Sobrevivencialismo.

Olá Pessoal encontrei este Site que merece respeito, os caras são feras nota 1000 nele você consegue milhares de informações super valiosas muita atenção.

http://sobrevivencialismo.com/

 

Dicas de Segurança.

 

Olá Pessoal segue abaixo Link de um site fenômeno com super dicas de segurança para o dia dia, ação e prevenção nota 1000.

http://www.dicaseg.com/

http://www.dicaseg.com/2009/01/dicas-de-seguranca.html

Como se portar em manifestações, OBRIGATÓRIO.

Segue Endereço OFICIAL com as informações.

http://sossolteiros.virgula.uol.com.br/manual-completo-de-como-se-portar-em-manifestacoes/

Manual Completo de como se portar em manifestações

TUDO que você precisa saber sobre manifestação e tinha preguiça de procurar. Alguém fez essa compilação completíssima, não sei quem foi, mas agradeço. REPASSEM:

1 – Como protestar e ajudar de casa

2 – Como se comportar no protesto

3 – Orientacões Jurídicas

4 – Evento Oficial e contato com a Coordenação

5 – Material e Suporte Técnico

6 – Como lidar com gás lacrimogêneo e bombas

7 – Primeiros Socorros (pré-durante-pós)

8 – Eventos no Brasil.

9 – Eventos no Mundo.

10 – Ajuda internacional

12 – Sobre

13 – Máscara

5 MANEIRA DE AJUDAR SEM SAIR DE CASA!

1. Abra seu Wi-Fi

Se você mora ou trabalha perto das áreas de manifestação libere o sinal do seu Wi-Fi. Com mais conexão os protestantes são capaz de informar melhor e subir seus registros e trocar mensagens.

2. Bandeira branca na janela

Coloque uma bandeira branca na sua janela e participe do movimento VEM PRA JANELA  que dá mostra o apoio das pessoas dentro de casa aqueles na rua – lutando.

3. Proteja os manifestantes

Separe alguns panos com vinagre e garrafinhas de água, e converse com seu porteiro para abrigar gente fugindo dos protestos se a violência começar. PMs agrediram diversas pessoas tentando fugir da confusão encurralados na porta de prédios – a grande maioria presente não tem interesse em participar de violência. Proteja-os se puder.

4. Registre tudo que ouve e vê

Sendo uma peça presente, registre seus arredores e participe da troca de informações sobre os protestos. Utilize as tags do evento e informe seus contatos de tudo que está acontecendo – sua presença virtual é tão importante quanto sua presença física.

5. Compartilhar é participar!

Diversas informações podem ser cruciais na hora de ajudar quem esta nas ruas. Durante o protesto do dia 13, os manifestantes souberam com alguma antecedência sobre a presença do batalhão de choque da polícia escondido, e puderam tentar minimizar a os ataques. Também foi através da internet e facebook que informações sobre pontos de suporte médico chegaram as ruas. Esteja preparando com todo seu poder de cidadão da internet pra ajudar!

15 DICAS PARA QUEM VAI AS RUAS PROTESTAR

1. Use roupas impermeáveis

Se você tiver casacos ou peças impermeáveis em casa, eles são perfeitos contra o famoso gás lacrimogêneo. O algodão absorve o gás e os químicos ficam em contato com a pele por mais tempo.

2. Tome Banho

Sim, vá para a manifestação bem limpinho. Isso porque a oleosidade da pele também ajuda a fixar o gás lacrimogêneo.

3. Não fotografe o rosto dos líderes manifestantes

Os organizadores do movimento pedem que fotógrafos e jornalistas não ajudem a polícia a identificar membros dos protestos. Essas pessoas, após identificadas, podem ser perseguidas ou presas injustamente.

4. Cinegrafista, mantenha distância!

A cobertura da mídia tradicional brasileira está deslegitimando o processo e dando importância apenas a cenas de violência. Se você tem uma câmera, faça imagens do que realmente está acontecendo. Mas proteja-se em um lugar tranquilo e longe da confusão. No meio do protesto, você corre o risco de ser reprimido pela Polícia Militar.

5. Ande em grupo

Vídeos postados nas redes sociais mostraram grupos de policiais espancando pessoas que estavam sozinhas. O melhor é estar sempre acompanhado por um grupo.

6. Óculos de Natação

O óculos é barato – pode ser encontrado por R$ 2 em lojas de artigos esportivos – e protege os seus olhos do gás lacrimogêneo. Não use lentes de contato! Elas retêm o gás nos seus olhos.

7. Máscara de Pintor

Esta é mais uma opção barata para se proteger contra o gás lacrimogêneo. Bandanas e lenços também ajudam. Acrescente vinagre diluído em água e, se puder, leve um Cebion para colocar na boca.

8. Nunca esfregue os olhos!

Para desinfetá-los contra o gás, vire a cabeça lateralmente, jogue água corrente e deixe-a escorrer do olho para fora, em um olho de cada vez. A amônia corta o efeito do gás lacrimogêneo – vinagre contém amônia (misture meio litro de vinagre em meio litro de água pra lavar o rosto) ou Cebion.

9. Sapatos confortáveis

No último ato, foram 5 horas de caminhada. Vá preparado.

10. Se você não for participar, evite a região onde o ato vai acontecer

Você não precisa ser contra nem a favor. Se não vai participar, o melhor é evitar a região do protesto. A população está saindo nas ruas para reivindicar um direito básico. Não seja o chato que reclama porque chegou 2 horas mais tarde em casa. O ato em São Paulo acontece na próxima segunda-feira 17.

11. Registre os abusos

Diversos casos de violência e abusos só vieram a tona por que haviam registros feitos por telefones e câmeras. Utilizem as armas que vocês tem para gravar todo tipo de violência e excessos.

12. Informe e esteja informado

Mantenha seu círculo de contatos atualizado do que está acontecendo com você, em caso de ser preso ou estar machucado, alguém pode ir ao seu encontro e te ajudar. Caso você precise o momenti Habeas Corpus tem uma legião de advogados prontos pra defender seus direitos civis

13. Descubra quais os pontos de apoio

Durante o último evento a Matilha Cultural prestou suporte médico aos manifestantes. Procure se informar onde estão os novos pontos de apoio, isso pode salvar a vida de alguém.

14. Seja pacífico.

Lute mas não recorra a violência. Se houverem manifestações de violência, filme e reporte. Se afaste dos ambientes onde está acontecendo combate, depredações e conflito. Essas ações invalidam e deturpam o valor da manifestação. No lugar disso, leve seu cartaz e prepara a voz pra gritar. Em caso de agressão policial com balas de borracha, deite no chão.

15. Leve seu vinagre.

Por que (ainda) não é crime.

ORIENTAÇÕES JURÍDICAS PARA QUEM FOR NA MANIFESTAÇÃO

1. A polícia PODE te deter, por alguns minutos, para “averiguação”. Ou seja, para verificar se você está carregando bombas, armas, drogas, etc. A polícia NÃO PODE te prender para averiguação, te jogar em um camburão, e te levar para a delegacia;

2. Se você for pego cometendo algum crime (independente das razões para isso), você poderá ser preso. Se você estiver portando drogas, bombas, armas, ou estiver depredando o patrimônio público, a polícia PODE te prender e te levar para a delegacia;

3. Você tem o direito de permanecer calado diante de qualquer pergunta, de qualquer autoridade. Você também tem direito, na delegacia, de contar com o auxílio de um advogado. Se você for preso, levado para a delegacia, e quiserem tomar o seu depoimento, EXIJA um advogado presente. Se não permitirem a presença de um, dê como declaração o seguinte: “PERMANECEREI EM SILÊNCIO, PORQUE ME FOI NEGADO O DIREITO DE TER UM ADVOGADO ACOMPANHANDO ESTE ATO”. Isso tem que ficar documentado no papel. Se o delegado ou o agente da polícia civil se negar a colocar isso no papel, NÃO ASSINE NADA!

4. Na delegacia, LEIA TUDO ANTES DE ASSINAR! Se o que estiver escrito não for a realidade, ou se você não disse alguma coisa que está escrita, NÃO ASSINE;

5. Se você for preso, não adianta discutir com o policial. Não reaja. Anote o nome de todos. Grave-os na sua memória. Se você vir alguém sendo preso, FILME! E, se souber o nome de quem está sendo preso, colete outros nomes ao redor, com telefone para contato, que poderão no futuro servir de testemunhas. Após, entre em contato com a pessoa que foi presa e repasse as informações.

6. Qualquer revista da polícia, em você ou em mochilas, DEVE SER FEITA NA PRESENÇA DE TODOS. A polícia NÃO PODE pegar a sua mochila e ir verificá-la longe dos olhos de todos.

7. Se você estiver machucado, EXIJA ATENDIMENTO MÉDICO IMEDIATO, mesmo antes de ir para a delegacia. A sua saúde deve ser mais importante do que a sua prisão.

8. Alguém foi preso ou está precisando de auxílio de algum advogado, entre em contato pela página “Habeas Corpus Movimento Passe Livre Manifestação 17/6”. Já somos mais de 4000 dispostos a te ajudar, gratuitamente.

9. E o mais importante: viu alguém sofrendo qualquer tipo de abuso? FILME! A polícia levou a mochila para revistar, sem o acompanhamento de ninguém? FILME! Viu alguém sendo preso por portar coisas legais, como vinagre ou máscaras, FILME! Anote o nome dos policiais que abusarem. Se ele não estiver portando alguma identificação, TIRE UMA FOTO! Com esses dados é possível a responsabilização do Estado e do policial que cometer os abusos.

SOBRE GÁS LACRIMOGÊNEO E BOMBAS DE EFEITO MORAL

QUEM DEVERIA EVITAR O SPRAY: aqueles com asma, problemas respiratórios ou infecciosos; mulheres grávidas; mulheres que pretendem engravidar; qualquer pessoa doente ou com um sístema imunológico baixo; infecção nos olhos; quem usa lentes de contato; crianças.

PREOCUPAÇÕES QUE DEVEM SER RELACIONADAS AO SPRAY: já que o spray de pimenta deve ser jogado de uma distância curta, a policia poderá tentar remover seus óculos de proteção ou sua máscara.

A reação aos químicos será beneficiada se houver alguma irritação na pele, como ACNE ou ECZEMA severa.

