo de flora encontrada no nosso país, este padrão tende a destacar-se no ambiente.

Eficaz em: Deserto / Montanha / Urbano
Pouco eficaz em: Floresta / Selva

  MULTICAM

  Dentro do conceito “All-Terrain” do ACU, o Multicam (MULTIple CAMouflage) tem também como finalidade um camuflado que seja relativamente eficaz numa série de cenários. Ao contrário do ACU, o Multicam fica-se pelas técnicas “antigas” de camuflagem, sendo um tradicional padrão de manchas. Este foi desenvolvido por uma firma denominada “Crye Associates”.

Ao contrário do ACU que fica limitado a 3 cores, o Multicam apresenta 7 cores diferentes: 4 tons castanhos e 3 tons verdes. Embora contenha uma boa quota de tons verdes, este padrão não será o mais eficaz para o nosso tipo de flora em Portugal.

Embora não tenha actualmente nenhum contracto, este padrão foi desenvolvido em conjunção com o “Soldier Systems Center” do Exército americano. Actualmente encontra-se de livre venda a civis.

Eficaz em: Deserto / Montanha
Relativamente eficaz em: Urbano
Pouco eficaz em: Floresta / Selva

Como funciona serviço os secretos de inteligencia?

Como funcionam os serviços secretos de inteligência?

Fonte: http://super.abril.com.br/tecnologia/como-funcionam-servicos-secretos-inteligencia-442517.shtml

Esses espiões existem, sim, geralmente ocultos sob cargos que lhes permitem viver legalmente no exterior.

 

 

É muito dinheiro, mas representa apenas metade do orçamento da NRO (Serviço Nacional de Reconhecimento), a que mais gasta entre as 15 agências de inteligência americanas. Ela consome 30 bilhões de dólares ao ano, porque desenvolve e fabrica satélites. Mas muita coisa ainda vai mudar nesse setor depois de 11 de setembro. “Nos Estados Unidos, cresce a pressão para que os órgãos de inteligência troquem dados entre si”, diz o cientista político Marco Cepik, da Universidade Federal de Minas Gerais. Havia indícios de que os atentados terroristas poderiam ocorrer, mas as pistas ficaram dispersas nos labirintos da burocracia. Agora, a CIA voltará a meter o pé na lama: uma das primeiras medidas do presidente George W. Bush após os ataques foi revogar leis criadas nos últimos 15 anos que impediam os agentes de contratar criminosos e matar líderes políticos. Ganharão espaço também os espiões clássicos, com seus informantes.

Afinal, quando foram procurar bin Laden, os americanos não tinham ninguém infiltrado no Taleban, porque viver em lugares inóspitos parecia sacrifício demais. A CIA havia virado um lugar de “mauricinhos”, como sugeriu Reuell Gerecht, ex-agente da CIA no Oriente Médio: “Operações que incluem a diarréia como modo de vida simplesmente não acontecem mais”, disse ele. Ou melhor: não aconteciam.

Kim Philby (1912-1988), o mais famoso espião do século XX, era o cabeça das operações anticomunistas da inteligência britânica. Demorou décadas para descobrirem que ele trabalhava como agente duplo, ajudando os soviéticos

Ninhos de arapongas

Ficha resumida das agências de espionagem e suas atividades

INGLATERRA

AGÊNCIA – MI5 (Serviço de Segurança)

ATIVIDADES – Age dentro do país, combatendo espionagem estrangeira

 

AGÊNCIA – MI6 (Serviço Secreto de Inteligência)

ATIVIDADES – Aqui trabalham os espiões internacionais da rainha, como 007

 

FRANÇA

AGÊNCIA – DST (Direção de Vigilância Territorial)

ATIVIDADES – Combate a espionagem política e econômica e o terrorismo dentro do país

 

AGÊNCIA – DGSE (Direção Geral de Segurança Exterior)

ATIVIDADES – Grampeia comunicações, faz espionagem e promove ações no exterior

 

ESTADOS UNIDOS

AGÊNCIA – CIA (Agência Central de Inteligência)

ATIVIDADES – Faz espionagem e opera ações contra inimigos no exterior

 

AGÊNCIA – FBI (Bureau Federal de Investigações)

ATIVIDADES – É polícia federal e responsável pela contra-espionagem no país

 

AGÊNCIA – NSA (Agência Nacional de Segurança)

ATIVIDADES – Intercepta todas as comunicações no mundo (de telefonemas a e-mails)

 

RÚSSIA

AGÊNCIA – SVRR (Serviço de Espionagem Exterior)