As LENTES DE CONTATO prendem os gazes irritantes e os componentes químicos, podendo aumentar os danos e as irritações causados por eles. Consiga óculos de grau e avise aos outros para não usar lentes de contatos.

ASMÁTICOS deverão trazer a suas bombinhas.

A primeira e mais importante coisa que deve ser lembrada é: RELAXE! Se você estiver tranquilo, tiver suplementos necessários e conhecimento, não irá precisar de assistência médica. Medo e confusão pioram tudo.

PRIMEIROS SOCORROS EM CASO DE VIOLÊNCIA

NÃO USE brincos, piercings, colares, gravatas, etc.

VISTA-SE DE ACORDO COM A TEMPERATURA: quanto mais você cobrir o seu corpo, mais você estará protegido. Casacos de chuva ou tecidos à prova d’água, lavados com sabão neutro, não irão absorver os químicos (ao contrário do cotton ou algodão). Cubra pulsos, tornozelos e pescoço.

POR FAVOR, TENHA CERTEZA DE QUE O SEU GRUPO DE AFINIDADE E A EQUIPE DE AJUDA LEGAL SAIBAM DE SUAS NECESSIDADES, PARA QUE POSSAM AJUDÁ-LO E ORIENTÁ-LO. Isso significa ter alguém ao lado consciente de alguma condição médica sua preparado para te dar apoio.

CUBRA TAMBÉM OS CABELOS com algo que seja à prova d’água: sacola plástica, touca de banho, capacete, etc.Use tênis ou botas confortáveis, que sirvam para correr. Leve calça e blusa extras, guardados na mochila, para você trocar as roupas contaminadas.

BANDANAS encharcadas em vinagre substituem a máscara de gás aliviando a garganta e o nariz. Mantenha-na guardada numa sacola plástica com zíper.

LANCHES ENERGÉTICOS:

Leve, tanto faz se em líquido ou barras (lembre-se que você vai ficar o dia todo na rua).

O QUE VOCÊ NÃO DEVE PASSAR NA PELE:

Vaselina, detergente, hidratantes, maquilagem, protetor solar que contém óleo, ou qualquer coisa ácida irá causar reações fortes. Não use vaselina ou óleo de mamona como proteção!!!

PRIMEIROS SOCORROS DURANTE A AÇÃO

Fique calmo e concentrado.

Quando o seu corpo aquece (por correr ou devido ao pânico), a irritação por spray de pimenta poderá aumentar. A principal razão disto acontecer é porque os seus poros irão abrir, permitindo a maior absorção dos químicos.

Fuja para um local seguro com ar puro, onde pessoas que não foram expostas poderão ajudá-lo ou garantir a sua segurança enquanto você se cuida.

Rosto em direção ao vento, olhos abertos, levante os braços e caminhe, permitindo que o ar puro te descontamine. Respire profundo e devagar.

Não toque seus olhos ou rosto, porque você poderá se recontaminar.

Assopre o nariz e cuspa, isto ajudará a eliminar os químicos.

Se sua pele estiver molhada de spray de pimenta, limpe-a com roupa que não foi contaminada. Se você espalhar o óleo químico pela pele, aumentará a dor.

Antes de tratar alguém, peça-lhe permissão! Então explique para ele (a) o que você fará, antes de fazê-lo.

Use luvas limpas (evita contaminação das duas partes) e proteção para os olhos, para não acabar impossibilitado de ajudar os outros e precisar, também, de tratamento.

Logo depois da contaminação, você pode passar algum óleo mineral e em seguida um algodão com álcool na pele contaminada. Isto irá aliviar a dor (esle procedimento só funciona se for feito logo após a contaminação).

Molhe a região dos olhos que foi contaminada espirrando a água em direção ao chão. Desta forma, ela não irá contaminar a pele limpa, roupas ou cabelos.

GUARDE AS ROUPAS CONTAMINADAS EM UMA SACOLA.

PRIMEIROS SOCORROS DEPOIS DA AÇÃO

Se descontamine com um banho frio. Isto mantém os poros fechados prevenindo que os químicos entrem pela pele.

Coloque a roupa contaminada para arejar.

Fique sabendo que, se você entrar em uma sala com roupas, cabelo e pele contaminados por químicos, você irá contaminar toda a sala.

Um lugar contaminado pode ficar com um mal cheiro forte por semanas.

Se possivel, troque de roupa antes de entrar em locais fechados.

Coloque as roupas contaminadas numa sacola e tire todo o ar. Lacre, para que os gazes se difundam lentamente. Se você quiser a suas roupas de volte, marque a sacola com um nome.

PEQUENOS SANGRAMENTOS

NASAL – inclinar (abaixar) a cabeça para frentte; pedir para a vítima cuspir todo o sangue da boca e respirar pela boca; fazer pinçamento do nariz, logo abaixo do osso, na cartilagem, por 10 min; soltar devagar. Se continuar sangrando, enfie um pedaço de algodão ou pano no nariz e continue o pinçamento por mais 10 min.

CORTES – expor o ferimento; fazer compressão direta sobre a hemorragia; com um pano limpo comprimir em cima do ferimento elevá-lo ao nível do coração; quando o pano estiver cheio de sangue, colocar outro por cima.

VASO EXPOSTO – fazer o pinçamento dos vasos.

OBJETO TRANSFIXADO – mantê-lo fixo colocando algum pano em volta; colocar um objeto leve tamando o que está transfixado; prender com uma fita; pôr um pano em cima e prender com uma faixa.

FERIMENTOS GRAVES – providenciar socorro médico e hospitalar.

Plantas Tóxicas, cuidados a serem tomados.

Plantas Tóxicas.

Fonte da Informação:http://www.achetudoeregiao.com.br/arvores/plantas_toxicas.htm

 COPO DE LEITE

Família: Araceae.

Nome científico: Zantedeschia aethiopica Spreng.

Nome popular: copo-de-leite

Parte tóxica: todas as partes da planta

Princípio Ativo: Oxalato de Cálcio

Quadro Clínico: Irritante mecânico por ingestão e contato (ráfides).
Dor em queimação, eritema e edema (inchaço) de lábios, língua, palato e faringe.
Sialorréia, disfagia, asfixia.
Cólicas abdominais, náuseas, vômitos e diarréia.
Contato ocular: irritação intensa com congestão, edema, fotofobia. Lacrimejamento.

Tratamento: Evitar lavagem gástrica ou êmese.
Tratamento sintomático: Demulcentes (leite, clara de ovo, azeite de oliva,
bochechos com hidróxido de alumínio),
Analgésicos e antiespasmódicos.Anti-histamínicos. Corticóides em casos graves.
Contato ocular: Lavagem demorada com água corrente, colírios antissépticos. Oftalmologista.

COMIGO-NINGUÉM-PODE

Família: Araceae.

Nome científico: Dieffenbachia picta Schott.

Nome popular: aninga-do-Pará.

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio Ativo: Oxalato de Cálcio

Quadro Clínico: Irritante mecânico por ingestão e contato (ráfides).
Dor em queimação, eritema e edema (inchaço) de lábios, língua, palato e faringe.
Sialorréia, disfagia, asfixia.
Cólicas abdominais, náuseas, vômitos e diarréia.
Contato ocular: irritação intensa com congestão, edema, fotofobia. Lacrimejamento.

Tratamento: Evitar lavagem gástrica ou êmese.
Tratamento sintomático: Demulcentes (leite, clara de ovo, azeite de oliva,
bochechos com hidróxido de alumínio),
Analgésicos e antiespasmódicos.Anti-histamínicos. Corticóides em casos graves.
Contato ocular: Lavagem demorada com água corrente, colírios antissépticos. Oftalmologista.

TINHORÃO

Família: Araceae
.
Nome científico: Caladium bicolor Vent.

Nome popular: tajá, taiá, caládio.

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio Ativo: Oxalato de Cálcio

Quadro Clínico: Irritante mecânico por ingestão e contato (ráfides).
Dor em queimação, eritema e edema (inchaço) de lábios, língua, palato e faringe.
Sialorréia, disfagia, asfixia.
Cólicas abdominais, náuseas, vômitos e diarréia.
Contato ocular: irritação intensa com congestão, edema, fotofobia. Lacrimejamento.

Tratamento: Evitar lavagem gástrica ou êmese.
Tratamento sintomático: Demulcentes (leite, clara de ovo, azeite de oliva,
bochechos com hidróxido de alumínio),
Analgésicos e antiespasmódicos.Anti-histamínicos. Corticóides em casos graves.
Contato ocular: Lavagem demorada com água corrente, colírios antissépticos. Oftalmologista.

TAIOBA-BRAVA

Família: Araceae.

Nome científico: Colocasia antiquorum Schott.

Nome popular: cocó, taió, tajá.

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio Ativo: Oxalato de Cálcio

Quadro Clínico: Irritante mecânico por ingestão e contato (ráfides).
Dor em queimação, eritema e edema (inchaço) de lábios, língua, palato e faringe.
Sialorréia, disfagia, asfixia.
Cólicas abdominais, náuseas, vômitos e diarréia.
Contato ocular: irritação intensa com congestão, edema, fotofobia. Lacrimejamento.

Tratamento: Evitar lavagem gástrica ou êmese.
Tratamento sintomático: Demulcentes (leite, clara de ovo, azeite de oliva,
bochechos com hidróxido de alumínio),
Analgésicos e antiespasmódicos.Anti-histamínicos. Corticóides em casos graves.
Contato ocular: Lavagem demorada com água corrente, colírios antissépticos. Oftalmologista.

BANANA DE MACACO

Família: Annonaceae

Nome científico: Rollinia leptopetala R.E.Fr.

Nome popular: Araticum, Ata-brava, Banana-de-macaco, Bananinha, Bananinha-de-macaco, Bananinha-de-quemquem, Fruta-de-macaco, Pereiro

Parte tóxica : todas as partes da planta.

Princípio Ativo: Oxalato de Cálcio

Quadro Clínico: Irritante mecânico por ingestão e contato (ráfides).
Dor em queimação, eritema e edema (inchaço) de lábios, língua, palato e faringe.
Sialorréia, disfagia, asfixia.
Cólicas abdominais, náuseas, vômitos e diarréia.
Contato ocular: irritação intensa com congestão, edema, fotofobia. Lacrimejamento.

Tratamento: Evitar lavagem gástrica ou êmese.
Tratamento sintomático: Demulcentes (leite, clara de ovo, azeite de oliva,
bochechos com hidróxido de alumínio),
Analgésicos e antiespasmódicos.Anti-histamínicos. Corticóides em casos graves.
Contato ocular: Lavagem demorada com água corrente, colírios antissépticos. Oftalmologista.

COROA-DE-CRISTO

Família: Euphorbiaceae.

Nome científico: Euphorbia milii L.

Nome popular: coroa-de-cristo.

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio ativo:  Látex Irritante

Quadro Clínico: Irritação de pele e mucosas com hiperemia ou vesículas e bolhas; pústulas, prurido, dor em queimação.
Ingestão: lesão irritativa, sialorréia, disfagia, edema de lábios e língua, dor em queimação, náuseas, vômitos.
Contato ocular: Conjuntivite (processos inflamatórios), lesões de córnea.

Tratamento: Lesões de pele: cuidados higiênicos, lavagem com permanganato de potássio 1:10.000, pomadas decorticóides, anti-histamínicos VO
.Ingestão: Evitar esvaziamento gástrico.Analgésicos e antiespasmódicos. Protetores de mucosa (leite, óleo de oliva).
Casos graves: corticóides.Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, avaliação oftalmológica.

BICO-DE-PAPAGAIO

Família: Euphorbiaceae.

Nome científico: Euphorbia pulcherrima Willd.

Nome popular: rabo-de-arara, papagaio.

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio ativo:  Látex Irritante

Quadro Clínico: Irritação de pele e mucosas com hiperemia ou vesículas e bolhas; pústulas, prurido, dor em queimação.
Ingestão: lesão irritativa, sialorréia, disfagia, edema de lábios e língua, dor em queimação, náuseas, vômitos.
Contato ocular: Conjuntivite (processos inflamatórios), lesões de córnea.

Tratamento: Lesões de pele: cuidados higiênicos, lavagem com permanganato de potássio 1:10.000, pomadas decorticóides, anti-histamínicos VO
.Ingestão: Evitar esvaziamento gástrico.Analgésicos e antiespasmódicos. Protetores de mucosa (leite, óleo de oliva).
Casos graves: corticóides.Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, avaliação oftalmológica.

AVELÓS

Família: Euphorbiaceae.

Nome científico: Euphorbia tirucalli L.

Nome popular: graveto-do-cão, figueira-do-diabo, dedo-do-diabo, pau-pelado, árvore de São Sebastião.

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio ativo:  Látex Irritante

Quadro Clínico: Irritação de pele e mucosas com hiperemia ou vesículas e bolhas; pústulas, prurido, dor em queimação.
Ingestão: lesão irritativa, sialorréia, disfagia, edema de lábios e língua, dor em queimação, náuseas, vômitos.
Contato ocular: Conjuntivite (processos inflamatórios), lesões de córnea.

Tratamento: Lesões de pele: cuidados higiênicos, lavagem com permanganato de potássio 1:10.000, pomadas decorticóides, anti-histamínicos VO
.Ingestão: Evitar esvaziamento gástrico.Analgésicos e antiespasmódicos. Protetores de mucosa (leite, óleo de oliva).
Casos graves: corticóides.Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, avaliação oftalmológica.


PARTE B

PINHÃO-ROXO

Família: Euphorbiaceae.

Nome científico: Jatropha curcas L.

Nome popular: pinhão-de-purga, pinhão-paraguaio, pinhão-bravo, pinhão, pião, pião-roxo, mamoninho, purgante-de-cavalo.

Parte tóxica: folhas e frutos.

Princípio Ativo: Toxalbumina (curcina)

Quadro Clínico:
Ingesta: ação irritativa do trato gastrointestinal, dor abdominal, náuseas, vômitos, cólicas intensas, diarréia às vezes sanguinolenta.Hipotensão, dispnéia, arritmia, parada cardíaca. Evolução para desidratação grave, choque, distúrbios hidroeletrolíticos, torpor, hiporreflexia, coma. Pode ocorrer insuficiência renal.
Contato: látex, pelos e espinhos: irritante de pele e mucosas.

Tratamento: Antiespasmódicos, antieméticos, eventualmente antidiarréicos. Correção precoce dos distúrbios hidroeletrolíticos
Lesões de pele: soluções antissépticas, analgésicos, anti-histamínicos. Casos graves: corticóides.

MAMONA

Família: Euphorbiaceae.

Nome científico: Ricinus communis L.

Nome popular: carrapateira, rícino, mamoeira, palma-de-cristo, carrapato.

Parte tóxica: sementes.

Princípio Ativo: Toxalbumina (ricina)

Quadro Clínico:
Ingesta: ação irritativa do trato gastrointestinal, dor abdominal, náuseas, vômitos, cólicas intensas, diarréia às vezes sanguinolenta.Hipotensão, dispnéia, arritmia, parada cardíaca. Evolução para desidratação grave, choque, distúrbios hidroeletrolíticos, torpor, hiporreflexia, coma. Pode ocorrer insuficiência renal.
Contato: látex, pelos e espinhos: irritante de pele e mucosas.

Tratamento: Antiespasmódicos, antieméticos, eventualmente antidiarréicos. Correção precoce dos distúrbios hidroeletrolíticos
Lesões de pele: soluções antissépticas, analgésicos, anti-histamínicos. Casos graves: corticóides.

SAIA-BRANCA

Família: Solanaceae.

Nome científico: Datura suaveolens L.

Nome popular: trombeta, trombeta-de-anjo, trombeteira, cartucheira, zabumba.

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio ativo: alcalóides beladonados (atropina, escopolamina e hioscina).

Quadro Clínico: Início rápido: náuseas e vômitos.
Quadro semelhante à intoxicação poratropina: pele quente, seca e avermelhada, rubor facial, mucosas secas, taquicardia, midríase, agitação psicomotora, febre, distúrbios de comportamento, alucinações e delírios, vasodilatação periférica.
Nos casos graves: depressão neurológica e coma, distúrbios cardiovasculares, respiratórios e óbito. 

Tratamento: Esvaziamento gástrico com lavagem gástrica (em tempo útil) com água, permanganato de potássio ou ácido tânico a 4%.
Tratamento de suporte/sintomático.
Tratar hipertermia com medidas físicas.
Evitar sedativos nos casos mais graves. 

SAIA ROXA

Família:

Nome científico: Datura metel

Nome popular: Saia roxa

Parte tóxica: Semente

Princípio Ativo: Alcalóide daturina

Quadro Clínico: Início rápido: náuseas e vômitos.
Quadro semelhante à intoxicação poratropina: pele quente, seca e avermelhada, rubor facial, mucosas secas, taquicardia, midríase, agitação psicomotora, febre, distúrbios de comportamento, alucinações e delírios, vasodilatação periférica.
Nos casos graves: depressão neurológica e coma, distúrbios cardiovasculares, respiratórios e óbito. 

Tratamento: Esvaziamento gástrico com lavagem gástrica (em tempo útil) com água, permanganato de potássio ou ácido tânico a 4%.
Tratamento de suporte/sintomático.
Tratar hipertermia com medidas físicas.
Evitar sedativos nos casos mais graves.

ESTRAMÔNIO

Família: Solanaceae

Nome científico: Datura stramonium L.

Nome popular: Zabumba, Mata zombando, Figueira do inferno

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio ativo: Plantas Beladonadas

Quadro Clínico: Início rápido: náuseas e vômitos.
Quadro semelhante à intoxicação poratropina: pele quente, seca e avermelhada, rubor facial, mucosas secas, taquicardia, midríase, agitação psicomotora, febre, distúrbios de comportamento, alucinações e delírios, vasodilatação periférica.
Nos casos graves: depressão neurológica e coma, distúrbios cardiovasculares, respiratórios e óbito. 

Tratamento: Esvaziamento gástrico com lavagem gástrica (em tempo útil) com água, permanganato de potássio ou ácido tânico a 4%.
Tratamento de suporte/sintomático.
Tratar hipertermia com medidas físicas.
Evitar sedativos nos casos mais graves. 

LÍRIO

Família: Meliaceae

Nome científico: Melia azedarach L.

Nome popular: Lilás ou lírio da índia, cinamomo, lírio ou lilás da china, lírio ou lilás do Japão, jasmim-de-caiena, jasmim-de-cachorro, jasmim-de-soldado, árvore-santa, loureiro-grego, Santa Bárbara.

Parte tóxica: frutos e chá das folhas.

Princípio ativo: saponinas e alcalóides neurotóxicos (azaridina).

Quadro Clínico: Início rápido: náuseas e vômitos.
Quadro semelhante à intoxicação poratropina: pele quente, seca e avermelhada, rubor facial, mucosas secas, taquicardia, midríase, agitação psicomotora, febre, distúrbios de comportamento, alucinações e delírios, vasodilatação periférica.
Nos casos graves: depressão neurológica e coma, distúrbios cardiovasculares, respiratórios e óbito.

Tratamento: Esvaziamento gástrico com lavagem gástrica (em tempo útil) com água, permanganato de potássio ou ácido tânico a 4%.
Tratamento de suporte/sintomático.
Tratar hipertermia com medidas físicas.
Evitar sedativos nos casos mais graves. 

PARTE C

CHAPÉU-DE-NAPOLEÃO

Família: Apocynaceae.

Nome científico: Thevetia peruviana Schum.

Nome popular: jorro-jorro, bolsa-de-pastor.

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio Ativo: Glicosídeos Cardiotóxicos

Quadro Clínico: Quadro semelhante à intoxicação por digitálicos.
Ingestão:dor/queimação, sialorréia, náuseas, vômitos, cólicas abdominais,diarréia.
Manifestações neurológicas com cefaléia, tonturas, confusão mental e distúrbios visuais.
Distúrbios cardiovasculares: arritmias, bradicardia, hipotensão.
Contato ocular: fotofobia, congestão conjuntival, lacrimejamento. 

Tratamento: Tratamento de suporte, com atenção especial aos distúrbios hidroeletrolíticos.
Antiarrítmicos habituais nos distúrbios de ritmo.
Antiespasmódicos, antieméticos, protetores de mucosa e adsorventes intestinais.
Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, analgésicos e avaliação oftalmológica.

OFICIAL DE SALA 

Familia : Asclepiadaceae

Nome Cientifico: Asclepias curassavica L.