ATIVIDADES – Um dos herdeiros da KGB, faz espionagem clássica fora do país

 

AGÊNCIA – SFS (Serviço Federal de Segurança)

ATIVIDADES – Também herdeiro da KGB, é o órgão de polícia política

 

AGÊNCIA – GRU (Serviço de Inteligência Militar)

ATIVIDADES – Promove investigação e espionagem para as forças armadas

 

BRASIL

AGÊNCIA – Abin (Agência Brasileira de Inteligência)

ATIVIDADES – Criada em 1998, seu campo de atuação ainda está sendo regulamentado

 

AGÊNCIA – PF (Polícia Federal)

ATIVIDADES – Investiga crimes federais e controla fronteiras e imigração

Táticas de Guerra.

WIKIPÉDIA

http://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%A1ctica_militar

Tática militar (grego: Taktikē, a arte de organizar um exército) é um nome coletivo para métodos de atacar e se defender de um inimigo em batalha. Mudanças na filosofia e na tecnologia ao longo do tempo têm se refletido em mudanças nas táticas militares.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:T%C3%A1cticas_militares

Segue Link acima do Wikipédia com todas táticas militares disponíveis.

Artigo bem completo, lembrando que meu interesse e somente divulgar os conteúdos já existentes e reunir em um só local.

http://simfg.weebly.com/uploads/1/0/0/5/10056149/manual_de_tticas_de_guerra_em_favelas_cariocas_-_seseg.pdf

Segue apostila em PDF bem legal.

Manual de explosivos atualizado com medidas e proporções adequadas.

Não nos responsabilizamos por DANOS ALHEIOS.

Toda e qualquer utilização deste manual fora do conteúdo didático e considerado crime.

Segue ai galera link com manual completo e bem inovador feito por especialista no campo químico militar.

http://www.midiaindependente.org/media/2009/06/448566.pdf

Tipos de armas branca.

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Arma_branca

Designa-se arma branca um objeto que possa ser utilizado agressivamente, para defesa ou ataque, mas cuja utilização normal é outra, geralmente para trabalho. Machados, facas e martelos são armas brancas; já outras armas como pistolas e rifles, por exemplo, não se incluem nessa categoria, pois a sua finalidade primária é ferir um oponente.

As armas brancas se classificam em sete espécies: as cortantes; as perfurantes; as perfurocortantes; as contundentes, as cortocontundentes, as perfurocontundentes e as perfurocortocontundentes.

As armas brancas cortantes são os instrumentos que se caracterizam por uma borda delgada, denominada gume ou corte, afiada o bastante para seccionar tecidos por meio de uma pressão deslizante, que provocará maior talho à medida que a lâmina se desloca. Os exemplos clássicos são a gilete, o cutelo, e a navalha de barbeiro.

As perfurantes são os instrumentos terminados em ponta aguda, de secção circular ou poligonal. Servem para perfurar, não produzindo corte. O florete e a agulha são os melhores exemplos.

As perfurocortantes são os objetos constituídos por uma lâmina que apresenta uma ponta e um ou mais gumes. São utilizadas para perfurar e cortar. Os melhores exemplos são a faca, a adaga e a katana.

As contundentes atuam pela pressão de choque, tirando partido do momento linear causado pela sua massa ao serem brandidas. O taco de beisebol, o martelo e o rolo de massa são exemplos de armas brancas contundentes.

As cortocontundentes são as peças que atuam cortando, mas que por conta também de sua massa, acabam igualmente exercendo um efeito contundente ou esmagador sobre os tecidos atingidos. O machado e a foice são bons exemplos para ilustrar a definição.

As perfurocontundentes provocam perfuração, e dada a sua massa, podem fraturar o alvo. Exemplos disso são a picareta, a forquilha e o arpão.

As perfurocortocontundentes podem cortar, perfurar e fraturar o alvo. Um exemplo desse tipo de arma branca é o facão de selva.

Arma de corte

  • Adaga
  • Canivete
  • Estilete
  • Espada
  • Faca
  • Katar
    • Faca de mergulho
  • Lança
    • Pique
    • Azagaia
    • Tridente
    • Pilo
    • Yari
    • Sarissa
    • Alabarda
    • Dardo
    • Hasta
    • Naginata
    • Dory
  • Lança larga
  • Florete
  • Katana
  • Kunai
  • Machado
  • Navalha
  • Punhal
  • Sabre

Arma sem corte

  • Bastão
  • Bastão de combate
  • Algumas variações do Bumerangue (nem todos são de arremesso)
  • Chicote
  • Chúi
  • Eku
  • Gun
  • Hanbo
  • Jitte
  • Kubotan
  • Lathi
  • Maça
  • Martelo de guerra
  • Bec de corbin (também de corte)
  • Morning star
  • OttaOtta
  • Porrete
  • Shareeravadi
  • Shillelagh
  • Taiaha
  • Tambo
  • Tewhatewha
  • Tonfa
  • Waddy

Armas de haste

  • Lucerne hammer

Mãos

  • Soco inglês
  • Yawara
  • kubotan

Armas de arremesso

  • Arco e Flecha
  • Zarabatana
  • Besta
  • Baioneta

Equipamentos utilizados por soldados.