Nome Popular: Paina-de-sapo, oficial-de-sala, cega-olhos, erva-de-paina, margaridinha, imbira-de-sapo, erva de rato falsa

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio Ativo: Glicosídeos Cardiotóxicos

Quadro Clínico: Quadro semelhante à intoxicação por digitálicos.
Ingestão:dor/queimação, sialorréia, náuseas, vômitos, cólicas abdominais,diarréia.
Manifestações neurológicas com cefaléia, tonturas, confusão mental e distúrbios visuais.
Distúrbios cardiovasculares: arritmias, bradicardia, hipotensão.
Contato ocular: fotofobia, congestão conjuntival, lacrimejamento. 

Tratamento: Tratamento de suporte, com atenção especial aos distúrbios hidroeletrolíticos.
Antiarrítmicos habituais nos distúrbios de ritmo.
Antiespasmódicos, antieméticos, protetores de mucosa e adsorventes intestinais.
Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, analgésicos e avaliação oftalmológica.

ESPIRRADEIRA

Família: Apocynaceae.

Nome científico: Nerium oleander L.

Nome popular: oleandro, louro rosa.

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio Ativo: Glicosídeos Cardiotóxicos

Quadro Clínico: Quadro semelhante à intoxicação por digitálicos.
Ingestão:dor/queimação, sialorréia, náuseas, vômitos, cólicas abdominais,diarréia.
Manifestações neurológicas com cefaléia, tonturas, confusão mental e distúrbios visuais.
Distúrbios cardiovasculares: arritmias, bradicardia, hipotensão.
Contato ocular: fotofobia, congestão conjuntival, lacrimejamento. 

Tratamento: Tratamento de suporte, com atenção especial aos distúrbios hidroeletrolíticos.
Antiarrítmicos habituais nos distúrbios de ritmo.
Antiespasmódicos, antieméticos, protetores de mucosa e adsorventes intestinais.
Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, analgésicos e avaliação oftalmológica.

DEDALEIRA

Família: Scrophulariaceae

Nome científico: Digitalis purpúrea L.

Nome popular: Dedaleira, digital

Parte tóxica: Folha e Flor

Princípio Ativo: Glicosídeos Cardiotóxicos

Quadro Clínico: Quadro semelhante à intoxicação por digitálicos.
Ingestão:dor/queimação, sialorréia, náuseas, vômitos, cólicas abdominais,diarréia.
Manifestações neurológicas com cefaléia, tonturas, confusão mental e distúrbios visuais.
Distúrbios cardiovasculares: arritmias, bradicardia, hipotensão.
Contato ocular: fotofobia, congestão conjuntival, lacrimejamento. 

Tratamento: Tratamento de suporte, com atenção especial aos distúrbios hidroeletrolíticos.
Antiarrítmicos habituais nos distúrbios de ritmo.
Antiespasmódicos, antieméticos, protetores de mucosa e adsorventes intestinais.
Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, analgésicos e avaliação oftalmológica.

MANDIOCA-BRAVA

Família: Euphorbiaceae.

Nome científico: Manihot utilissima Pohl. (Manihot esculenta ranz).

Nome popular: mandioca, maniva.

Parte tóxica: raiz e folhas.

Princípio Ativo: Glicosídios Cianogênicos

Quadro Clínico: Liberam ácido cianídrico causando anóxia celular. Distúrbios gastrointestinais: náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia, acidose metabólica, hálito de amêndoas amargas.
Distúrbios neurológicos: sonolência, torpor,convulsões e coma.
Crise típica: opistótono, trismas e midríase.
Distúrbios respiratórios: dispnéia, apnéia, secreções, cianose, distúrbios cárdiocirculatórios.
Hipotensão na fase final. Sangue vermelho rutilante.

Tratamento: Tratamento precoce. Exames laboratoriais para detecção de tiocianatos na saliva ou cianeto no sangue.
Nitrito de Amila por via inalatória 30seg a cada 2min: formação de cianometahemoglobina (atóxica).
Nitrito de Sódio 3% – 10ml EV (adultos), se neces. tratar com Azul de Metileno + Vit C.
Hipossulfito de Sódio 25% – 25 a 50ml EV (adultos), 1ml/Kg (crianças).
Dão origem a tiocianatos.O2.Hidroxicobalamina 15000mcg EV-formação de ciano-Cobalamina (atóxica). Esvaziamento gástrico. 

Coração de Negro ou Pessegueiro Bravo

Família: Rosaceae
.
Nome científico: Prunus sphaerocarpa SW

Nome popular: pessegueiro bravo, marmeleiro bravo.

Partes tóxicas: frutas e sementes.

Princípio Ativo: Glicosídios Cianogênicos

Quadro Clínico: Liberam ácido cianídrico causando anóxia celular. Distúrbios gastrointestinais: náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia, acidose metabólica, hálito de amêndoas amargas.
Distúrbios neurológicos: sonolência, torpor,convulsões e coma.
Crise típica: opistótono, trismas e midríase.
Distúrbios respiratórios: dispnéia, apnéia, secreções, cianose, distúrbios cárdiocirculatórios.
Hipotensão na fase final. Sangue vermelho rutilante.

Tratamento: Tratamento precoce. Exames laboratoriais para detecção de tiocianatos na saliva ou cianeto no sangue.
Nitrito de Amila por via inalatória 30seg a cada 2min: formação de cianometahemoglobina (atóxica).
Nitrito de Sódio 3% – 10ml EV (adultos), se neces. tratar com Azul de Metileno + Vit C.
Hipossulfito de Sódio 25% – 25 a 50ml EV (adultos), 1ml/Kg (crianças).
Dão origem a tiocianatos.O2.Hidroxicobalamina 15000mcg EV-formação de ciano-Cobalamina (atóxica). Esvaziamento gástrico. 

BROTO DE BAMBU

Princípio Ativo: Glicosídios Cianogênicos

Quadro Clínico: Liberam ácido cianídrico causando anóxia celular. Distúrbios gastrointestinais: náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia, acidose metabólica, hálito de amêndoas amargas.
Distúrbios neurológicos: sonolência, torpor,convulsões e coma.
Crise típica: opistótono, trismas e midríase.
Distúrbios respiratórios: dispnéia, apnéia, secreções, cianose, distúrbios cárdiocirculatórios.
Hipotensão na fase final. Sangue vermelho rutilante.

Tratamento: Tratamento precoce. Exames laboratoriais para detecção de tiocianatos na saliva ou cianeto no sangue.
Nitrito de Amila por via inalatória 30seg a cada 2min: formação de cianometahemoglobina (atóxica).
Nitrito de Sódio 3% – 10ml EV (adultos), se neces. tratar com Azul de Metileno + Vit C.
Hipossulfito de Sódio 25% – 25 a 50ml EV (adultos), 1ml/Kg (crianças).
Dão origem a tiocianatos.O2.Hidroxicobalamina 15000mcg EV-formação de ciano-Cobalamina (atóxica). Esvaziamento gástrico. 

PARTE D

GIESTA

Família: Leguminosae (Fabaceae)

Nome científico: Cytisus Scoparius 

Nome Popular : Giesta.

Parte tóxica: Folha, Caule e Flor.

Princípio Ativo: Alcalóides não Atropínicos 

Quadro Clínico: Predominam sintomas gastrointestinais: náuseas, cólicas abdominais e diarréia.
Distúrbios hidroeletrolíticos. Raramente torpor e discreta confusão mental.

Tratamento: Esvaziamento gástrico (muitas vezes não é necessário lavagem gástrica). Antiespasmódico, antiemético.Manter o estado de hidratação. Tratamento sintomático.

JOÁ

Família:

Nome científico:

Nome Popular : Joá.

Parte tóxica: Fruto e Semente.

Princípio Ativo: Alcalóides não Atropínicos 

Quadro Clínico: Predominam sintomas gastrointestinais: náuseas, cólicas abdominais e diarréia.
Distúrbios hidroeletrolíticos. Raramente torpor e discreta confusão mental, sintomas de intoxicação atropínica e às vezes obstrução intestinal.
Torpor, astenia e prostração. Quadro simula abdômen agudo.

Tratamento: Esvaziamento gástrico (muitas vezes não é necessário lavagem gástrica).Antiespasmódico, antiemético.Manter o estado de hidratação.No quadro obstrutivo por Joá: clister à base de soro fisiológico.Tratamento sintomático.

ESPORINHA

Família: Ranunculaceae

Nome científico: Delphinium spp

Nome Popular : Esporinha

Parte tóxica: Semente

Princípio Ativo: Alcalóides não Atropínicos (Alcalóide delfina)

Quadro Clínico: Predominam sintomas gastrointestinais: náuseas, cólicas abdominais e diarréia.
Distúrbios hidroeletrolíticos. Raramente torpor e discreta confusão mental.

Tratamento: Esvaziamento gástrico (muitas vezes não é necessário lavagem gástrica).Antiespasmódico, antiemético.Manter o estado de hidratação.No quadro obstrutivo por Joá: clister à base de soro fisiológico.Tratamento sintomático.

FLOR DAS ALMAS

Família: Asteraceae

Nome científico: Senecio spp.

Nome popular: maria-mole, tasneirinha, flor das almas.

Princípio Ativo: Alcalóides não Atropínicos 

Quadro Clínico: Predominam sintomas gastrointestinais: náuseas, cólicas abdominais e diarréia.
Distúrbios hidroeletrolíticos. Raramente torpor e discreta confusão mental.
Principalmente crônica pode causar doença hepática com evolução para cirrose ou S. Budd-Chiari.

Tratamento: Esvaziamento gástrico (muitas vezes não é necessário lavagem gástrica).Antiespasmódico, antiemético.Manter o estado de hidratação.No quadro obstrutivo por Joá: clister à base de soro fisiológico.Tratamento sintomático.

Plantas: Cogumelos não comestíveis: Várias famílias e gênero: Amanita sp, Boletus sp, Clavaria sp e outros

Princípio Ativo: Cogumelos

Quadro Clínico: (pp. Síndromes) Síndrome Gastrointestinal: náuseas, vômitos, desconforto e dores abdominais e diarréia.
Aparecimento em 1 a 3 h.
Distúrbios hidroeletrolíticos e circulatórios.
Síndrome Muscarínica: Período de incubação geralmente de 1 hora. Cefaléia, vômitos, cólicas abdominais, sudorese intensa. Visão borrada, miose, salivação, broncoespasmo, lacrimejamento, rinorréia. Bradicardia, tremores, tonturas, hipotensão arterial, choque. 

Tratamento: Síndrome gastrointestinal: sintomático, antiemético, antiespasmódico, correção dos distúrbios hidroeletrolíticos. Observar paciente por 2-3 dias.
Síndrome muscarínica: Atropina. Medidas sintomáticas e de suporte. 

OUTRAS PLANTAS TÓXICAS

URTIGA

Família: Urticaceae.

Nome científico: Fleurya aestuans L.

Nome popular: urtiga-brava, urtigão, cansanção.

Parte tóxica: pêlos do caule e folhas.

Princípio ativo: histamina, acetilcolina, serotonina.

Sintomas: o contato causa dor imediata devido ao efeito irritativo, com inflamação, vermelhidão cutânea, bolhas e coceira.

AROEIRA

Família: Anacardiaceae.

Nome científico: Lithraea brasiliens March.

Nome popular: pau-de-bugre, coração-de-bugre, aroeirinha preta, aroeira-do-mato, aroeira-brava.

Parte tóxica: todas as partes da planta.

Princípio ativo: os conhecidos são os óleos voláteis, felandreno, carvacrol e pineno.

Sintomas: o contato ou, possivelmente, a proximidade provoca reação dérmica local (bolhas, vermelhidão e coceira), que persiste por vários dias; a ingestão pode provocar manifestações gastrointestinais.

MEDIDAS PREVENTIVAS
1 – Mantenha as plantas venenosas fora do alcance das crianças.

2 – Conheça as plantas venenosas existentes em sua casa e arredores pelo nome e características.

3 – Ensine as crianças a não colocar plantas na boca e não utilizá-las como brinquedos (fazer comidinhas, tirar leite, etc.).

4 – Não prepare remédios ou chás caseiros com plantas sem orientação médica.

5 – Não coma folhas, frutos e raízes desconhecidas. Lembre-se de que não há regras ou testes seguros para distinguir as plantas comestíveis das venenosas. Nem sempre o cozimento elimina a toxicidade da planta.

6 – Tome cuidado ao podar as plantas que liberam látex provocando irritação na pele e principalmente nos olhos; evite deixar os galhos em qualquer local onde possam vir a ser manuseados por crianças; quando estiver lidando com plantas venenosas use luvas e lave bem as mãos após esta atividade.

7 – Em caso de acidente, procure imediatamente orientação médica e guarde a planta para identificação.

8 – Em caso de dúvida ligue para o Centro de Intoxicação de sua região.

SER PATRIOTA.

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   Fonte da informação  http://pt.wikipedia.org/wiki/Patriotismo

Patriotismo é o sentimento de amor e devoção à pátria, aos seus símbolos (bandeira, hino, brasão). Através de atitudes de devoção para com a sua pátria, pode-se identificar um patriota.

Muitas vezes, o nacionalismo é utilizado como seu sinônimo. Porém, podemos dizer que o nacionalismo é considerado uma ideologia ou um idealismo que leva as pessoas a serem patriotas.

Ser um nacionalista não implica algum ponto de vista político particular, à excepção de uma opinião da nação como um princípio organizado fundamentalmente na política. Agora, ser um patriota implica fazer algo de bom pelo seu país ou nação.

Há diferentes tipos de patriotismo, e diferentes pessoas que são patriotas, diferentes maneiras de mostrar como são devotos ao seu lugar de origem:

  • desportos: há grande parte da população que tem orgulho de sua pátria quando ela está representada por atletas do seu país em competição;
  • Cultura: cantores, compositores e poetas, que são famosos no mundo inteiro, espalham o encanto do país em que vivem. E não negam suas raízes;
  • Guerra: pessoas que se oferecem ou são rigorosamente selecionadas para defenderem seu país em uma guerra.

Patriotismo é o espírito de solidariedade entre pessoas que tenham interesses comuns, constituindo um Estado, e que, ao viver sob mesmas leis, as respeitem com ânimo maior que o ânimo que empregam na defesa de interesses, ambições e avarezas particulares. Estas pessoas consideram que suas riquezas particulares e seu bem-estar também constituem um tesouro público, e, por outro lado, policiam para que o tesouro realmente público não se torne patrimônio de particulares. É um sentimento que, ao lado das leis, sustentam uma Democracia. Toda vez que tais pessoas deixam de cumprir as leis, elas enfraquecem o Estado e, conseqüente e contraditoriamente, sua própria liberdade.

Entenda astronomia em nossa vida. Terra, Lua e Sol. Mantendo o controle.

Estações do ano

Fonte da informação: http://pt.wikipedia.org/wiki/Esta%C3%A7%C3%A3o_do_ano

Causa

As estações resultam do eixo de rotação da Terra ser inclinado em relação ao plano orbital (aproximadamente 23,5 graus). Assim, em qualquer momento, uma parte do planeta estará mais diretamente exposta aos raios do Sol do que outra. Esta exposição alterna conforme a Terra gira em sua órbita, portanto, a qualquer momento, independentemente da época, os hemisférios norte e sul experimentam estações opostas. De modo geral, portanto, conclui-se que os fatores determinantes das estações do ano são: – O movimento de translação – A inclinação do eixo da terra

Fig. 1
Este é um diagrama das estações do ano. Note que, desconsiderando a hora do dia (a rotação da terra em torno de seu eixo), o Polo norte será escuro, e o Polo sul será iluminado. Além da densidade da luz incidente, a dissipação da luz na atmosfera terrestre é grande quando ela incide num ângulo agudo

Estação do ano é uma das quatro subdivisões do ano baseadas em padrões climáticos. São elas: Primavera, Verão, Outono e Inverno.

Inicialmente o ano era dividido em duas partes:

  • O período quente (em latim: “ver”): era dividido em três fases: o Prima Vera (literalmente “primeiro verão”), de temperatura e humidade moderadas, o Tempus Veranus (literalmente “tempo da frutificação”), de temperatura e umidade elevadas, e o Æstivum (em português traduzido como “estio”), de temperatura elevada e baixa umidade.
  • O período frio (em latim: “hiems”) era dividido em apenas duas fases: o Tempus Autumnus (literalmente “tempo do ocaso”), em que as temperaturas entram em declínio gradual, e o Tempus Hibernus, a época mais fria do ano, marcada pela neve e ausência de fertilidade.

Posteriormente, para ajustar as estações à posição exata dos equinócios e solstícios, correlacionados com a influência da translação associada à mudança no eixo de inclinação da Terra, convencionou-se, no Ocidente, dividir o ano em somente quatro estações. Vale a pena lembrar que certas culturas ainda dividem o ano em cinco estações, como a China. Países como a Índia dividem o ano em apenas três estações: uma estação quente, uma estação fria e uma estação chuvosa. Já no continente Africano, países como Angola só têm duas estações, a das chuvas, quente e úmida, e o cacimbo, seca e ligeiramente mais fresca, principalmente à noite.

Estações do ano
Temperadas
Primavera

Verão

Outono

Inverno

Tropicais
Estação seca

Estação das chuvas

Estações do ano – Hemisférios

Datas aproximadas do início das estações do ano no hemisfério norte e no hemisfério sul:

Hemisfério Norte

  • Dia 21 de março – Início da primavera
  • Dia 21 de junho – Início do verão
  • Dia 21 de setembro – Início do outono
  • Dia 21 de dezembro – Início do inverno

Hemisfério Sul

  • Dia 21 de março – Início do outono
  • Dia 21 de junho – Início do inverno
  • Dia 21 de setembro – Início da primavera
  • Dia 21 de dezembro – Início do verão

Imagens típicas de países com clima temperado

No inverno as plantas estão ociosas.

Na primavera as plantas voltam a crescer.

No verão as plantas crescem.

No outono as árvores ficam amareladas e liberam suas folhas.

Fontes da informação: http://www.infoescola.com/astronomia/principais-constelacoes/

                                           http://pt.wikipedia.org/wiki/Zod%C3%ADaco

REFERÊNCIA PELOS ASTROS

Se nos referirmos à astrologia, então definir as principais constelações é fácil. São as doze constelações que compõem o Zodíaco: faixa no céu por onde o sol, a lua e os planetas têm sua órbita aparente durante o ano e, que é dividida em 12 casas de acordo com a posição aparente do sol nessa faixa nos 12 meses do ano.As 12 constelações que compõem o zodíaco são:

  • Aries, o carneiro – 21/03 a 20/04
  • Taurus, o touro – 21/04 a 20/05
  • Gemini, os gêmeos – 21/05 a 20/06
  • Cancer, o caranguejo – 21/06 a 21/07
  • Leo, o leão – 22/07 a 22/08
  • Virgo, a virgem – 23/08 a 22/09
  • Libra, a balança – 23/09 a 22/10
  • Scorpius, o escorpião – 23/10 a 21/11
  • Sagittarius, Sagitário, o arqueiro – 22/11 a 21/12
  • Capricornus Capricórnio, a cabra-do-mar ou o bode da montanha – 22/12 a 20/01
  • Aquarius, Aquário, o Aguadeiro, carregador de água – 21/01 a 19/02
  • Pisces, os peixes – 20/02 a 20/03

A LUA

Fontes da informação: http://www.agrisustentavel.com/discussoes/lua.htm

                                           http://www.marciamattos.com.br/mm/mundodalua/influencias.asp

                                           http://www.melhordanet.com/interessante/influencia_da_lua.htm

Diâmetro: Cerca de 3.460 km. (27% do diâmetro da Terra).

Distância da Terra: 382.000 km, em média.

Distância do Sol: 149 milhões de km.

Superfície: 36 milhões de km².

Temperatura: Máxima de 100º C e mínima de – 175º C

Influência da Lua na Agricultura

No nosso sistema solar, a Lua é o corpo celeste que se movimenta com mais rapidez.
A cada 28 dias ela perfaz uma volta completa em torno da Terra e percorre 360ºdo zodíaco.
A cada 07 dias ela muda de fase. A cada 02 dias e meio atravessa um signo inteiro e em pouca horas visita outros planetas, fazendo e desfazendo aspectos e ângulos com eles.
A Lua se move 01º a cada 02 horas.
Devido a este intenso movimento, atribui-se à ela o domínio sobre todas as atividades da natureza e do homem, que sofrem grande variação, que têm ciclos rápidos e que se completam numa curta duração.
É portanto próprio dos domínios da Lua a mutação e a flutuação.
Se ela não é o fator decisivo nas subidas e descidas das atividades humanas – ao longo do ano – é, sem dúvida, o determinante principal de pressão dentro de um mês, uma semana e, sobre tudo, a grande vedete das variações ocorridas ao longo de um dia.