Fonte:http://mundoestranho.abril.com.br/materia/que-equipamentos-um-soldado-carrega

Guerra portátil Fuzileiros americanos levam 30 kg de pura tecnologia bélica

CAPACETE

Os militares americanos usam na atualidade quatro modelos diferentes de capacete, todos feitos com várias camadas de kevlar. Desde de 2004, os fuzileiros recebem um modelo resistente a projéteis de 9 mm

BOLSA PARA REMÉDIOS

Aqui vão medicamentos de extrema urgência, incluindo poderosos anestésicos injetáveis – a maioria dos outros apetrechos para primeiros socorros vai com o paramédico que acompanha cada patrulha

PISTOLA

As forças americanas usam dois modelos de armas para combates mais próximos. Parte dos fuzileiros usa a pistola semi-automática Colt M1911 calibre 45, com alcance de 60 m. Outros usam a pistola Beretta 92S-1, com alcance de 50 m e 1 kg de peso, como a Colt

MEIAS

Manter os pés secos e limpos é indispensável para evitar micoses e feridas que impeçam o soldado de caminhar. Por isso, três pares de meias são incluídos na bagagem, sendo trocados uma vez ao dia e lavados com regularidade

COLETE

Feito de kevlar, uma fibra sintética ultra-resistente, é capaz de deter o impacto direto de um projétil de 9 mm, calibre da maioria das submetralhadoras e pistolas militares usadas pelos exércitos

FUZIL

A arma básica é o fuzil de assalto M-16. Desenhado em 1957, tem calibre 5,56 mm, alcance de 550 m, pesa em torno de 3 kg, é feito de plástico e liga de alumínio. Os modelos mais recentes podem receber um lançador de granadas montado sob o cano

FACA

Usada para cortar fios e cabos, pode ser adaptada ao cano do fuzil M-16, além de servir como punhal de combate, faca de campo e até como serra. A lâmina tem mais de 20 cm e a arma é usada em conjunto com outros modelos mais antigos de baioneta

MUNIÇÃO PARA MORTEIRO

Transportada junto com rádios e agasalhos na mochila maior, que resiste a cargas de quase 60 kg. Morteiros são armas simples, feitas apenas de uma base de metal e um cano que dispara projéteis explosivos capazes de espalhar estilhaços por grandes áreas

BOLSA PARA ÁGUA

Inicialmente usada por ciclistas de competição, a chamada camelbak é transportada nas costas, armazena quase 5 litros e tem um caninho plástico até a boca do soldado, que agora leva apenas um cantil na cintura – usado geralmente para reabastecer a camelbak

PONCHO

Feito de tecido impermeável camuflado, é usado sob chuva, como agasalho leve ou abrigo para dormir à noite. Suas aberturas laterais permitem que o soldado faça movimentos bruscos e rápidos e possa manejar armas com facilidade

BOLSAS PARA MUNIÇÃO

Munição nunca é demais. Por isso as bolsas no suspensório de um fuzileiro são desenhadas com capacidade para pelo menos três magazines de 30 cartuchos para fuzil M-16 ou dois magazines de 20 tiros para carabina M-4 ou ainda quatro pentes de munição para pistola

KIT LIMPA-ARMA

Usado para limpar e lubrificar fuzis, pistolas, submetralhadoras e carabinas – armas que podem emperrar por causa de poeira e umidade. Contém óleo mineral, grafite, flanela e escovinha para retirar resíduos de pólvora do cano

CHEM LIGHT

Do inglês “luz química”, são pequenos tubos plásticos (em torno de 15 cm de comprimento) que ao ser agitados produzem uma reação química, gerando luz de baixa intensidade em diversas cores para sinalização ou iluminação de emergência

TOLDO

Feito de plástico ou tecido impermeável em padrões variados de camuflagem (para selva, deserto ou neve), é usado como abrigo contra o sol e a chuva, além de servir para montar barracas e macas improvisadas