Sabia que além do sol existe outro astro que exerce influência sobre o planeta terra?

Esse astro é a lua. Ela recebe a luz do sol e reflete sobre a terra emitindo energia, força de gravidade, a qual atua sobre as plantas animais, água e terra.

Fases da Lua

A lua passa por quatro fases: minguante, nova, crescente e cheia. Cada fase dura sete dias.

Lua minguante

Nesta fase é pouca a influência da lua sobre a terra. É provável que esta força seja insignificante.A energia ou força contida na terra tende a descer. Daí pensam no que os mais velhos dizem “nesta fase da lua as coisas que crescem da terra para fora minguam, e as coisas que crescem de fora para dentro vigora (raízes)”.

Na prática observando o comportamento das hortaliças, concluiu-se que nessa fase plantam-se raízes; rabanetes, beterraba, cenoura, inhame, batata, cebola de cabeça (bulbos) e outras. Isto porque a planta ao germinar, primeira força o enraizamento, demora mais a nascer, retarda um pouco o crescimento, porte menor, raízes mais desenvolvidas.

Quanto à seiva, a planta absorve menos quantidade de seiva no caule, nas folhas e nos ramos. Fase boa para tirar bambus, madeiras para construção e cabos para ferramentas, etc.

OBS: A durabilidade é maior, resiste mais ao ataque de pragas. Bom para fazer desbrota (porque a planta está menos concentrada de seiva, cicatriza mais rápidos os ferimentos e dificulta a penetração de parasitas). Faz-se a poda caso queira retardar a brotação (lembrando que podas repetitivas nessa fase da lua podem levar a planta ao enfraquecimento, e até mesmo interromper o seu ciclo de vida).

O que acontecerá se plantarmos raízes na lua forte? No caso das hortaliças, a planta vegeta muito chegando algumas a não produzirem raízes.

OBS: Em todas as fases sempre é bom você pegar o auge da lua (dois ou três dias após ter começado a fase); com exceção da minguante, que você poderá pegar a partir do quinto dia da cheia, isto porque está minguando, mas não descartando a possibilidade dela exercer pequena influência sobre a planta.

A batata – doce e a mandioca têm duas opções para o plantio:

1. Plantar na minguante as ramas da batata ou a maniva da mandioca no mesmo dia que forem colhidas.

2. Colher a ramas ou as manivas dois ou um dia antes da nova, deixar murchar a sombra e plantar a partir do segundo dia da nova.

Quando colocamos as ramas ou as manivas para murchar, elas perdem reservas (seivas) e ao plantar na lua nova elas tendem a forçar tanto o broto quanto a raiz (lei de sobrevivência).

Lua nova

Nesta fase, ela começa exercer influência sobre a Terra, a seiva (sangue da planta) manifesta-se em maior quantidade no caule, em direção aos ramos. Nesta fase, planta-se mais couve – comum, almeirão, cebolinha, espinafre, plantas medicinais e outras.

OBS: Planta-se mais para o aproveitamento de folhas; exceto as verduras folhosas que aglomeram as folhas (o mesmo que formar cabeça) repolho, chicória, alface, couve –chinesa e outras.

Bom também para o plantio de árvores cujo objetivo é produção de madeira.

LUA CRESCENTE

Fase em que a lua exerce influência muito boa sobre as plantas, nessa fase a seiva está presente em maior quantidade no caule, nos ramos e nas folhas.

Fase boa para plantar tomate, pimentão, jiló, quiabo, berinjela, feijão – vagem, pepino, abóbora, milho, arroz, feijão e outras, sejam frutíferas, legumes ou cereais.

Bom para se fazer enxerto, poda (para brotação rápida).

OBS: O tomate plantado nesta fase lunar produz mais, as pencas ficam mais próximas, com mais frutos; já na minguante, produz pouco; na lua nova, alonga-se a haste e as pencas distanciam mais uma das outras; na cheia, vegeta mais, menos frutos por penca com maior probabilidade de ataque de pragas.

Lua Cheia

Fase em que a influência sobre a terra chega ao ponto máximo, mas só nos primeiros dias, porque depois de sofrer efeito da minguante. No início desta fase planta-se: repolho, couve-flor, alface e outras. Além das hortaliças esta fase é ótima para o plantio de flores.

É importante frisar que nesta fase a seiva se concentra na copa da planta (ramos e folhas).

Você Sabia

« Para seguir a fase lunar deve partir desde o semeio ou plantio porque são nos primeiros dias de vida da planta que a Lua exerce maior influência.

« Para colher frutos, a melhor fase é a lua cheia. Os frutos estão mais suculentos devido a maior quantidade de seiva encontrada nos frutos. Já para as raízes e vagens, na minguante pois,,,,, a planta encontra-se com menos seiva facilitando o cozimento, segundo afirma a engenheira agrônoma e pesquisadora Ana Primavesi – Edição Guia Rural Abril.

« Para colher milho, arroz, abóbora e outros para armazenamento, são melhor colher na minguante porque resiste mais ao ataque de caruncho, gorgulho, etc.

« Melhores fases para plantar banana: na nova e crescente. Na minguante, leva muito tempo para produzir e produzir cachos pequenos.

« Alguns agricultores plantam feijão , milho, ou mesmo frutíferas na minguante para evitar ataque de brocas, lagartas, etc. Muitos usam este método mesmo sabendo de uma possível queda de produção.

« Se fizermos semeio de uma determinada cultura em uma fase lunar, o plantio deverá obedecer a mesma fase. Caso contrário, sofrerá influência das duas fases. Tendo a fase inicial como dominante.

O plantio por estaca deve ser efetuado na lua nova cujo objetivo é a produção de caule e folha, já para produção de frutas, o mais indicado é na lua crescente. Seguindo os mesmos requisitos do item anterior.

« Os insetos se manifestam mais na lua fortes.

A lua na medicina

Desaconselha-se operações cirúrgicas na época da Lua cheia, pois há riscos de hemorragias.

Os efeitos da Lua no fluxo sanguíneo do corpo humano, constatam que a perda de sangue é mais abundante nesta fase.

Na área da saúde, portanto, é bom mexer na Lua minguante.

Só fazer operações cirúrgicas após 72 hs da Lua nova e da Lua cheia.

Resumo:

A lua na agricultura (Hemisfério Sul)

Baseando-se no aproveitamento correto da luminosidade da Lua que embora menos intensa que a do Sol, penetra mais fundo no solo e pode acelerar o processo de germinação das sementes.

Lua nova – favorável para o plantio de tubérculos, como a batata e a cenoura. Momento ideal para a poda de árvores, que secando depressa darão boa lenha.

Lua crescente – período propício para o plantio de mudas, que darão flores belas e viçosas. Momento em que se deve cortar a madeira destinada a construção.

Lua cheia – período que devemos semear árvores frutíferas. Momento da colheita das plantas medicinais, pois suas hastes estão cheias de seiva.

Lua minguante – Favorece a colheita de sereais como a ervilha, o feijão, etc. Bem como a poda de árvores e arbustos, pois a seiva existente na planta é menor.

Pessoas fracas e doentes sentem a influência da Lua; insônia, cansaço, dores, erupções, inchações são mais fortes e mais extensos depois da Lua nova, ao passo que, relativamente, são menos fortes e menos extensos na quinzena minguante.

– A madeira, cortada depois da Lua cheia, seca depressa e dá boa lenha, ao passo que, cortada depois da Lua nova, não seca tão rapidamente, mas é mais durável e presta-se para trabalhos de carpinteiro e marceneiro.

– Convém plantar, nos dias que vão desde as 24 horas depois da Lua nova até o dia da Lua cheia, aquilo que dá fruto acima da terra e, na quinzena que vai desde as 24 horas depois da Lua cheia até o dia da Lua nova, plantar aquilo que dá fruto debaixo da terra, como também cortar árvores.

– As plantas curativas devem ser colhidas quando as hastes estão cheias de seiva, perto da Lua cheia, e de preferência pela madrugada.

O SOL

Fontes da informação: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sol

http://www.sitiodomoinho.com/organicos/textos-e-publicacoes/7-a-importancia-da-vida-no-solo-para-a-agricultura

http://www.klickeducacao.com.br/bcoresp/bcorespmostra/0,5991,POR-6747-h,00.html

A luz solar é a principal fonte de energia da Terra. A constante solar é a quantidade de potência que o Sol deposita por unidade de área diretamente exposta para luz solar. A constante solar é igual a aproximadamente 1 368 W/m² a 1 UA do Sol, ou seja, na ou próxima à órbita da Terra, sendo que o planeta recebe por segundo 50 000 000 GW.] Porém, a luz solar na superfície da Terra é atenuada pela atmosfera terrestre, diminuindo a potência por unidade de área recebida na superfície para aproximadamente 1 000 W/m² no zênite, em um céu claro.] A energia solar pode ser coletada através de uma variedade de processos sintéticos e naturais.

A luz solar é indispensável para a manutenção de vida na Terra, sendo responsável pela manutenção de água no estado líquido, condição indispensável para permitir vida como se conhece, e, através de fotossíntese em certos organismos (utilizando água e dióxido de carbono), produz o oxigênio (O2) necessário para a manutenção da vida nos organismos dependentes deste elemento e compostos orgânicos mais complexos (como glucose) que são utilizados por tais organismos, bem como outros que alimentam-se dos primeiros. A energia solar também pode ser capturada através de células solares, para a produção de eletricidade ou efetuar outras tarefas úteis (como aquecimento). Mesmo combustíveis fósseis tais como petróleo foram produzidos via luz solar — a energia existente nestes combustíveis foi originalmente convertida de energia solar via fotossíntese, em um passado distante.

A agricultura é a arte de colher o sol. Esta frase, divulgada nos cursos de Agronomia, expressa o quanto a agricultura depende de fenômenos e elementos naturais mais do que qualquer outra atividade econômica conhecida. Isso ocorre porque a produção agropecuária depende de uma capacidade especial que só os vegetais possuem dentre todas as espécies vivas: a de sintetizar seu próprio alimento.

Porém, assim como todos os demais seres vivos, as plantas também precisam de água e nutrientes minerais que são retirados pelas raízes do solo. Entretanto, somente as plantas podem “fabricar” as substâncias orgânicas que necessitam para sua nutrição e o fazem através de um processo bioquímico chamado de fotossíntese, o qual depende da energia do sol para acontecer.

A fotossíntese pode ser definida como uma complexa cadeia de reações, realizada através da energia luminosa absorvida por pigmentos especiais (como a clorofila), que resulta na síntese de compostos orgânicos (açúcares) a partir de gás carbônico e água(Modesto&Siqueira, 1981:13.9). Todos os demais compostos essenciais para estrutura e metabolismo celular da planta são produzidos através desses compostos orgânicos resultantes da fotossíntese. E como todos os organismos vivos dependem dos vegetais para sobreviver, podemos dizer, que a vida na Terra depende do processo de fotossíntese para existir.

É esta energia do sol condensada e sintetizada nos tecidos vegetais em compostos orgânicos que torna os alimentos combustíveis para o crescimento e desenvolvimento de todas as espécies no planeta. Contudo, essa energia não fica estanque nos corpos dos animais que se alimentam das plantas: ela vai sendo gradativamente dissipada na medida em que um animal consome outro até a morte e a degradação dessa matéria orgânica pelos organismos chamados de decompositores.

Qual a importância do Sol para os seres vivos?

O Sol, a estrela central do nosso sistema solar, é fundamental para todos os seres vivos, pois é fonte de calor e luz, sem a qual seria impossível a origem e manutenção da vida. É graças à sua energia que as plantas conseguem realizar a fotossíntese, processo que garante a vida das próprias plantas e de todos os animais, incluindo o homem. A energia do Sol é também responsável pelo movimento dos oceanos, pela formação dos ventos (aquecimento do ar) e pelo ciclo da água, responsável pelas chuvas que garantem o fornecimento de água na natureza. É o calor do Sol que transporta a água do mar e da Terra para grandes altitudes, de onde volta, na forma de chuva e de neve, para os continentes. Além disso, o Sol ainda tem papel fundamental na nossa saúde. Para termos ossos e dentes em bom estado, necessitamos da vitamina D, que atua no metabolismo do cálcio e do fósforo, prevenindo o raquitismo. Essa vitamina não é encontrada pronta na maioria dos alimentos. Geralmente, eles contêm um precursor que se transforma na vitamina quando expostos aos raios do Sol. Uma deficiência de vitamina D causa problemas nos dentes, torna os ossos fracos e contribui para os sintomas da artrite. Também pode causar raquitismo (doença que impede a calcificação normal dos ossos).

A primavera é a estação do ano na qual a quantidade e a intensidade da luz solar são maiores e, como consequência, a temperatura aumenta. Com isso, várias espécies de plantas florescem deixando as paisagens mais bonitas. Quando essas plantas florescem, elas produzem descendentes que são sementes e frutos. Com tantos frutos e sementes disponíveis, os animais aproveitam  e também se reproduzem, afinal, vai ter comida para todo mundo. Por isso a primavera é considerada a época da vida nova, do renascimento.

Um pouco mais de informação

Quase todos os seres vivos dependem da luz do Sol para sobreviver. Os vegetais, por exemplo, só conseguem realizar a fotossíntese com a presença de luz. Todos os vegetais possuem pigmentos que conseguem captar a luz solar e realizar a fotossíntese. O pigmento mais conhecido é a clorofila, que dá a cor verde a alguns vegetais. Quando os vegetais realizam a fotossíntese, eles produzem glicose, que é um açúcar utilizado como fonte de energia tanto pela planta quanto pelos outros seres vivos que a consomem. Quando algum ser vivo consome uma planta, ele está também consumindo glicose e, em consequência, absorvendo energia.

A luz solar pode variar de intensidade dependendo da época do ano. No outono e no inverno, os dias são mais curtos e temos a luz solar por menos tempo. Na primavera e no verão, os dias são mais longos e temos a luz do Sol por mais tempo.

SEGURANÇA ” Como agir em um INCÊNDIO, sua vida em questão “.

Segurança em Incêndios – Prevenção de Incêndio

Prevenção de Incêndios

Não fume 30 minutos antes do final do trabalho.
Não use cestos de lixo como cinzeiros.
Não jogue pontas de cigarro pela janela, nem as deixe sobre armários, mesas, prateleiras, etc.
Respeite as proibições de fumar e acender fósforos em locais sinalizados.
Evite o acúmulo de lixo em locais não apropriados.
Coloque os materiais de limpeza em recipientes próprios e identificados.
Mantenha desobstruídas as áreas de escape e não deixe, mesmo que provisoriamente, materiais nas escadas e nos corredores.
Não deixe os equipamentos elétricos ligados após sua utilização. Desconecte-os da tomada.
Não cubra fios elétricos com o tapete.
Ao utilizar materiais inflamáveis, faça-o em quantidade mínimas, armazenando-os sempre na posição vertical e na embalagem original.
Não utilize chama ou aparelho de solda perto de materiais inflamáveis.
Não improvise instalações elétricas, nem efetue consertos em tomadas e interruptores sem que esteja familiarizado com isso.
Não sobrecarregue as instalações elétricas com a utilização do plugue T (benjamim).
Verifique, antes de sair do trabalho, se os equipamentos elétricos estão desligados.
Observe as normas de segurança ao manipular produtos inflamáveis ou explosivos.
Mantenha os materiais inflamáveis em locais resguardados e à prova de fogo.

Classes de Incêndio

Os materiais combustíveis têm características diferentes e, portanto, queimam de modos diferentes. Conforme o tipo de material, existem quatro classes de incêndio.

Classe A – incêndio em materiais sólidos, como madeira, papel, tecido, etc.
Esses materiais apresentam duas propriedades:
Deixam resíduos quando queimados (brasas, cinzas, carvão).
Queimam em superfícies e em profundidade

Classe B – incêndio em líquidos inflamáveis, como óleo, gasolina, querosene, etc.
Esses materiais apresentam duas propriedades:
Não deixam resíduos quando queimados.
Queimam somente em superfície.

Classe C – incêndio em equipamentos elétricos energizados, como máquinas elétricas, quadros de força, etc. Ao ser desligado o circuito elétrico, o incêndio passa a ser de classe A.

Classe D – incêndio em metais que inflamam facilmente, como potássio, alumínio em pó, etc.

Métodos de Extinção do Fogo

A maioria dos incêndios começa com um pequeno foco, fácil de debelar. Conheça os métodos de extinção do fogo e ajude os bombeiros a evitar que um incêndio se transforme numa catástrofe.

Em todo incêndio ocorre um reação de combustão, envolvendo três elementos:
o combustível, o comburente e o calor. Os métodos de extinção do fogo consistem em “atacar” cada um desses elementos.

Retirada do material

Trata-se de retirar do local o material (combustível) que está pegando fogo e também outros materiais que estejam próximos às chamas.

Abafamento

Trata-se de eliminar o oxigênio (comburente) da reação, por meio do abafamento do fogo.

Resfriamento

Trata-se de diminuir a temperatura (calor) do material em chamas.

Extintores

Para ajudar no combate de pequenos focos de incêndio, foram criados os extintores.

Atenção: há vários tipos de extintores de incêndio, cada um contendo uma substância diferente e servindo para diferentes classes de incêndio. Vamos conhecê-los.

Extintor com água pressurizada

É indicado para incêndios de classe A (madeira, papel, tecido, materiais sólidos em geral). A água age por resfriamento e abafamento, dependendo da maneira como é aplicada.

Extintor com gás carbônico

Indicado para incêndios de classe C (equipamento elétrico energizado), por não ser condutor de eletricidade. Pode ser usado também em incêndios de classes A e B.

Extintor com pó químico seco

Indicado para incêndio de classe B (líquido inflamáveis). Age por abafamento. Pode ser usado também em incêndios de classes A e C.

Extintor com pó químico especial

Indicado para incêndios de classe D (metais inflamáveis). Age por abafamento. Não use água
Em fogo de classe C (material elétrico energizado), porque a água é boa condutora de eletricidade, podendo aumentar o incêndio.
Em produtos químicos, tais como pó de alumínio, magnésio, carbonato de potássio, pois com a água reagem de forma violenta.

Recomendações

Aprenda a usar os extintores de incêndio.
Conheça os locais onde estão instalados os extintores e outros equipamentos de proteção contra fogo.
Nunca obstrua o acesso aos extintores ou hidrantes.
Não retire lacres, etiquetas ou selos colocados no corpo dos extintores.
Não mexa nos extintores de incêndio e hidrantes, a menos que seja necessária a sua utilização ou revisão periódica.

Plano de Abandono de Edifícios

Nunca use o elevador para sair de um prédio onde há um incêndio.

O abandono de um edifício em chamas deve ser feito pelas escadas, com calma, sem afobamentos.
Se um incêndio ocorrer em seu escritório ou apartamento, saia imediatamente.
Muitas pessoas morrem por não acreditarem que um incêndio pode se alastrar com rapidez.

Se você ficar preso em meio à fumaça, respire pelo nariz, em rápidas inalações.
Se possível, molhe um lenço e utilize-o como máscara improvisada.
Procure rastejar para a saída, pois o ar é sempre melhor junto ao chão .

Use as escadas – nunca o elevador. Um incêndio razoável pode determinar o corte de energia para os elevadores.
Feche todas as portas que ficarem atrás de você, assim retardará a propagação do fogo.

Se você ficar preso em uma sala cheia de fumaça, fique junto ao piso, onde o ar é sempre melhor. Se possível, fique perto de uma janela, de onde poderá chamar por socorro.

Toque a porta com sua mão. Se estiver quente, não abra. Se estiver fria, faça este teste: abra vagarosamente e fique atrás da porta.
Se sentir calor ou pressão vindo através da abertura, mantenha-a fechada.
Se você não puder sair, mantenha-se atrás de uma porta fechada. Qualquer porta serve como couraça.
Procure um lugar perto de janelas, e abra-as em cima e embaixo. Calor e fumaça devem sair por cima. Você poderá respirar pela abertura inferior.

Procure conhecer o equipamento de combate à incêndio para utilizá-lo com eficiência em caso de emergência.
Um prédio pode lhe dar várias opções de salvamento. Conheça-as previamente.

NÂO salte do prédio. Muitas pessoas morrem sem imaginar que o socorro pode chegar em poucos minutos.

Se houver pânico na saída principal, mantenha-se afastado da multidão. Procure outra saída.
Uma vez que você tenha conseguido escapar, NÃO RETORNE.

Ao constatar um princípio de incêndio, ligue imediatamente para o Corpo de Bombeiros (fone 193).

Forneça informações precisas:

Nome correto do local onde está ocorrendo o incêndio.
Número do telefone de onde se está falando.
Nome completo de quem está falando.
Relato do que está acontecendo.
Em seguida, desligue o telefone e aguarde a chamada de confirmação do local.

Plano de Emergência

O condomínio de todo edifício comercial ou residencial deve ter um plano de emergência para abandono do prédio em caso de incêndio.
Converse com o síndico e com os seus colegas ou vizinhos sobre a elaboração do plano de emergência.
Reúna os que estiverem interessados, e mão à obra!
Peça orientação do Corpo de Bombeiros para elaborar o plano e estabelecer as tarefas de cada um numa situação de incêndio.

Um plano de emergência deve conter:

procedimentos do supervisor;
procedimentos da brigada de incêndio;
procedimentos dos ocupantes do prédio;
planta do edifício;
localização do equipamento de combate a incêndio;
localização das vias de fuga;
ponto de reunião fora do edifício.

Quando o plano estiver pronto, providencie:
comunicação do conteúdo do plano a todos os ocupantes do edifício;
sinalização das instalações (saídas, extintores, etc.);
treinamento de abandono do edifício;
um bombeiro poderá auxiliá-lo nesta tarefa.

Vazamento de Gás – Como Proceder em casos de Emergência

Vazamento de gás “sem fogo”

Feche o registro de gás. Afaste as pessoas de local.
Não acione interruptores de eletricidade.
Desligue a chave geral de eletricidade somente se ela estiver fora da residência.
Não fume nem acenda fósforos ou isqueiros.
Se ocorrer em ambiente fechado, abra portas e janelas.
Entre em contato com a empresa distribuidora de gás e, em casos mais graves, com o Corpo de Bombeiros.

Vazamento de gás “com fogo”

Se possível, feche o registro de gás. Afaste as pessoas do local.
Desligue a chave geral da eletricidade.
Retire do local os materiais combustíveis que puder.
Chame o Corpo de Bombeiros.

FONTE: http://www.fazfacil.com.br/lazer/seguranca_incendio.html

O que fazer em caso de incêndio

Independente de onde você estiver é sempre bom dar uma olhada aos arredores para saber os locais de possíveis saídas se acontecer um incêndio, mesmo parecendo besteira é necessário e indicado pelo corpo de bombeiros, é bom saber de antemão para ficar mais esperto a qualquer coisa, não necessariamente um fogo, mas também brigas ou qualquer forma de tumulto. Depois disso se estiver num aposentado da casa ou escritório com porta fechada e notar que há algum cheiro de queimado ao redor, se houver fogo com certeza logo começara a entrar fumaça pelas arestas da porta, toque a mão à porta para ver se ela está quente se estiver não abra a porta, pois o fogo pode invadir o local em que você está se não estiver quente aí pode abrir a porta devagar e dar uma olhada para ver de onde vem a fumaça, se abrir a porta e vier uma cortina de fogo e fumaça para cima de você feche-a rapidamente, agora se não houver fogo saia em direção a sua rota normal.
Se apenas for uma fumaça pode se abaixar e sair engatinhando ou de outra maneira que esteja próximo ao chão, isso porque a fumaça do fogo pode ser mais perigosa do que o próprio fogo, e como os dois tendem a subir ficando no chão estará protegido.
Depois de ter se saído do local do incêndio não retorne mesmo que for para buscar alguém que esteja preso, seu primeiro passo é chamar os bombeiros para que eles resgatem a pessoa ou o animal que está dentro da casa, não tente ligar para o bombeiro de dentro do local, mas sim fora dela.
Se você não consegue sair pode e deve fazer o uso de celulares ou telefone fixo para chamar o bombeiro mantenha-se em um canto protegido e que seja visível para a hora que os bombeiros entrarem na casa. Se tiver uma janela por perto mesmo que não de para você passar, poderá gritar por socorro, ela e também ajudará você a respirar, tape a boca e nariz com um lençol ou alguma peça de roupa para se proteger da eventual fumaça.
Se a sua roupa pegar fogo seja em casa ou num acidente qualquer não corra, pois isso pode ascender o fogo com mais velocidade, o certo é cobrir o rosto com as mãos e rolar de um lado para o outro até que o fogo cesse totalmente.

FONTE: http://www.dicasgratisbrasil.com/o-que-fazer-em-caso-de-incendio/

OS MALES DOS FUMOS (FUMAÇA E GASES TÓXICOS) RESULTANTES DE INCÊNDIOS

A inalação de fumaça e gases tóxicos é a principal causa de lesões em vítimas em incêndios. As três principais conseqüências na inalação de fumaça de incêndios são: queimaduras das vias respiratórias, asfixia e irritação pulmonar.

Queimaduras das vias respiratórias
As lesões decorrentes de queimaduras nas vias respiratórias normalmente ocorrem nas áreas nasais e região da faringe (árvore tráqueo-brônquica). Isso é conseqüência da elevada dissipação do calor nas áreas iniciais dessas vias. Experimentos em animais demonstram que as vias respiratórias resfriam o ar quente inalado, fazendo com que ao atingir os pulmões, esteja a temperaturas menos elevadas. Os experimentos demonstraram que no caso da inalação de ar à temperatura de 142oC, ao atingir o pulmão, encontrava-se resfriado à temperatura de 38oC. No caso de elevada umidade, a capacidade de absorção de calor é reduzida, fazendo com que o ar atinja os pulmões a temperaturas mais elevadas.

Lesões associadas ao pulmão, com inalação de ar quente, podem levar a uma hiperventilação mais acentuada. Se o limite da reserva respiratória for excedido, há rápida transformação da acidose em alcalose, com hipoxemia grave e necessidade de ventilação mecânica.

Asfixia
A asfixia em um incêndio é causada por um conjunto de fatores. No local do incêndio, o processo de combustão consome oxigênio, fazendo com que sua concentração atinja níveis de até 10-13%, baixos para o ser humano.

Outro fator é a existência de gases tóxicos, como o monóxido de carbono (CO). O monóxido de carbono exerce sua ação de asfixiante químico ao reduzir a capacidade da hemoglobina de transportar o oxigênio, uma vez que possui afinidade de fixação 210 a 300 vezes maior do que a do oxigênio, formando a Carboxihemoglobina (COHb). Esta afinidade pode ser medida pelo número de moles de oxigênio, necessário para cada mole de CO, a fim de manter igual saturação da hemoglobina.

A contaminação por monóxido de carbono ocasiona uma anemia hipóxica. A quantidade de oxigênio disponível no sangue não só é baixa durante a exposição ao CO, como também ocorre uma redução na quantidade do oxigênio liberado nos tecidos.

Desta forma, ambos os mecanismos contribuem para baixar efetivamente a concentração de oxigênio nos tecidos, criando a situação de hipóxia tecidual.

CORRELAÇÃO ENTRE A CONCENTRAÇÃO ATMOSFÉRICA DE CO, A PORCENTAGEM DE COHb NO SANGUE E A SINTOMATOLOGIA PRINCIPAL
CONCENTRAÇÃO DE CO NO AR (ppm)
% DE COHb NO SANGUE, APÓS O EQUILÍBRIO

SINTOMALOGIA PRINCIPAL

50
07
Cefaléia  discreta
100
12
Cefaléia moderada e tontura
250
25
Cefaléia interna, tontura, confusão mental
500
45
Náusea, vômitos, choque
1.000
60
Coma
10.000
90
Morte em 5 minutos

Devem ainda ser considerados vários fatores relacionados com a maior ou menor suscetibilidade dos expostos. Assim, teriam maior probabilidade de intoxicação portadores de distúrbios circulatórios, cardiopatas, anêmicos, pulmonares crônicos, e situações que aceleram o metabolismo: atividade física, temperatura elevada, pressão atmosférica baixa, grande umidade ambiental e hipertireoidismo.

Há ainda em incêndios, a ocorrência de cianeto (CN) em diversas formas, sendo a mais comum o cianeto de hidrogênio (HCN) na forma de gás. Entre os riscos relacionados com estes produtos, conhecem-se várias lesões de pele (pápulas, exantema escarlatiforme, etc.) e das mucosas (irritação, ulceração da mucosa nasal e até perfuração do septo). Como efeitos crônicos são, ocasionalmente, referidos sintomas de fraqueza nas pernas e braços, cefaléias intensas e tireoidopatias.

No entanto, a principal característica deste grupo de produtos é a propriedade tóxica do íon cianeto (CN), em inibir os enzimas da cadeia respiratória. Existem relacionadas cerca de 42 reações enzimáticas que seriam inibidas pelo cianeto. Sua ação mais importante, no entanto, é a inibição da citocromoxidase, impedindo a utilização do oxigênio pelas células. Ou seja, apesar do oxigênio continuar sendo conduzido pela hemoglobina da hemácia, não ocorrerá sua liberação e conseqüente aproveitamento a nível tecidual, resultando em morte por asfixia.

Irritação pulmonar
Os gases irritantes são corrosivos, podem causar irritação e inflamação das superfícies das vias respiratórias e também podem causar irritação ou lesão nos olhos e na pele. Inflamações das vias respiratórias podem resultar em edema pulmonar. Em casos mais sérios, isto pode efetivamente fechar o trato respiratório, enchendo os alvéolos com fluidos, interferindo seriamente na troca dos gases entre o ar nos pulmões e o sangue nos capilares pulmonares.

Exemplos de irritantes gasosos do ar que afetam as porções superiores do trato respiratório incluem amônia, acroleína, gás clorídrico, gás fluorídrico, trióxido de enxofre, formaldeído e ácido acético. Irritantes gasosos que afetam ambas as partes do trato respiratório, superior e inferior, incluem dióxido de enxofre, iodo, bromo, cloro, flúor, ozônio e tricloreto de fósforo. Gases irritantes que afetam principalmente as partes inferiores do trato respiratório são: tricloreto de arsênico, dióxido de nitrogênio e fosgênio.

FONTE: http://www.mercoshipping.com.br/fumos.html